Max Cavalera: "Tenho sorte por conseguir cagar riffs"

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Por Nacho Belgrande, Fonte: Playa Del Nacho
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Por Dave Everley para a edição inglesa da revista METAL HAMMER – março de 2012
Traduzido por Nacho Belgrande

Oito discos depois, ficou mais fácil compor um disco do Soulfly?

Fica mais difícil criar novas ideias, conceitos e sons. Mas também é divertido. Tenho sorte por conseguir cagar riffs.

Como você decide quais músicas acabam no Soulfly e quais acabam no Cavalera Conspiracy?

Eu sempre trabalho com uma bateria eletrônica velha e um gravador de quatro pistas antigo. Eu acabo escrevendo todas elas e colocando-as em CDs diferentes. Depois, eu decido que riffs deveria ir pro CC e quais vão pro Soulfly e alguns que não vão pra lugar algum.

Como é ter três de seus filhos no estúdio com você? Eles tentam mandar em você de vez em quando?

Foi a realização de um sonho. Eu sou o pai mais orgulhoso de todos os tempos. Eu e Zyon trabalhamos em ‘Revengeance’ no começo. E daí veio o Igor e mudou a música inteira. Daí o Zyon ficou puto, e eu tive que entrar no meio deles, e mandar todo mundo se acalmar. Nós acabamos usando dois dos riffs novos de Igor. Na verdade, todas as guitarras-base daquela música foram gravadas por Igor.

Com o que o baterista David Kinkade colaborou?

Extremidade. Que o motivo pelo qual o escolhi. O pedal duplo dele é sinistro.

Quem você adoraria ter como convidado em um disco do Soulfly?

Ozzy e Lemmy, dividindo os vocais comigo. Ozzy é o padrinho do Metal, Lemmy é o padrinho do Thrash Metal, e eu seria como o afilhado! Triple-X Metal Assault!

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande foi desde 2004 um dos colaboradores mais lidos do Whiplash.Net. Faleceu no dia 2 de novembro de 2016, vítima de um infarte fulminante. Era extremamente reservado e poucos o conheciam pessoalmente. Estes poucos invariavelmente comentam o quanto era uma pessoa encantadora, ao contrário da persona irascível que encarnou na Internet para irritar tantos mas divertir tantos mais. Por este motivo muitos nunca acreditarão em sua morte. Ele ficaria feliz em saber que até sua morte foi motivo de discórdia e teorias conspiratórias. Mandou bem até o final, Nacho! Valeu! :-)

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