Bathory é uma das maiores bandas de Metal que já existiram, simplesmente pelo fato de ser precursor do Black Metal e inventor do Viking Metal. A banda influenciou, pelo menos, 3 a cada 5 bandas que surgiriam posteriormente dentro dos estilos citados acima. O grupo - de um homem só - foi formado na Suécia em 1983, e teve seu fim em 2004, quando o gênio Thomas Börje Forsbeng, também conhecido como Quorthon, faleceu devido a um infarto. Hoje falarei sobre os três discos que, em minha opinião, são os melhores lançados pela banda.
Hammerheart (1990)
Sem dúvida alguma, além de ser o meu preferido, é o disco mais importante do Bathory e também um dos mais importantes discos do Metal, por ser considerado o primeiro disco de Viking Metal da história. Não só em Hammerheart como também em outros discos, já vi algumas pessoas causarem confusões ao pensarem que o disco foi gravado por três instrumentistas distintos, mas não, Quorthon utilizava, além de Quorthon, outros dois pseudônimos, um para tocar baixo e outro para a bateria. Isso sem contar que o músico também fazia todos os vocais, tocava guitarra, backing vocals e mais todos os outros instrumentos dispensáveis ou não.
Twilight Of The Gods (1991)
"Twilight Of The Gods", lançado um ano depois de seu antecessor "Hammerheart", segue a mesma linha de seu disco anterior, apesar de não ter recebido a mesmo reconhecimento, mas por um motivo concreto, afinal, depois da mistura entre Black Metal, vocais limpos e mitologia nórdica feita pelo Quorthon, nenhum disco que seria lançado depois seria tão genial quanto o próprio criador, mas isso não significa que “Twilight Of The Gods” não seja bom, pois é um excelente disco que conta com sete maravilhosas faixas. Além de ser muscalmente muito parecido com seu antecessor, “Twilight Of The Gods” dá, praticamente, sequência à história do disco Hammerheart.
Blood On Ice (1996)
Lançado seis anos depois do criador do disco Viking Metal, “Blood On Ice”, assim como o “Twilight Of The Gods”, segue a mesma linha musical. É um disco conceitual, e tem músicas que fogem totalmente da proposta sonora do Viking Metal, sendo músicas animadas e com uma atmosfera nada feroz e agressiva, um exemplo é “One Eyed Old Man”, que em minha opinião é a pior música já composta pelo Quorthon. Apesar da data de seu lançamento, o álbum foi gravado em 1989, mas Quorthon achou melhor não lançá-lo naquela época tanto porque o álbum não fora totalmente concluído, e também por receio da mudança drástica de sonoridade, vide que a banda tocava Black Metal em tal época.
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Brasiliense e amante do Metal, reside no exterior e tem preferência pelos subgêneros Folk, Power e Groove, mas não se limita a isso, pois também aprecia outros estilos tais como Thrash Metal, Hard Rock, Glam Metal, Death Metal e Black Metal, mas é bem seletivo com os dois últimos. É baixista e conheceu o Rock através do KISS, em 1999, entretanto sua banda preferida é o Dream Theater. Fã de Tolkien, adora os Estados Unidos e a Suécia.
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