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Megadeth: "Endgame" faixa a faixa pela Metal Hammer

Traduzido por Daniel Molina | Fonte: Rust In Page |

Esta matéria foi publicada em 24/07/09. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

A revista Metal Hammer postou um review faixa a faixa do novo álbum do MEGADETH, “Endgame”.

“Dialectic Chaos”: Um verdadeiro épico instrumental de 2 minutos, cheios de solos abre o álbum! Mustaine tem dito recentemente, para quem quisesse ouvir, que o ex-guitarrista do Nevermore e Jag Panzer, Chris Broderick, é o melhor que o Megadeth já teve e com essa abertura estupenda (e no decorrer do álbum) os solos são divididos entre os dois e são arrebatadores.

“This Day We Fight!”: A faixa instrumental cessa e cai direto em um riff dilacerante com uma linha vocal raivosa de Mustaine. É uma combinação de abertura FODA! O andamento, a agressividade latente, os riffs assombrosos - Mustaine soa mais do que puto e essa música ao vivo vai arrebentar. Os solos nessa música vão fazer seus rosto derreter, um verdadeiro soco na cara.

Foto: Makila Crowley
“44 Minutes”: Uma introdução épica e comovente (complementada com o rádio da policia ao fundo anunciando um crime em andamento) dá lugar a um riff gritante e pesado que domina o verso e é seguido por um refrão melódico e tem mais solos esmerilhantes. O segundo solo tem influências orientais mas a guitarra base é tão foda quanto o próprio solo.

“1,320’”: Um riff oitentista inspiradissímo acompanhando por uma batida forte na caixa de bateria. A faixa baseada em motocicleta é acompanhada de um riff cheio de gás e mais e mais solos. Os fãs irão molhar as calças quando ouvirem esse álbum!

“Bite The Hand That Feeds”: Novamente o riff principal é bem oitentista, mas de um modo que não soa nem um pouco datado. Captura a essência do antigo Megadeth mas com a produção dinâmica e potente de Andy Sneap fica soando potente e bem 2009. Até esse momento parece que o Megadeth criou algo ralmente especial. Cada segundo é mais foda que o outro. O finalzinho dessa música é uma mescla de Megadeth com Motorhead!!

“Bodies Left Behind”: A faixa abre em um compasso mid-tempo que nos faz lembrar da banda no início dos anos 90. Mais uma vez é o desdém que é marca registrada de Mustaine que comanda o show. Possivelmente o refrão mais pegajoso até o momento e a mais cheias de mudanças em relação a ritmo e feeling (desde um mid-tempo até um thrash arrebatador). Essa música é fantástica, um monstro.

“Endgame”: “Attention! Attention! All citizens report to your district detention centres! Do not return to your homes! Do not contact anyone! Return all of your weapons!” é gritado em um megafone, referente à natureza política do álbum, antes de dar lugar a um bombardeio de riffs. A música ganha velocidade por volta dos 2 minutos enquanto o solos tomam conta de novo. “This is the end of the road, this is the end of the line, this is the end of your life, this is the Endgame!”, é urrado no refrão. Com um tempo de duração um pouquinho abaixo dos 6 minutos essa é outra faixa fenomenal. Nós sabemos que você já leu várias coisas positivas sobre o álbum, mas é que é BOM MESMO!!

“The Hardest part Of Letting Go… Sealed With A Kiss”: uma abertura acústica e violinos bem sutis são acompanhados de uma linha vocal tenebrosa do Mustaine. A guitarra solo fica à espreita no fundo esperando apenas o momento de aparecer e vir arrebentando com tudo. Riffs atordoantes combinados com linhas precisas de violino nessa balada com uma pitada de hard-rock.

“Headcrusher”: Se você ainda não ouviu essa música, deveria. Procure por ai. É outro clássico do Megadeth a espera e os riffs fazem até um homem sem pescoço bater cabeça.

“How the Story Ends”: ‘United Abominations’ foi um álbum fantástico, mas quando você chega a faixa 10 do Endgame e ainda continua bom e fazendo seu dinheiro valer a pena, a gente se dá conta com que estamos lidando. Mais riffs estupendo, com variações de ritmo, um bumbo duplo pra lá de agressivo e um refrão estonteante, How The Story Ends é outra faixa matadora. Estamos definitivamente em frente ao melhor álbum do ano aqui, sem dúvida alguma.

“The Right To Go Insane”: Uma linha de baixo barulhenta nos leva a um riff arrastado e pesado que nos faz lembra novamente do Megadeth dos anos 90. Depois de 3 minutos a música ganha um gás e dai é o inferno na Terra. Solos pra lá e pra cá enquanto a guitarra base vem martelando tudo até o final da faixa.

ENDGAME não apenas tem tudo para ser o melhor álbum do Megadeth depois de quase uma década (muito bom se considerarmos o quão bom foi o “United Abominations”), mas em um ano cheio de ótimos álbuns, “Endgame” é definitivamente o melhor.

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Sobre Daniel Molina

Nascido em 79, professor de inglês e tradutor. Conheci o metal e suas várias vertentes através de um amigo do meu irmão no final dos 80, onde em 89 acabei me deparando com Megadeth dentre os vinis que estava ouvindo e foi amor à primeira ouvida, uma paixão que dura 20 anos. Apaixonado por thrash metal, especialmente Bay Area e East Coast mas também aficcionado por NWOBHM, Hard e Death. Com o passar do tempo percebi que o rótulo é o que menos importa e sim o tipo de música que nos agrada, mas apesar de tudo, thrash sempre acima de tudo. Já trabalhei com vários sites, cobrindo shows e fazendo entrevistas mas sempre tocando a Rust In Page por amor ao Megadeth, e hoje além de dedicação total ao meu trabalho salvo bastante do meu tempo para manter a página rolando firme e forte e mantendo os Droogies brazucas informados.

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