Esta matéria foi publicada em 22/01/12. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Jeb Wright da Classic Rock Revisited, conduziu uma entrevista recente com o guitarrista do MÖTLEY CRÜE, Mick Mars. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.
Classic Rock Revisited: Você acha que o Mötley Crüe vai continuar fazendo estes tipos de residências, como os shows realizados em Las Vegas em fevereiro?
Mick: É uma coisa legal que fizemos, e convidamos outras bandas a fazer a mesma coisa. Mas não sei se continuaremos fazendo isso. Nós vamos dar uma olhada e pensar melhor. Para mim, pessoalmente, eu gosto de entrar no ônibus toda noite e viajar e ver o mundo todo, mas teremos que ver como isso vai funcionar.
Classic Rock Revisited: Estão surgindo vários boatos de que o Mötley Crüe está trabalhando em um novo álbum.
Mick: Nós estamos trabalhando em várias coisas. Queremos fazer algo como o Crüe Fest. A música está realmente descontrolada e ficando cada vez mais estranha. É ridículo o que está acontecendo. Acho que no futuro as bandas deverão ser mais entrosadas e isso vai fazer valer a pena e as pessoas irão assitir. Eu posso te dizer que eu estou escrevendo um novo material. Nikki Sixx também está. Espero que tenhamos um novo disco em 2013.
Classic Rock Revisited: Vários fãs se preocupam com você por causa de seus problemas de saúde. Você ainda consegue fazer uma turnê?
Mick: É como eu sempre fiz, eu ainda tenho condições de fazer uma turnê. É uma daquelas coisas que eu considero inconveniente. É claro, tem dias que eu estou pior e aquelas dores em meus quadris sempre aparecem. Existem dias bons e dias ruins, isso é mais inconveniente do que qualquer outra coisa. Eu não me sinto doente. Há muitas pessoas que sofrem com esse tipo de problema e elas vão ao médico e ele diz que elas podem ficar em uma cadeira de rodas. Meu conselho para essas pessoas é que procurem outro médico, porque ele está errado. Tem coisas que não são legais, mas há algumas vantagens - por eu estar um pouco "dobrado". Eu posso sempre ver a minha guitarra. Se eu estivesse em linha reta eu não seria capaz de me ver tocando «risos».
Classic Rock Revisited: Você sempre foi o mais tranquilo do Motley Crue?
Mick: De certa forma sim, mas eu sou mais do que um companheiro de banda quieto. Olha, eu adoro música, mas eu me mantenho em cima dos negócios, pois música é um negócio. Eu amo escrever música, viajar e ser pago para ver o mundo, mas você tem que manter seus olhos em tudo que está acontecendo ao seu redor.
Classic Rock Revisited: Como afirmado anteriormente, você é o mais tranquilo da banda. Como você lidou com coisas como o acidente de carro de Vince Neil e a overdose de Nikki?
Mick: Quando você ouve sobre estas coisas, isso te deixa bem confuso. Tudo o que você pode fazer é aceitar o que está em sua mente. Quando Nikki teve uma overdose, eu realmente não sabia o que dizer a ele. Eu apenas disse: "Bem, Sixx, essa foi boa". Vou dar um exemplo de como isso fodeu tudo, foi quando nosso tour manager nos disse: "Teremos que dizer as pessoas da Europa que as datas da turnê serão canceladas, pois Nikki teve uma overdose". Eu fiquei tipo, "Oh meu Deus, o que vamos dizer a eles?". Eu já estava chateado porque era o meu baixista que estava tendo uma overdose e tudo que eu podia fazer era dizer a ele: "Cara, não faça mais essa merda. Você vai ficar muito viciado nessa merda e vai ficar ruim".
Classic Rock Revisited: Ouvi dizer que você está fazendo um álbum solo.
Mick: Eu estou pensando sobre isso. Não há nada cocreto ainda e todo mundo está dizendo que eu estou fazendo um álbum de blues. Será um álbum de blues em si, mas será do jeito que Edgar Winter interpreta o blues. Ele tem o sentimento dos anos 70 mas eu farei um estilo mais atual. Eu quero misturar os dois estilos juntos. Eu sou um cara old-school e tudo o que eu escrevo eu sempre me pergunto: "Será que poderei tocar isso no mesmo palco que o Mötley Crüe?". Se a resposta for "não", então eu deixarei para outra ocasião. Eu tenho que me sentir bem com o que estou fazendo ou voltar atrás e começar do zero.
Leia a matéria completa no Classic Rock Revisited.
http://www.classicrockrevisited.com/interviewmickmars.htm
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Nascido no interior de SP no dia 15/12/1986, em uma cidade chamada Ilha Solteira, Samuel Coutinho se entregou ao heavy metal logo na adolescência. Seu forte sempre foi o heavy metal melódico, variando desde o prog-metal até ao power-metal.
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