Queensryche: Ultimate-Guitar.com entrevista Michael Wilton

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Queensryche: Ultimate-Guitar.com entrevista Michael Wilton

Traduzido por Nathália Plá | Fonte: Blabbermouth.net

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Matéria publicada em 28/04/12. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

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Steven Rosen do Ultimate-Guitar.com entrevistou recentemente o guitarrista Michael Wilton do QUEENSRŸCHE. Seguem alguns trechos da conversa.

Ultimate-Guitar.com: O "Dedicated To Chaos" foi um álbum com uma sonoridade diferente de outros discos do QUEENSRŸCHE. Ele conseguiu levar a banda a um som mais moderno?

Michael: Você nunca sabe, e é um tiro no escuro. Acho que, como artista, você tem de seguir seu instinto. Se cair no gosto público, é melhor ainda.

Ultimate-Guitar.com: Qual foi a reação ao "Dedicated To Chaos"?

Michael: Ele foi lançado pela Roadrunner Records e fizemos turnê intensamente em 2011. Acontece que o QUEENSRŸCHE tem seu principal corpo de trabalho que são os grandes álbuns e quando você toca ao vivo, você tem de dar ao público as favoridas. Então, com qualquer música dos últimos álbuns, pós 97, você tem de dar uma temperada. Elas se mesclam bem. Mandamos uma música do "Chaos", as pessoas ficam observando, mas então é como, "Olha, funcionou". Certas músicas nos álbuns mais antigos, porque a gente fazia muita turnê na época e as escrevíamos juntos, elas dão certo ao vivo. Antes dos equipamentos modernos, era assim, "Vamos ativar a criatividade e compor juntos". Essas tendem na maior parte a se traduzir muito bem ao vivo. Às vezes você fica excessivamente criativo com os equipamentos e soa bem no computador, mas quando você toca ao vivo, é algo diferente. Você tem de fazer alguns ajustes aqui e ali.

Ultimate-Guitar.com: Você teve um projeto paralelo em 2004 chamado SOULBENDER. Você vai gravar mais com aquela banda?

Michael: Eu planejo fazer isso e nós temos todas as demos para o segundo álbum. O núcleo da banda se desintegrou, então a coisa parou. É uma coisa purista, então tem de ser algo realmente especial e eu não quero fazer por partes. Eu quero que seja uma banda, então algum dia será.

Ultimate-Guitar.com: E o WRATCHET HEAD?

Michael: É uma diversão e é mais rock e progressivo no seu natural e com muita guitarra. Então eu tenho isso. Eu já gravei muita coisa para filmes e televisão e várias mídias diferentes. O Scott Rockenfield «baterista do QUEENSRŸCHE» e eu fizemos um CD chamado "Mosh Pit" que saiu pela Sonoton na Áustria e foi distribuído no mundo todo. Eu toquei em vários programas de TV, desde programas de esportes até de culinária; talvez você ouça um som de fundo com guitarra e bateria ali e provavelmente é o Scott e eu.

Ultimate-Guitar.com: Tanto o SOULBENDER quanto o WRATCHET HEAD foram bandas mais pesadas que o QUEENSRŸCHE. É aí que seu coração realmente está musicalmente?

Michael: Quando você vai crescendo como músico, você começa a desabrochar naquilo que você gosta e na forma que você toca. A forma como isso se desenvolve é percebida de diferentes formas por todos. É realmente estranho. Eu posso fazer um som e tocar blues como um cara dos blues. Eu já toquei com o Lee Oskar do WAR porque ele mora aqui em Seattle. Eu posso fazer isso, mas eu definitivamente gosto é do rock e definitivamente gosto é do hard rock e definitivamente gosto duma área semi-progressiva do rock.

Ultimate-Guitar.com: O QUEENSRŸCHE dá espaço a todos esses estilos?

Michael: O QUEENSRŸCHE, na maior parte, se encaixa nisso tudo. Nós temos umas músicas bem divertidas de se tocar na guitarra. Nosso atual guitarrista, Parker Lundgren, quando estava trabalhando no aprendizado das músicas do "Rage For Order", ele não compreendeu a fundo o quão divertidas e desafiadoras as partes de quitarra são.

Leia a entrevista na íntegra (em inglês) no Ultimate-Guitar.com:

http://www.ultimate-guitar.com/interviews/interviews/queensr...

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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