Esta matéria foi publicada em 11/09/12. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
É com este respeito aos admiradores de seu trabalho que o LOTHLÖRYEN vem angariando cada vez mais seguidores ao seu Power Metal extremamente carismático. Em uma entrevista exclusiva para o site Metal Media, o grupo conta um pouco de sua carreira, de seus altos e baixos, e claro, algumas polêmicas.
Respondida pelos músicos Leko Soares e Daniel Felipe, a entrevista bem descontraída e relevante, mostra outra faceta da banda. Confira alguns trechos:
- Um pouco antes do lançamento de ‘Raving Souls Society’ o Lothlöryen teve uma mudança traumática na formação: os vocais. Hoje já sabemos que Daniel Felipe não só segurou as pontas, como também trouxe muito de positivo para o grupo. Mas como foi naquele momento da troca? Vocês pensaram em acabar com a banda?
Daniel Felipe: A resposta tem dois pontos de vista inevitáveis, né? O do cara que entrou e o dos caras que receberam. Eu, Daniel, posso dizer que tudo rolou de uma forma muito fácil e natural, pois já era amigo da galera desde 2005 e mantinha contato constante com eles, especialmente o Leko, o que se intensificou em 2009, quando gravei os backing vocals no “Some Ways Back no More”. Daí, quando eles tiveram problemas, ajudei-os em uns shows importantes em 2010. Depois, veio o novo álbum e gostei muito da proposta de sonoridade da banda, de modo que sentamos juntos e finalizamos as composições. A partir daí, eles me subornaram com cerveja, doce de leite e pães de queijo e tudo rolou (risos).
Leko Soares: De fato, tinha tudo pra ser traumático, até porque na época que o Léo sumiu de vez, tínhamos um show marcado em Curitiba em um festival animal que era tudo o que estávamos querendo naquele momento. Ainda bem que a ideia do Daniel substituir o Léo naquele show foi automática e como tínhamos o Roça n’ Roll logo adiante, sabíamos que precisaríamos do Daniel mais um pouquinho. Como todo mundo sabe, esse “pouquinho” foi durando e hoje com certeza não precisamos mais ficar olhando pra trás.
- Uma característica marcante sempre foi a relação da banda com o público. Poucas bandas tem essa ‘intimidade’ com os apreciadores de sua música. Quando vocês perceberam que essa proximidade era necessária? Até que ponto isso implica no comportamento da banda?
Daniel Felipe: Essa proximidade se percebe desde logo, desde que você funda uma banda e se imagina tocando pra milhares de pessoas (risos). Um artista sem público é um artista incompreendido ou expressa de forma desagradável sua arte. Vale trazer a frase do mineiro Milton Nascimento “o artista tem que ir aonde o povo está”, afinal ele leva uma mensagem em sua arte! A banda sempre vai ter essa postura de conversar com todos e aproximar-se cada vez mais da galera. E que os apreciadores de nossa música tornem-se apreciadores, também, de nossa cerveja e do hidromel Valkyria Lothlöryen (risos), com moderação…
Leko Soares: Minha forma de pensar quanto a isso é simples: Nesses anos de estrada, geralmente os caras mais gente fina são os que estão mais estabelecidos, são aqueles que de fato são relevantes na cena. Partindo desse ponto, quem somos nós pra desprezar qualquer fã ou admirador da banda que seja. A banda vive pra eles, sem os fãs não somos nada, a inspiração esgota e tudo se esvai.
- Uma das novidades desta nova turnê é o formato ‘acústico’ que vocês oferecem como opção para os produtores, como surgiu a ideia? Quais são as diferenças em cima do palco? Este formato é apenas pontual, ou vocês pensam em gravar deste jeito também?
Leko Soares: A ideia do acústico na verdade surgiu em 2011 quando recebemos um convite para tocar no Jantar Medieval em Cosmópolis. Esse evento é promovido pela galera do Taberna Folk e é de fato, uma viagem de volta no tempo. Não dava pra gente recusar o convite e nos esforçamos pra tirar alguns sons medievais e dar uma roupagem diferente para as nossas músicas. No fim das contas agente curtiu tanto o resultado que mantemos essa alternativa para os shows. Nós pensamos sim em gravar algo acústico até porque as nossas músicas soam muito bem nesse formato e tocar em eventos mais voltados para a cultura Medieval e RPGísticas é uma das nossas metas daqui pra frente pois gostamos muito do clima que rola nesses eventos. Sem contar que a galera chapa pra caralho e o Hidromel é sempre de boa qualidade, (risos).
Leia a entrevista completa pelo link abaixo.
http://metalmedia.com.br/newspress_br/?p=10174

Contato para shows e merchandise: [email protected]
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Responsável pela Metal Media Management, cresceu ouvindo clássicos do Rock n' Roll e Heavy Metal por influência de seus pais. Em 2007 iniciou sua carreira na área da música trabalhando em uma gravadora nacional e fundando uma assessoria de comunicação voltada a bandas de Rock/Metal. Hoje, com grandes nomes no Roster, a Metal Media é uma das empresas que mais apoia e acredita no Metal Nacional.
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