Van Halen: Sammy Hagar comenta vinte anos de bizarrices

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Van Halen: Sammy Hagar comenta vinte anos de bizarrices


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"Quando Eddie Van Halen me ligou em 1985, não me veio como uma total surpresa. David Lee Roth tinha saído alguns meses antes, e eu disse a minha esposa na época, Betsy 'Eles vão me ligar, fica vendo'. Quem mais eles vão arrumar? Tinha o Ozzy Osbourne, Ronnie James Dio e eu."

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EM SUA AUTOBIOGRAFIA, SAMMY HAGAR RELEMBRA 20 ANOS DE LOUCURA E DESTRUIÇÃO COM O VAN HALEN.

Por Jesse Capps
Traduzido por Nacho Belgrande

Eu entrei no local deles em Studio City. Alex Van Halen deu uma olhada no meu cabelo curto e começou a rir. “Parece que alguém botou uma rosquinha na sua cabeça e cortou em volta” ele disse. Alex estava muito bêbado. Ele estava bebendo uma caixa de latas de malt-liquor (tipo de cerveja norte-americana de maior graduação alcóolica) por dia. Ele costumava apagar umas vezes por dia, acordar e mandar duas, três cervejas, falar alguma besteira e sair da sala. Eddie bebia o dia inteiro também. Os dois acordavam, pegavam uma cerveja, acendiam um cigarro e assim era a maneira que eles começavam o dia.

Eddie vivia numa casa muito modesta com sua esposa, Valerie Bertinelli, a atriz. Era uma casa comum de dois quartos nas colinas ao redor de Coldwater Canyon com uma garagem que ele tinha transformado em estúdio. Eles chamavam o estúdio de ‘5150’, inspirado no código policial para capturar uma pessoa louca. O estúdio era nojento. Latas de cerveja por todo canto, cinzeiros cheios de cigarros. Eu acho que jamais tenham limpado-o.

Eddie nunca deu bola pra desfazer as malas. Ele estava sempre arrancando roupas do armário, achando algo meio limpo, mas amassado. Eu achava isso meio engraçado, tipo, “Nossa, esses caras não tão nem aí.” Eu achava que era muito legal. Eu vim de um mundo diferente. Minhas roupas eram passadas em tinturaria. As minhas meias eram passadas, dobradas e postas no armário. Na verdade eu estava usando um terno – paletó de linho Armani e calça larga, camiseta e tênis, meio Miami Vice".

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"Nós começamos a tocar, e o engenheiro Donn Landee gravou tudo que fizemos. Eu fiz o primeiro verso na hora: 'Summer nights and my radio'. Simplesmente apareceu na minha cabeça na primeira vez que ouvi aquele riff. O resto da música eu boquejei inteiro. Eu fiz a mesma coisa com 'Good Enough' – eu mandei ver no improviso. Eddie não acreditava. Aparentemente, Dave não tinha muito ritmo e não era lá um grande cantor, não tinha muito alcance vocal. Eu estava cantando os licks de guitarra de Eddie com ele. Depois de cinco horas, eles estavam apavorados. 'Temos uma banda', eles ficavam dizendo".

"Eu percebi que era o Cream de novo – minha banda favorita de todos os tempos. Havia algo naquilo que era lento, confiante, quase majestoso. Meu jeito de fazer rock sempre foi mais intenso. Eles estavam relaxados nessa levada, mesmo se fosse mais rápido. Alex ia no tempo dele, como Ginger Baker sempre fez. Eddie tocava da mesma maneira que Clapton tocava, suavemente. Ele não acelerava nada. Eu nunca tinha tocado com caras assim antes. Decidi que tava dentro".

"Eddie e Al eram unha e carne. Eles não saíam de perto um do outro. Passavam seus cigarros um pro outro. Um não acendia um sem acender outro pro irmão. Eles só precisavam de um fósforo. Eles nunca entravam na sala só com a cerveja deles. Eles sempre tinham uma no bolso pro outro. Era um lance muito familiar, muito próximo. Nós contra o mundo. Esse é o nosso pico. Estamos trabalhando no nosso disco. Não discutíamos sobre nada. Era um sonho".

