Esta matéria foi publicada em 04/12/12. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

O Guitarhoo! entrevistou recentemente o ex-guitarrista do JUDAS PRIEST Kenneth "K.K." Downing. Seguem alguns trechos da conversa.
Guitarhoo!: O que te levou à formação do JUDAS PRIEST?
Downing: Como já disse várias vezes, o JUDAS PRIEST era uma ótima banda de blues comandada principalmente por Al Atkins, mas após ter perdido tragicamente seu guitarrista, eles debandaram. Eu fiz teste para o trabalho, mas não era tocador de blues. Posteriormente, o Al estava nas salas de ensaio e viu o que eu, o Ian Hill e o baterista John Ellis estávamos fazendo. O Al concordou em entrar, então nasceu o JUDAS PRIEST #2. O Al era excelente pois nunca tentava nos empurrar em direção ao blues, pelo contrário, entrou na nossa, seguindo na nova direção que buscávamos seguir.
Guitarhoo!: O JUDAS PRIEST foi referido como uma banda de heavy metal desde seus primórdios, além desse, a qual gênero a banda poderia ser associada?
Downing: Para começar acho que éramos conhecidos como banda de blues progressivo, depois progressivo, depois rock, depois hard rock, depois heavy rock, depois heavy metal. Tudo isso num espaço de uns cinco anos.
Guitarhoo!: O último álbum do JUDAS PRIEST, "Nostradamus", não se assemelha a nada que a banda tenha lançado antes. As texturas exuberantes, arranjos sinfônicos épicos entrelaçados com as guitarras com metal e groove e um tema conceitual sobre o escrito do século 16, Nostradamus. Quem na banda deu início ao conceito e à direção desse álbum?
Downing: Depois de termos discutido as coisas, todos sentimos que seria uma oportunidade de extravasarmos. Acho que nós também ficamos animados em mostrar que musicalmente nós éramos mais competentes do que alguns pensavam.
Guitarhoo!: Por quanto tampo vocês trabalharam no álbum, desde o início até o fim?
Downing: Acho que ficou pronto bem rápido, considerando o porte do projeto. Não sei ao certo quanto tempo levou.
Guitarhoo!: Você tem um estúdio doméstico? Você pode dar um apanhado de alguns dos equipamentos de sua preferência para gravar?
Downing: Sim, faço a maior parte do meu trabalho em casa. Acho que muitos músicos que trocam de equipamento anualmente como nós estão tentando melhoras as coisas cada vez mais. Não me recordo de permanecer estático relativamente a meus sons quando gravo. Ainda assim, quando o álbum está concluído eu frequentemente fico encantado com o quão bom ele ficou.
Guitarhoo!: Após ser um dos membros fundadores do PRIEST e ter uma carreira longa e bem sucedida com a banda, você se aposentou em 2011. O que te levou a essa decisão?
Downing: Já estava acontecendo um colapso progressivo nas relações de trabalho entre eu, elementos da banda e a produção há algum tempo.
Guitarhoo!: Olhando para sua carreira, quais são suas memórias mais preciosas?
Downing: Eu não consigo listar os altos e baixos pois são tantos a serem mencionados. Exceto por ter chegado aonde estou, e é tudo graças aos leais fãs.
Leia a entrevista na íntegra (em inglês) no Guitarhoo!
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Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.
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