Em 03/04/2013 | Megadeth: Dave Mustaine comenta faixas do novo álbum

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Megadeth: Dave Mustaine comenta faixas do novo álbum

Traduzido por Alexandre Caetano | Fonte: Blabbermouth

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Matéria publicada em 03/04/13. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

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Bob Nalbandian, do podcast Shockwaves/HardRadio, conduziu recentemente uma entrevista com o líder do MEGADETH, Dave Mustaine. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo (transcritos por Blabbermouth.net).

Sobre a faixa título do novo álbum do MEGADETH, "Super Collider":

Mustaine: Eu estava em Santa Barbara e peguei o USA Today, um jornal, e comecei a ler há muito tempo atrás porque tinha Sudoku. Estou um pouco decepcionado com um monte de pontos de vista do jornal, mas eu meio que me acostumei a ler por causa das palavras cruzadas - porque eu adoro palavras cruzadas; eu gosto de enriquecer meu vocabulário. E havia uma história lá sobre como eles finalmente identificaram a massa ao redor das moléculas e coisas do tipo; chama-se Boson de Higgs, e tinham feito isso com o 'Super Collider' (Supercolisor). E eu pensei, 'Wow, que história legal.' Na verdade, chamaram isso de 'Partícula de Deus'. E eu pensei, sabendo o quanto as pessoas são intolerantes com minha fé, e pensando que isso vai mudar quem eu sou como pessoa - que de fato mudou - e que isso também influenciaria na mudança do meu jeito de tocar, que não aconteceu, eu não quis ter uma música chamada 'God Particle' (Partícula de Deus), mas todos os lugares têm seus idiotas, e infelizmente para mim, um monte deles me segue na internet. Então optamos pelo título “Super Collider”. E essa primeira música é meio que uma canção sobre não importa o quanto as coisas estão ruins, venha comigo, vamos pegar a estrada, sair e viver grandes momentos e nós vamos ficar juntos até o fim do mundo, por assim dizer, quando o mundo explode como um 'Super Collider'. Porque toda a teoria do supercolisor é de átomos girando um dentro do outro a milhões de quilômetros por hora, eu acho. Eu adoro o conceito, adoro o trabalho artístico que temos para essa gravação - é o Hadron Collider (acelerador de partículas), e essa é uma máquina notável. E se você olha para o Super Collider, a coisa em si - se ele faz alguma coisa boa pra caralho ou não, ninguém sabe na verdade - eu não sei como isso vai se relacionar com a queda do preço da gasolina ou qualquer coisa assim, ou levar as pessoas a pararem imediatamente de querer viver a vida dos outros e o emburrecimento da América... Mas é muito legal se você pensa no quanto isso é grande. Muitas fotos na 'net vão mostrar esse maquinário enorme e os caras do tamanho de formigas perto dele. E a foto que usamos para nossa capa foi, como eu disse, a do Hardron Collider, que é uma coisa linda, cara. A ciência é muito interessante. Quer dizer, eu não acredito em evolução, acredito na criação, então a ciência só me faz viajar, eu gosto muito de ver a coisa toda que é montada com os tubos e os túneis e os reatores e todo o material envolvido nisso. Você tem que conferir.

Sobre como a mudança de gravadora antes de gravar "Super Collider" afetou a direção musical do álbum:

Mustaine: Na forma que nós organizamos [as músicas para o novo álbum], quando estávamos no estúdio. Primeiro fomos lá e conversamos um pouco com [o produtor] Johnny [K] sobre o que fazer. Eu sinceramente não tinha nenhuma música escrita para gravar; Tinha umas partes, mas nenhuma música. E sabendo que nós tínhamos assinado com a [nova gravadora] Universal e o quanto este acordo foi grande, tendo o CAA como nosso agente e sendo uma banda com gestão do Career Artists Management, com o [Irving] Azoff e sua equipe, sendo parte de toda a família Live Nation e tudo, cara, não poderia ser melhor. Então a pressão apareceu mesmo. Sem ofensas à Roadrunner [gravadora anterior do MEGADETH]; eles serviram a um propósito para nós e tem algumas pessoas lá que são muito gente boa, nós olhamos para trás com carinho em relação àquele tempo, embora nos sentimos muito respeitados agora onde estamos. Liderando isso, antes da gravadora vir e ouvir as músicas, havia muita ansiedade e muita expectativa: 'Estamos compondo as músicas certas?', 'Estamos voltando a uma grande gravadora. Eles vão querer músicas comerciais?', 'Eles vão querer músicas para a MTv? Videotape de alguma música ou coisas do tipo?', 'Eles vão entender um pouco o antigo MEGADETH?' E eles vieram semana passada, ouviram várias músicas e ficaram muito empolgados com elas.