"Mo Ostin, o executivo da Warner Bros. Records era, digamos, cauteloso. Ele gostava da idéia de mudar o nome da banda para Van Hagar. Eddie e eu brincamos sobre isso e decidimos que não, somos o Van Halen. Nós nos amávamos. Não havia animosidade, ego, nada. Eles me queriam na banda e eu queria estar na banda, porque estávamos fazendo música e sabíamos que éramos bons".

Mas depois da turnê de 1995, a relação de Hagar com os irmãos Van Halen deteriorou-se. Hagar saiu do Van Halen no ano seguinte – ele afirmava ter sido demitido, e os irmãos Van Halen que ele pediu demissão. A banda naufragou – uma tentativa de reunião com David Lee Roth saiu pela culatra, e um disco com o vocalista Gary Cherone vendeu pouco e Hagar retomou sua carreira solo. Daí, por volta de 2005, Hagar recebeu uma ligação sobre uma possível reunião.

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"Eu estava esperando nos estúdios 5150 por mais de uma hora quando Eddie finalmente apareceu. Eu não tinha visto ele por mais de uma década. Ele parecia que não tomava banho fazia uma semana. Ele certamente não tinha tocado de roupa por pelo menos esse tempo. Ele não estava de camisa. Ele tinha um baita dum casacão e calças camufladas, amassadas e rasgadas nas barras, amarradas com um pedaço de corda. Eu nunca tinha visto ele tão magro em minha vida. Ele estava sem alguns dentes e os que tinham sobrado estavam pretos. As botas dele estavam tão desgastadas que ele tinha posto fita adesiva em volta delas, e o dedão dele estava pra fora. Ele veio até mim, curvou-se como um corcunda, um cigarro na boca. Ele teve um terço da língua removido por causa de um câncer, e ele falava estranho".

"Ele pode ter perdido um pedaço da língua pro câncer, mas ainda estava fumando. Ele disse que o câncer tinha vindo dele colocar palhetas na boca enquanto ele usava os dedos pra tocar. Ele ficava andando o dia todo tomando um vinho italiano vagabundo direto da garrafa. Por isso os dentes dele estavam tão pretos. 'Ed, por que você não pega um copo de vidro pra isso?' Eu disse. Ele levantou a garrafa. 'Está no vidro', ele disse".

"Ele estava morando com um patologista, que ficava tirando pedaços da língua dele, para testar atividade cancerígena. Ele venceu o câncer. Ele me disse que se curou pondo os pedaços da língua num liquidificador que depois eram injetados em seu corpo. Ele também me disse que quando ele passou por sua cirurgia de recolocação de quadril, ele ficou acordado durante toda a cirurgia e ajudou os médicos a perfurarem o osso. Que nego louco".

"Fosse lá o que ele estivesse fazendo, ele fazia escondido. Eu nunca vi o que era, mas ele estava fazendo algo. Além de tomar vinho o dia todo. Ele nunca ficava em nenhum lugar mais de 20 minutos. 'Eu já volto', ele dizia. 'Preciso cagar'".

"Esse era Eddie Van Halen, um dos caras mais doces que eu já conheci. Ele tinha se transformado na porra mais estranha que eu já tinha visto, bruto, rude e despenteado. Eu deveria ter pulado fora, mas Eddie tem esse lado muito envolvente, ousado, onde você acha que ele tem um bom coração. Ele vai se dar bem. Ele vai ficar limpo e a gente vai fazer isso".

"A gente trouxe o produtor Glen Ballard, que tinha gravado o disco ‘Jagged Little Pill’, da Alanis Morissette, um profissional total que realmente tentou fazer as coisas acontecerem. Demorou três meses para que Ed gravasse suas partes de guitarra para três músicas e uns dois solos. O Eddie Van Halen que eu conheci antes podia ter feito isso em uma hora. Quando eles finalmente gravaram as trilhas das guitarras-base, era só o que eu precisava pra cantar. Eu não precisava dos solos dele. Tão logo eles fizeram isso, eu fui lá e mandei meus vocais em todas as três músicas em duas horas. Mike veio e nós fizemos todos os backing vocals em mais duas horas. Eddie ainda estava dormindo. Na hora que ele chegou, tínhamos terminado. Eles passaram os três meses seguintes gravando as guitarras de Eddie".

