Desde 1910, músicos associaram artes visuais com sua energia sonora na forma da toda-poderosa capa de disco. E desde 1987 a Roadrunner Records tem sido fonte de imagens visualmente extasiantes e perturbadoras na vasta arte mundial dos álbuns, ainda assim honrando a tradição. Seja usando uma imagem para dar o tom para o que vai seguir nos seus auto-falantes, ou como um meio de deixar uma marca na eternidade associando uma imagem com um título, não há dúvidas quanto ao poder de uma capa de disco – que é por esta razão que o selo correu os olhos por todos álbuns lançados na Roadrunner Records U.S. para encontrar as maiores capas em sua celebrada história.
Votada pela equipe mundial da Roadrunner, com um mostruário que vai do icônico contra o blasfemo, o pintado contra o fotografado, bem como da arte descoberta contra a arte encomendada, nós lhes damos as “Dez maiores Capas da História da Roadrunner”, uma por vez.
Arregale seus olhos no número 8 abaixo e verifique diariamente no roadrunnerrecords.com enquanto o selo faz a contagem regressiva até o número 1.
Eleitas por nossa equipe de todo o mundo, mostrando o icônico contra o blafemo, o pintado contra o fotografado, bem como a arte descoberta contra a arte encomendada, nós lhes damos as Dez Maiores Capas de Disco na história da Roadrunner – uma de cada vez. Presenteie seus olhos com o #8 abaixo, vá daqui para o #10, e volte todo dia enquanto fazemos a contagem regressiva até o número um.

Para o contingente de goth-metal nascido no Brooklyn TYPE O NEGATIVE, seu álbum de estréia de 1991 apresentou o som de "jackhammerrape" (Nota do tradutor: um jogo de palavras com "jackhammer" e "rape", sendo que o último significa violência sexual e o primeiro possui dois significados: pode ser uma furadora ou consiste em penetração anal ou vaginal, onde o membro viril é colocado e retirado sucessivas vezes do orifício).
Gravado em 1989, o álbum traz sete canções de humor negro, sexualmente carregadas e atormentadas acerca de traição em relacionamento, mensagens sarcásticas da banda e foi em grande parte tirada fora de contexto pelo público - e a capa não ajudou. Apresentando um close-up extremo de penetração sexual real, uma imagem arrancada de uma revista porno, a entrada da banda no mundo da música começou com um, uh, bang - e foi recebida com muita resistência. Mas, apesar da recepção sórdida, TYPE O NEGATIVE preparou o terreno para seu doom sombrio com uma crua agressividade descontrolada, e mais tarde passou a canalizá-lo em sucesso no mundo inteiro.
No encarte da reedição de 2009, o tecladista Josh Silver lembra-se sobre o uso desta "arte encontrada", dizendo: "Não é uma fotografia original ... Mas eu teria vergonha de tirá-la agora - é um tipo de download. Porém não tínhamos ideia melhor naquele momento. E provavelmente teria sido fácil de obter os direitos para usá-la, na verdade".
Mas, apesar da forma como foi obtido, não há como negar agora a imagem lendária como a nossa capa do álbum número 8.
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Teve seus primeiros contatos com o rock pesado no início da década de 90. Comprou seu primeiro disco "The Real Thing" em 1991. E desde então nunca mais parou de acompanhar bandas e festivais. É formando em Ciência da Computação, presidente da ACIM (Associação Cultural Ibirubense de Música), organizador do Midnight Rock Fest na sua cidade (Ibirubá/RS) e pseudo-músico.
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