Esta matéria foi publicada em 13/05/10. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
O cantor de rock DAVID LEE ROTH foi uma marionete, um pirata, um poeta, um mendigo, um peão, e um rei, de acordo com seu sucesso de 1986 "That's Life."
Uma coisa que ele nuca foi, de acordo com seu publicitário, é casado com Jo Ann Fonzone de Allentown.
Mas durante os últimos quatro anos, Fonzone, advogando em causa própria, vem tentando se divorciar do cantor do Van Halen perante a Corte do Condado de Lehigh. E porque ela não tem condições de arcar com as despesas, o Condado de Lehigh a dispensou do pagamento de custas processuais.
Roth é um dos 18 réus que Fonzone tomou como alvo em aproximadamente duas dúzias de processos judiciais, queixas e recursos em cortes federais e locais desde 1997. Esses processos exigiram incontáveis horas de juízes, advogados, serventuários e réus. E porque Fonzone não tem muito dinheiro, alguns foram ajuizados às custas de condados e do governo federal. Em apenas dois casos Fonzone teve sucesso.
“Quando os serventuários a vêem, todos querem sair correndo,” disse Susan Bloom, chefe adjunta de registros judiciais do condado de Lehigh, explicando que que Fonzone toma muito do tempo do pessoal da corte.
Fonzone inadmite qualquer insinuação de que ela esteja sobrecarregando o sistema.
“Desperdiçar o tempo da corte? Se eles acusassem criminosos nesse condado e não as vítimas, eu não precisaria entrar com processos,” ela disse.
Fonzone e outros que ajuizaram processos em seu próprio favor tem direito de ajuizar quantos quiserem. Enquanto alguns podem ver esses ajuizamentos como uma sobrecarga, eles refletem um princípio básico do sistema judiciário americado, disse Mark C. Rahdert, um professor de direito da Temple University's Beasley School of Law.
“Há um direito reconhecido de acesso às cortes e é reconhecido como um dos direitos básicos dos cidadãos dos EUA,” disse Rahdert. “Acho que nosso sistema judiciário é confuso em muitos aspectos, mas acho que temos um dos melhores sistemas no mundo e parte da razão disso é a acessibilidade.”
Os casos de Fonzone frequentemente envolvem uma celebridade. Juntamente com Roth, ela prestou alegações contra Cary Woods, um executivo de filmes de Hollywood que produziu “Pânico”, “Swingers”, “Rudy” e “Uma noiva e tanto.” E na corte criminal de Lehigh, um juiz ordenou que ela se afastasse de Judy McGrath, CEO da MTV Networks, depois da alegação de que ela tentou tirar um cartão de crédito no nome dela
Fonzone disse que ela não pode produzir fotos dela com Roth ou uma certidão de casamento; ela disse que ela os deixou na Califórnia quando ela deixou Roth em 1993. Ela também afirma em documentos da corte que Roth usou o número de Seguro Social dela para obter uma linha de crédito de 50 milhões de dólares.
O condado de Lehigh vai pagar a conta do caso de divórcio porque Fonzone com sucesso argumentou que sua renda era baixa o suficiente para legitimá-la a receber ajuda da corte para cobrir os custos. Ela também ganhou o status de estado de pobreza em um processo local indeferido, um caso criminal e dois casos federais fracassados, economizando para ela um total de aproximadamente 800 dólares em taxas judiciais.
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Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.
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