"Nosso novo empresário, Irving Azoff, concordou em fazer uma intervenção pra cima de Eddie. Ele trouxe um segurança grande, musculoso e encontrou com Al e eu no 5150. Eddie entrou, carregando sua garrafa de vinho. Só Irving falou. Ele disse a Eddie que a turnê de 2004 seria difícil, que ele precisava parar por uma semana ou duas, de modo que pudéssemos adiar alguns shows se precisássemos. Todos concordamos que Eddie precisava se desintoxicar".

"Ele quebrou a garrafa. 'Vão se foder', ele disse. 'Eu vou matar o primeiro filho da puta que tentar tirar essa garrafa de mim. Eu deixei minha família por causa dessa merda. Vocês acham que eu vou fazer essa porra por vocês?'"

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"Desde o começo da turnê, Eddie cometeu alguns erros terríveis e parecia que ele não se lembrava das músicas. Ele só apertava a alavanca da guitarra e ficava naquele wheedle-wheedle-whee".

"Quando ele saía sem camisa e seu cabelo preso tipo samurai, ele parecia chapado. Esse era o sinal. Eu não sei o que era. Ele primeiro saia com o cabelo solto, voltava pra trocar de guitarra, ou depois do solo de Al, e voltava com esse cabelo e sem camisa. Eu olhava pro Mike e a gente rolava os olhos pra cima – lá vamos nós".

"Teve uma vez, entramos no avião depois de um show e ele passou praticamente o vôo todo no banheiro. Quando ele finalmente saiu, ele estava com essa escova, aquelas com cerdas de pêlos, presa nos cabelos, pendurada. Ele estava ensopado, coberto de água, como se ele tivesse tentado tomar banho na pia do avião. Ele se sentou no chão, brincando com a escova presa no cabelo, e nunca voltou pro assento dele, aterrissou daquele jeito. Louco de hospital".

"Depois de um show, Mike e eu ficamos nos bastidores, como normalmente fazíamos, e tomamos banho. Ed não tomou banho. Ele pulou direto na limusine e foi direto pro avião. Quando Mike e eu chegamos, rindo, brincando, comendo uns sanduíches de churrasco que tínhamos pedido, Eddie estava sentado lá bebendo seu vinho direto da garrafa. Ele veio pra cima da gente. 'Nunca me faça esperar', ele disse. 'Sem mim, vocês não são nada. Vocês precisam de mim. Vocês vão ver. Ao fim dessa turnê, vocês não vão ter nada. Vocês vão ter que ligar pra mim se vocês quiserem excursionar de novo na vida'".

"Quando chegamos ao próximo hotel, Eddie começou a perguntar pra todo mundo qual era o número do meu quarto. Ele não sabia que pseudônimo eu usava quando me registro em hotéis. O empresário da turnê me ligou no quarto e me disse que Eddie estava procurando por mim. 'Traz aquele filho da puta aqui', eu disse. 'Eu desisto. Já deu. Eu vou pra casa amanhã. Eu não vou trabalhar com esse cara nunca mais. Ele não tem respeito por nada nem por ninguém. Eu estou fora dessa turnê'”.

"Eddie pediu desculpas, mas eles nos mantinham o mais distante possível um do outro. Andávamos em aviões separados. Ficamos em hotéis diferentes. Tínhamos nossas próprias limusines. Eles tinham os seguranças deles, Mike e eu tínhamos os nossos. Eu ficava em meu próprio camarim no outro lado do local do show. Eu só via aquele cara quando entrávamos no palco".

"De vez em quando, eu ia até o camarim dele antes do show e via como ele estava, e as vezes que eu fazia isso, geralmente era ótimo. Ele começava a tocar, eu começava a cantar, tocando por diversão, como nos velhos tempos. Em outras vezes, ele começava a me contar umas doideiras, como 'eu arranquei meus próprios dentes – isso tava me incomodando e eu comprei um alicate e arranquei'”.

"Eu não achava que ele fosse conseguir. Eu ficava achando que cada semana seria a última. Ele ia acabar no hospital. Ele arriou umas duas vezes. Ele nos disse uma vez que ele tinha sido atropelado por um carro. Ele estava deitado, e ele estava tão chapado que ele não conseguia levantar. 'Eu fui atropelado', ele disse. 'Vocês não entendem'”.

"O solo dele virou um desastre. Costumava ser o ponto alto de todo show. Agora ele não tocava nada, apenas lixo. Ele tentava tocar 'Eruption', um de seus maiores trabalhos, e presepava. Ele ficava só pegando na alavanca, segurava o sustainer, e começava a fazer barulho. A platéia não estava engolindo aquilo, tampouco".

