Em uma reportagem de oito páginas na ultima revista Metal Edge, Rob Halford, Glenn Tipton e K.K. Downing, membros do JUDAS PRIEST, falaram com Bryan Reesman sobre a criação do controverso álbum “Nostradamus”, sobre suprir as expectativas dos fãs e as brincadeiras que eles costumavam aplicar nas pessoas.
Esta matéria foi publicada em 04/07/08. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Halford sobre lidar com as expectativas dos fãs ao longo dos anos:
“Essa é uma pergunta interessante, sobre quem está guiando quem. Os fãs são muito, muito radicais sobre o PRIEST. Eles são muito apaixonados, sempre foram. Todos nós temos visto por meses a curiosidade e o questionamento relacionado ao álbum ‘Nostradamus’, e isso só mostra o quanto eles amam a banda. Mas, pela mesma moeda, as coisas ficam realmente difíceis. Você não pode voltar ao estúdio e fazer ‘British Steel’ novamente. Você não pode voltar ao estúdio e fazer ‘Painkiller’ de novo. Não há motivo para fazer isso. Como compositores, nós sempre fomos aventureiros e quisemos apresentar algo diferente de álbum para álbum. Nós sempre seguimos nossos corações e o que nossos instintos diziam ser a coisa certa a fazer.”
Downing sobre uma possível turnê completa de “Nostradamus” no próximo ano:
“Nós poderíamos nos vestir adequadamente e nos colocar no momento, regressar alguns séculos com uma grande orquestra e um coral. Seria realmente brilhante. Nós poderíamos utilizar toneladas e toneladas de surpreendentes efeitos especiais e grande produção teatral. A primeira coisa que temos que fazer é ir lá e botar pra quebrar! Nós vamos para a China pela primeira vez, e Nova Zelândia, Sarajevo e Turquia; lugares que nunca fomos. Nós iremos dar a essas pessoas o que elas esperam do PRIEST, então nós iremos ver o que acontece depois disso.”
Tripton sobre pregar uma peça em um antigo empresário durante um vôo europeu:
“Nós fizemos a comissária de vôo fazer um anuncio de que nós iríamos fazer um pouso de emergência no mar do norte. Seu rosto ficou branco e ele tirou suas botas sem desamarrá-las, porque eles pediram para tirar todos os objetos pontiagudos de seus bolsos. Ainda hoje não sei como ele conseguiu fazer aquilo. Pelo que ele sabia, nós estávamos caindo. Claro que nós podíamos ver que as coisas estavam ficando um pouco sérias. Nós queríamos continuar, mas a comissária não, então nós tivemos que contar a verdade. Levou umas duas ou três horas para ele se recompor. Nós dissemos, ‘Olhe, qual é o problema? Nós te colocamos na pior situação. Você ia morrer e nós te demos sua vida de volta.’”
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Estudante de computação conformado com o futuro dos dedos em um teclado e longe dos fretes de uma guitarra, pois após muito tentar teve que admitir que, com sua sofrível técnica, nem se quisesse tocar no Calypso teria chance. Amante de Rock e Heavy Metal desde ouvir os primeiro acordes de "Iron Man" do Black Sabbath, não se prende a rótulos musicais, ouvindo tudo que lhe agrada. No geral sons pesados, melódicos e com muita guitarra, apesar de detestar exibições de virtuosismo desnecessárias nas músicas. Acompanha o Whiplash! desde os tempos de internet discada, tomando a feliz iniciativa de contribuir após desistir de virar notícia no site e encontrar o link de colaboração.
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