Esta matéria foi publicada em 23/04/09. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Mike Devlin da Canwest News Service recentemente conduziu uma entrevista com os diretores Scot McFadyen e Sam Dunn, da Banger Films Inc., criadores de "Iron Maiden: Flight 666", o documentário que segue os membros da banda IRON MAIDEN na primeira parte de sua turnê "Somewhere Back In Time World Tour", de fevereiro a março de 2008.
"O filme foi muito mais difícil do que esperávamos," diz Dunn, 35. "Eu acho que entramos nisso assumindo que porque estávamos focados em uma banda específica e não em todo o gênero musical, que seria mais fácil. Não foi - não mesmo. Em termos de unir a história e estabelecer ritmo, foi um desafio totalmente diferente para nós."
Os cineastas filmaram 500 horas de performances ao vivo e cenas de backstage, que a equipe deixou de lado como se fosse nada. "Eles disseram que não erámos duros o bastante" McFadyen, 40, lembra-se com uma risada.
"Estar em uma turnê como essa, a ansiedade que você sente é que talvez você perca um momento de ouro," McFadyen adicionou. "Realmente foi necessária toda a ajuda que pudéssemos ter, cada show com cinco cameras, e entre os shows, estivéssemos no avião ou em uma escolta policial voltando ao hotel, poderíamos ter até quatro câmeras filmando ao mesmo tempo."
O filme foi financiado pela banda, mesmo assim Dunn e McFadyen ainda acham que eles capturaram um lado de suas vidas nunca antes visto em filme.
"É uma jornada muito visceral com o IRON MAIDEN nessa massiva turnê global," disse Dunn. "Nós quisemos fazer um filme de que os fãs do MAIDEN pudessem sentir orgulho e que proporcionasse uma visão do que é a banda como eles nunca tiveram antes."
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Criada ao som de clássicos do Rock and Roll como Alice Cooper e Pink Floyd, Daniela se descobriu apaixonada pelo estilo ao ouvir a música "Don't Stop Believing", do Journey, mais vezes do que os outros membros da sua família poderiam aguentar, o que causou sua mãe a esconder todos os LPs da banda por algum tempo. Com o passar dos anos, seu gosto foi refinando, porém nunca perdendo as referências iniciais e sempre aberta à novas tendências e bandas, no seu playlist atual é possível ouvir de Mötley Crüe à Incantation. Não usa roupas pretas todos os dias e até já foi a um show de Death Metal usando um vestido colorido, pois acredita que rótulo é coisa para produtos, não pessoas. "Quase-jornalista" e professora de inglês, passa mais horas do que o necessário no MySpace, buscando sons novos.
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