"Eu não ia pra perto dele em cima do palco. Nada mais de Jimmy Page e Robert Plant. Se ele está lá, eu estou aqui. Quando ele vem aqui, eu vou pra lá. Nada de má vibração, apenas vibração nenhuma. Parecia que Eddie estava batendo cartão, como se ele não se importasse com o jeito que ele tocava. Ele não se importava com a aparência dele. Ele só ia lá e pegava o dinheiro. Ele dava vergonha. Al, Mike e eu fazíamos com o coração. Tocávamos pra valer toda noite. Ed ia lá e batia punheta".

"Ed e Al odiavam todas as outras bandas – todas elas eram uma merda. Quando eu ouço um músico que eu gosto, eu quero apoiá-lo, trazê-lo pros bastidores, fazê-lo sentir-se bem-vindo. Eu trouxe Kenny Chesney pro show naquela turnê e o levei para conhecer Eddie. Eddie apertou a mão dele e virou de costas. 'Preciso cagar', ele disse. Ele entrou o banheiro com o cara parado ali, em pé".

"Outra vez, Toby Keith veio nos assistir em Oklahoma City, perto de sua cidade natal. Eu decidi cantar uma música dele, 'I Love This Bar' durante meu trecho acústico do show e Toby entraria no meio da música e cantaria o resto dela comigo. Toby me disse que enquanto ele estava nos bastidores, Eddie chegou nele e tentou impedi-lo de sair: 'Por que você iria querer tocar com ele?' Ed perguntou. 'Por que você não toca com todos nós?' 'Você não me convidou', Toby respondeu. 'Estou convidando agora', Eddie disse. 'Por que você está com esse chapéu de cowboy?' 'Eu toco música country', disse Toby. 'Não, é porque você é careca', disse Eddie".

"Toby entrou no palco no meio da música e o lugar explodiu. Eddie ficou louco o resto da noite. Ele destruiu seu camarim depois do show. O filho dele, Wolfie, estava em meu camarim, assustado e chorando".

"Os dois últimos shows foram em um pequeno anfiteatro em Tucson. Na segunda noite, Eddie se revelou por inteiro. Ele sabia que era o fim da turnê. Ele sabia que ele estava acabado. Ele veio até mim antes do show, quando eu estava conversando com Irving, e esticou a manga da minha camisa por cima da minha tatuagem com os dizeres ‘Cabo Wabo’. Eu nem dei moral pra ele. Eu apenas levantei a manga de novo. 'Não mexe na minha camisa, cara', eu disse. 'Essa porra não vai durar', ele disse, mostrando a tatuagem com o logo do Van Halen nele. 'Tá vendo isso? Isso é melhor. Isso vai durar mais'”.

"Irving me levou pro lado. 'Quando esse show acabar', ele me disse, 'eu vou colocar você numa limusine, e vamos sair daqui'. Meu avião estava esperando para me levar pra casa. Foi o pior show que fizemos em nossas vidas. Eddie tocou tão mal. Ele destruiu a guitarra favorita dele em pedaços. Tacou estilhaços na platéia. Ele pegou no microfone chorando. 'Vocês não entendem', ele disse. 'Vocês pagam meu aluguel. Eu amo vocês'”.

"Me disseram que ele aprontou umas loucuras no avião pra casa. Meu amigo estava completamente perdido e sem noção. Eu fui direto pro meu avião depois do show e pra casa em São Francisco. Eu nunca mais falei com ele de novo depois de dizer a ele pra não pôr a mão em minha camisa".

Do livro RED: My Uncensored Life in Rock, ainda sem título em português, de Sammy Hagar. Direitos originais da IT Books, uma empresa da editora HarperCollins Publishers.

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande, 33 anos, residente em Marilia - SP, é professor de inglês e francês, apesar de formado em Técnico de Engenharia de Estúdio pelo Recording Workshop de Los Angeles, nos EUA. Suas lembranças musicais mais remotas datam de 1983, com a fervilhante passagem do Kiss pelo Brasil e da alta popularidade do Queen no país. Fã(nático) por Mötley Crüe (de quem tem mais de 100 CDs), segue de perto também o trabalho de Slayer, Krisiun, Guns N´ Roses, Van Halen e Ozzy Osbourne, entre outros.

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