Esta matéria foi publicada em 15/03/10. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Confira alguns trechos da matéria:
“O que é isso, minha filha? Que barulho todo é esse? Vai sair com roupa de funeral?”. Essas foram as primeiras perguntas que Natália, 18, escutou da família quando começou a mudar seu estilo musical, há 5 anos atrás. Como muitos adolescentes e jovens, Natália se identificou com os riffs pesados, bateria rápida, vocais rasgados e visual diferenciado do IMMORTAL, banda norueguesa de black metal, vertente musical que ficou conhecida por pregar o satanismo em suas letras. A paixão pela música pesada fez com que Natália aprendesse a tocar guitarra, baixo e bateria, para desespero dos pais, que sonhavam em ter uma bailarina com tendência à música clássica. “Meus pais estavam acostumados ao tipo ‘princesinha de contos de fadas’, com quarto cor-de-rosa e cheio bonecas. Hoje, eles têm que lidar com minhas opções, com meu novo jeito de encarar as coisas”, afirma a jovem, que está no segundo ano da faculdade de Jornalismo.
Mas Natália não está sozinha. O número de mulheres que escutam, participam e se envolvem com música pesada aumenta cada vez mais, conquistando reconhecimento e produzindo material de qualidade. É o caso da carioca Maria Fernanda, 25 anos, guitarrista das bandas IMPACTO PROFANO e BELIAL WAR e responsável pela assessoria de imprensa da produtora Mysterian Art [especializada em produções e mídia para bandas de metal]. Conhecida como Succubus Kalls, a musicista já tocou em outras bandas, sempre militando diretamente na cena, produzindo shows, escrevendo resenhas e trabalhando no apoio do espaço underground. Nas duas bandas em que toca, Kalls executa riffs que vão de encontro ao gênero rotulado como black metal.
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Otimista, a guitarrista e produtora acredita que “talvez o que falte para que mais mulheres se identifiquem com o heavy metal é que todas aquelas que já gostam do estilo apareçam. Apesar de o público de heavy metal (principalmente dentro do metal extremo) ainda ser majoritariamente masculino, a presença feminina em eventos do estilo - em cima do palco ou na plateia - é cada vez maior. Também percebo muitas mulheres se envolvendo com assessoria de imprensa, empresariamento e produção de eventos. Acho que o caminho é esse”, pontua.
Para ler a matéria completa, acesse
http://www.sistemaodia.com/blogs/bailarina-que-nada-72143.html
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