Esta matéria foi publicada em 30/11/12. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Brian Aberback da Patch.com recentemente conduziu uma entrevista com o frontman do MEGADETH, Dave Mustaine. Alguns trechos da conversa você confere abaixo.
Patch.com: Como estava o humor da banda quando vocês entraram no estúdio para gravar "Countdown To Extinction" 20 anos atrás?
Mustaine: Nós estávamos realmente excitados sobre o que estava acontecendo naquela hora. A indústria da música estava muito confusa com o sucesso do NIRVANA e todas as bandas grunge. A única esperança real do metal era o que nós estávamos chamando de poseur metal, como DEF LEPPARD. Nós estávamos por nossa conta e tomamos uma decisão: Iríamos escutar os selos, que queriamque fizéssemos um álbum alternativo, ou seguir o caminho do DEF LEPPARD . Nós não queríamos fazer nem uma coisa nem outra, o que não era quem nós éramos. A única opção que tínhamos era de seguir os nossos corações e fazer o que achávamos que era certo, o que foi uma experiência para nós, um disco de metal melódico, embora não comercial.
Patch.com: É o show mais elaborado ou de volta ao básico?
Mustaine: Nós adicionamos produção de vídeo para o nosso show. Nós tentamos algum pyro, que é legal, mas eu acho que as bombas de efeito moral são uma espécie de passé. Então, eu tenho um diretor de vídeo fabulosamente talentoso, Charles Terrell, ele trabalhou com Trent Reznor e Bruce Springsteen, para dar uma idéia de seu calibre, e ele fez suas próprias interpretações das canções. Não havia um vídeo onde eu tinha que ir de volta e dizer: "Eu preciso que você mude alguma coisa." Ele conseguiu. Fazer algo como isso sempre foi uma questão de acessibilidade e eu finalmente disse: "Eu não me importo com o que aconteça, eu sou bem sucedido, eu tive uma grande corrida. Se formos pro buraco e eu tenho que usar minhas economias para mudar a banda de uma banda normal com um pano de fundo para com produção realmente inacreditável, eu estou nessa para isso. " Uma coisa é ver o MEGADETH e uma coisa é ouvi-lo, mas outra coisa é sentir.
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Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).
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