Sobre a nova música do MEGADETH, "Forget To Remember":

Mustaine: Meu filho Justis, que tem a carreira administrada pelo Azoff também, disse "Sabe pai, alguém já tem uma música chamada 'Forget to Remember' (esqueça para lembrar)". E eu disse, 'Eu não estou nem aí. Isso não importa. [BLACK] SABBATH simplesmente chamaram o álbum de '13', pelo amor de Deus'. Então não me preocupei em mudar o título. A música na verdade é sobre minha sogra, que contraiu o mal de Alzheimer. Eu não sei se ela contraiu ou foi diagnosticada com isso. O triste do mal de Alzheimer é que é como admirar uma escultura de gelo de alguém que você ama, derretendo diante dos seus olhos; é muito, muito doloroso. Portanto a música tem duplo sentido, onde há um cara que conversa com uma garota na música, e isso é meio como o filme 'The Notebook' (Diário de uma Paixão, no Brasil) onde a personagem piora e melhora do mal de Alzheimer e ela está presente, depois volta para Los Angeles. Então não dá para saber se de fato nessa música é uma garota que esta intencionalmente tentando esquecer um relacionamento com um cara ou se é alguém com o mal de Alzheimer, que na verdade é o tema. Eu formulei para que pudesse ser qualquer um dos dois.

Sobre trabalhar com o produtor Johnny K novamente:

Mustaine: O Johnny tem sido definitivamente um sopro de ar fresco. Eu fiz várias faixas desse novo álbum. Ele teve que ir pra casa para trabalhar em um novo projeto, e eu o apoiei totalmente nisso, porque você tem que tratar bem as pessoas nesse ramo. Quem me conhece sabe que a reputação que eu tenho é uma bobagem e que eu sou uma pessoa totalmente diferente do que dizem por aí. E quando ele disse que precisava ir e trabalhar em outro projeto, eu estava lá com ele. Eu disse, 'Você tem que tomar conta desses caras. Você tem que manter sua palavra. Você tem que fazer a coisa certa.' E ele foi. Eu me juntei com um cara chamado Cameron Webb, que está produzindo o novo álbum do MOTÖRHEAD agora. Um grande engenheiro para esse projeto; ele é um grande produtor, de sua própria maneira. E nos demos bem, trabalhamos por três semanas, direto, editando todas as faixas base para o disco.

Sobre se os outros membros do MEGADETH estiveram mais envolvidos no processo de composição do novo álbum:

Mustaine: O Chris [Broderick, guitarrista] esteve mais envolvido na composição, o Shawn [Drover, baterista] continua meio que no mesmo patamar, apesar de nós não termos terminado todas as letras [até essa entrevista]. Mas o Shawn está feliz só por estar aqui. David Ellefson [baixista] apresentou um monte de música, e neste ponto, exatamente agora, acho que ele está... um de seus pontos mais fortes são as letras, então temos um pouco mais de letras do que precisamos para trabalhar. E eu estou ansioso para ver o que acontece com os caras da banda nesse sentido, porque eu já cantei nove das catorze canções.

Sobre o novo selo de Mustaine, Tradecraft, que será distribuído pela Universal Music Enterprises (UME):

Mustaine: Quando recebemos proposta de ir para a Universal... Andy Gould é um agente famoso de bandas de rock, ele já trabalhou com o PANTERA e agora com ROB ZOMBIE. E o Andy tinha ido para a Universal e disse, 'A Roadrunner é o único caminho na cidade para o metal. O que você acharia se eu trouxesse ROB ZOMBIE aqui e se eu te dissesse que eu acho que eu posso fazer mais coisas pelo MEGADETH aqui?' E nós dissemos 'Estamos dentro'. Daí ele criou o próprio selo - chama T-Boy, porque ele costumava ser o cara que fazia o chá para os BEATLES, por isso ele é o 't-boy' (garoto do chá). Algumas vezes eu ouvi as pessoas dizendo que eu tinha assinado com o selo do Rob. E é, tipo, 'Não, não assinei.' eu assinei com a Universal. E quando o contrato veio, eles estavam tão felizes com a gente e com todo o resto, o modo como as coisas se desenvolveram, que eles disseram 'Hey, você quer seu próprio selo? Nós poderíamos fazer isso.' E eu achei que poderia ser ótimo, porque seria um jeito muito bom do MEGADETH acabar com algumas regras para este selo e criar alguns relacionamentos e outras coisas, caso tenhamos algum intervalo entre um trabalho e outro. Eu não sei o que vai acontecer agora, porque tudo está sendo muito legal para nós.

