Esta matéria foi publicada em 12/06/11. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Na minha opinião é um filme consistente como história. O "Codigo da Vinci" pode servir como modelo. É uma trama bem articulada. Pena que tente se apresentar como verdadeira, como um documentário, um filme denúncia, quando se enquadra perfeitamente como ficção.
O Paul McCartney que todos vemos ainda em atividade, na realidade, seria um Faul (false Paul), um certo William Campbell, como o filme sugere? Para início de conversa, o exame de DNA está aí para sanar qualquer dúvida.
As "provas" apresentadas, melhor dizendo, as pistas são bem criativas, bem concebidas, tipo por uma cabeça de Agatha Cristhie, se bem que, por vezes, não sei por qual motivo, elas "se embaralham nas próprias pernas", por exemplo ao utilizar o LP Rubber Soul - a capa e algumas músicas nele gravadas - afirmando que trazem mensagens em relação à morte de Paul.... só que o referido LP que foi gravado entre junho e novembro de 1965 e foi lançado em 3 de dezembro de 1965 e, segundo o filme, o acidente que matou Paul ocorreu em novembro de 1966!!! Ou seja, algo premonitório aconteceu....
A narrativa (voz em off) atribuida a uma gravação em fita cassete de George Harrison feita no hospital, um dia após ter sofrido um atentado, está muito bem concatenada, muito bem editada para ter sido feita nas circunstâncias que o filme sugere.
Olivia, viuva de George, que segundo o filme, levou as fitas cassete para George no hospital, e o próprio Ringo que, dos quatro, é "o único sobrevivente", podem ser ouvidos sobre o tema.
Outro fato interessante é que existem versões diferentes em relação a morte de Paul e diferentes "substitutos". Na net são encontradas diversas. Quando há várias versões sobre um fato, a mentira se faz presente, sem dúvida.
Dando a minha contribuição em relação às pistas colocadas sobre a morte de Paul, tem a música "All we need is love" em que há uma alternância entre compassos, ora 4/4 ora 3/4, querendo dizer que agora ele são 3... "Get back" também sugere na letra que William Campbell volte a ser William Campbell. Com criatividade e determinação conseguimos "pistas indiscutíveis". Basta conhecer a obra dos Beatles e se dedicar. Que tal lançar que o mesmo aconteceu com Ringo.
TODOS OS QUATRO, HOJE, ESTÃO MORTOS. DOIS DELES TÊM CLONES.
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