Esta matéria foi publicada em 10/09/12. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Recentemente Toby Cook do The Quietus conversou com o vocalista do JUDAS PRIEST sobre a edição especial de “Screaming for Vengeance”, que comemora os 30 anos do álbum. Veja abaixo os principais trechos da entrevista.
The Quietus: Chegando nesse ponto, após “Point of Entry” que, sem ser desrespeitoso, não foi lá muito bem recebido, quais são as lembranças deixadas pela época de “Screaming for Vengeance”?
Rob Halford: Bem, Acho que é justo dizer que toda vez que escrevemos músicas para um novo álbum, não pensamos muito sobre um “plano de ataque”. E acho que isso é realmente bom, já que como um músico, uma vez que você começa a planejar demais, colocando os planos antes de tudo, isso interfere com o seu modo de compor. É uma pressão desnecessária, além daquela que já está lá quando você começa a ficar famoso, aquela que todos põem em você: Os agentes, a gravadora, os produtores, e se você não tomar cuidado pode acabar afundando com isso. Tudo que me lembro de “Screaming for Vengeance” é que nós todos realmente queríamos voltar para as gravações em Ibiza. Quem não iria querer? Só pensávamos em gravar outro disco, já que estávamos sob contrato e com um prazo de tempo apertado. Foi isso que fizemos.
Rob Halford: O interessante é que você não foi a única pessoa a falar assim do “Point of Entry”, mas é até perigoso falar que um álbum teve mais sucesso que o outro. É isso que faz você humano. Quando você vê todas as bandas de rock ou metal que já estão na estrada há um tempo, há pontos em que um disco teve mais apelo ou vendeu mais que os outros. Você não pode simplesmente apontar o porquê, mas após “Brithish Steel”, que teve bastante sucesso, segui-lo de “Point of Entry”, como fizemos, era o melhor que podíamos fazer naquele momento.
The Quietus: O quanto a fama do JUDAS PRIEST afetou o álbum?
Rob Halford: Há algumas coisas importantes que todas as bandas devem considerar. Quando você está dormindo na traseira de sua van, e todos nós fizemos isso, você obviamente se comporta diferente, como quando fizemos “Rocka Rolla”. Não é o mesmo que estar em um belo estúdio em Ibiza. Assim que as portas se fecham, você pode estar em qualquer lugar do mundo que ainda vai se lembrar quem você é que está tentando fazer novamente o melhor trabalho possível. Não acho que você relaxa quando vira famoso. Se você o faz, é um idiota, já que as pessoas não compram porcarias. Assim que funciona: se você faz péssimos discos eles não têm valor para ninguém, e acho que o PRIEST nunca esteve deste lado da moeda. Sempre fazemos o melhor possível, não importa o que aconteça.
The Quietus: E claro que este também é um álbum que lançou o JUDAS PRIEST na América. O que o “Screaming for Vengeance” tem que os ajudou a fazer sucesso por aqui, mais do que vocês já tinham feito?
Rob Halford: Somente as conexões com as rádios de rock and roll, que ainda são vitais para qualquer banda na América. Não importa quem você é, se você quer estourar nos Estados Unidos, você precisa ter algo que é tocado nas rádios, mesmo em um mundo com Internet. [...]
Para a entrevista completa, em inglês, acesse o site The Quietus no link abaixo.
http://thequietus.com/articles/09964-rob-halford-interview-judas-priest-screamin...

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25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.
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