Sobre a música "Dance in the rain":

Mustaine: Logo que eu comecei o MEGADETH, eu tinha voltado de Nova York [depois de ter sido demitido do METALLICA], estava muito puto e não sabia se queria continuar na música, não sabia se eu conseguiria, se eu deveria, mas alguma coisa aqui dentro me guiava. Depois eu descobri que era a revanche, mas naquela época eu achava que era só raiva. E tinha um cara que eu encontrei assim que juntei a banda. Se o nome seria MEGADETH no começo ou não, não tinha importância; a banda, eu comecei logo que voltei. Esse foi o começo do MEGADETH. Eu encontrei esse cara, esse doido chamado Robbie... Eu nem sei o sobrenome dele. Mas, enfim... Ele estava tocando uns acordes bem estranhos, que eu usei na música "Looking down the cross". E eu sempre me interessei por aqueles acordes. Foi meio na brincadeira que isso foi se desenvolvendo e terminou dando corpo aos versos de "Dance in the rain". E o engraçado dessa música é que eu tinha procurado o David Draiman, do DISTURBED... Nós dividimos algumas datas da turnê e veio uma oportunidade para meio que um trabalho em conjunto. Ele veio e brincamos um pouco. Acabamos nem fazendo muita coisa juntos, mas saíram alguns trechinhos, algumas ideias que ele me deu e que acabamos usando nessa música. Nós tínhamos saído para almoçar no Pei Wei. Terminamos nossas coisas e ele voltou para o aeroporto. Eu sou um cara muito guloso, por isso peguei um punhado de biscoitos da sorte, tirei um biscoito e separei a mensagem, peguei outro e separei a mensagem. Daí eu peguei as duas na ordem inversa que eu tinha aberto. Isso foi muito importante, porque a que eu peguei primeiro era na verdade a segunda que eu abri, e dizia 'Aprenda a dançar na chuva ao invés de esperar pelo Sol.' ou algo assim. E a primeira dizia 'Um inesperado presente chegará até você imediatamente.' Então se eu tivesse aberto na ordem certa, teria dito 'Um inesperado presente chegará até você. Aprenda a dançar na chuva ao invés de esperar pelo Sol.' E eu fiquei, tipo, 'Ah meu Deus! Isso é tão legal.' Eu não acredito em sorte e todas essas coisas - acredito que tudo acontece por alguma razão - mas eu te digo, cara [risos] - claro que eu acredito em biscoitos da sorte.

Sobre a música "The Blackest Crow":

Mustaine: O slide é uma técnica que eu usava para tocar há muito tempo atrás, quando eu estava no PANIC, e eu nunca tive a chance de usar no METALLICA porque não era o estilo do som, mas eu tenho influências do sul e é 100% evidente quando você olha para o que eu compus na 'Mechanix' [música demo do METALLICA], daí quando mudamos ela e virou 'The four horsemen', a parte que eu mostrei para o James [Hetfield] e Lars [Ulrich] foi 'Sweet Home Alabama'. Porque eu era fã do [LYNYRD] SKYNYRD. Quer dizer, eu não era um caipira do sul, com calça boca de sino, mas gostava do som dos caras e tirei inspiração daquelas músicas. Então, sim, eu gosto muito do rock do sul. Um de meus guitarristas favoritos, logo que ele apareceu, foi o Zakk Wylde logo de cara. Eu achei ele praticamente perfeito, guitarrista versátil - a imagem construída, a forma como se vestia, tocava, seu visual, sua performance. E acho que todos nós meio que mudamos e crescemos e envelhecemos e nos separamos e nos cansamos, isso ou aquilo, e sempre haverá um jovem rápido no gatinho em cena, que vai chegar e fazer você esquecer seus heróis. Mas isso é uma das coisas que eu gosto no Zakk e ele deixou uma ótima impressão em mim quando apareceu. Não há muitos guitarristas como ele.

Sobre a música "Burn":

Mustaine: Obviamente a "Burn" é sobre fogo. A música é sobre alguém que tem um passado duvidoso, e ao invés de fazer o óbvio, o que a maioria das pessoas faria, escondendo o passado, ele simplesmente queima tudo. Não há provas, há apenas um monte de cinzas para trás. E se as pessoas tentam descobrir o que está por trás do cara, precisam vasculhar nas cinzas para tentar encontrar alguma prova. Não sou um incendiário - não tolero incêndios e coisas do tipo, então não quero que ninguém interprete mal essa mensagem - mas é basicamente sobre alguém que tem um passado duvidoso e está tentando construir um novo começo, mas ele está fazendo isso de uma forma bastante questionável. Agora, a parte legal disso, Chris e eu estávamos acertando quem iria fazer qual solo. O solo do meio da música eu já tinha praticamente acertado, mas aconteceu alguma coisa e a parte que ele tinha feito não soou da forma que eu queria. Daí eu só fiz uma base e fui mostrar para ele, no fim acabamos mantendo ela. Porque eu comecei a tocar, eu disse 'Só comece devagar e vai deixando mais rápido e mais rápido e mais rápido e mais rápido. Em algum momento você vai dobrar na batida, então vai continuar contra a batida, em seguida vai entrar nela de novo e depois passar’. O solo literalmente queima (burns) nessa parte, é um solo super super rápido. O que é sempre divertido - se você pode separá-lo e ele continua limpo e funciona, é sempre uma coisa boa de se fazer.

Sobre a música "King Maker":

Mustaine: Essa música é sobre a epidemia que estamos tendo em nosso país agora, da 'heroína caipira', com todos tomando analgésicos. Não é nenhum segredo que eu fiz uma cirurgia no pescoço. Acho que quando me apresentei no 'Big Four' [no estádio Yankee, Nova York, em setembro de 2011] com um colar cervical, as pessoas meio que perceberam que havia algo de errado comigo. Acontece que eu tinha quebrado um osso no meu pescoço e um caco de vertebra entrou na minha espinha, causando uma dor tremenda por muito tempo. Eu comecei a tomar remédio e me tornei dependente químico. Com a minha história de abuso dessa substância, foi mesmo muito difícil para mim, ser um viciado e um alcoólatra e então me livrar de todas essas coisas. Porque eu segui todos os doze passos, que foi realmente benéfico, mas infelizmente para mim não foi um tratamento anônimo; onde eu fosse e independente do que eu dissesse, as pessoas tocavam no assunto. Isso realmente quebrou meu anonimato. Este também é um programa baseado em Deus, mas quando eu ia falar em Deus lá, eles diziam, 'Ah G.O.D. (Deus) quer dizer Group Of Drunks (Grupo de Bêbados)'. E é, tipo, 'Não, não é isso. Você não sabe soletrar, seu retardado? É por isso que você está aqui.' Mas naquela época, isso influenciou muito em minha vida e foi muito importante, eu respeito absurdamente o tratamento e desejo a qualquer um que precise do programa dos doze passos, que encontre um... A música "King Maker" (Rei Criador) é sobre como as pessoas fogem dos próprios problemas... E tem muito disso nessa gravação bem particular - só pensando nela como, 'Aqui está o que eu consegui. O que você vai fazer com isso?' Isso diz muito sobre essa geração, com as pessoas, cujas vidas estão se despedaçando, só tomando remédio. Ao invés de juntar forças e fazer o que eu fiz, fazer a cirurgia, me livrar da medicação, eles vão continuar se arrastando até o fim da vida, através da qual elas só tomaram remédio até o corpo ser comido... E outra coisa que uma parte da música aborda é sobre quando você toma essas coisas, como elas fazem você se sentir diferente. Algumas pessoas entram nessa porque gostam do efeito que causa, porque faz você se sentir meio confortável e chapado. A música fala sobre querer voar e estar com três metros de altura. Chapar faz isso com algumas pessoas. E é algo desse tipo, eu acho, se tem um jeito de eu ajudar a educar muitos de nossos fãs, principalmente os mais jovens, que ainda têm a vida toda pela frente, não é tão glamoroso quanto você pensa, descer esse caminho só pra ver como é, se drogar e não encarar a realidade... Parte da "King Maker" para mim significa que estou pronto para olhar para trás, para todo esse episódio da minha vida, como um escravo da Big Pharma. Você não faz ideia do pé no saco que foi isso. Pronto para viajar para o exterior, e eu precisava do medicamento comigo, pois sabia que se minha mochila fosse roubada e o medicamento fosse junto eu entraria numa abstinência séria, seria hospitalizado e a turnê seria interrompida. Esse tipo de coisa é terrível. E meu coração segue com as pessoas que estão presas nesse círculo vicioso e escravizadas por entorpecentes. Sem dúvida você precisa deles se estiver com dor, mas... O problema também é por causa do rumo que as redes sociais têm tomado agora. Celebridades que têm muita influência e muita habilidade para compartilhar informação com outras pessoas, graças a essa influência. Nós podemos fazer muitas coisas boas educando as pessoas. Mas depois dos últimos episódios que vivi, dizendo as coisas e tendo pessoas tentando me atacar, quer dizer, eu não tenho medo de ninguém, mas quando chega o ponto que você fala as coisas e é totalmente mal interpretado e começa a ver jovens fãs que olham para cima, questionando o que você disse quando na verdade é 'Mas isso não foi o que eu disse. Isso está totalmente fora de contexto'. Então você acaba não dizendo mais nada.

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Sobre Alexandre Caetano

Alexandre Caetano, tem 31 anos, mais da metade dedicados ao Rock. Mora em São Paulo, é formado em ciências sociais, mas nas horas vagas arruma um tempinho para escrever e traduzir textos, para divulgar material de suas bandas favoritas!

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