Red Pony & Captain Marryat: o incurável vício da garimpagem de raridades

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Red Pony & Captain Marryat: o incurável vício da garimpagem de raridades


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De um tempo para cá, os velhos e saudosos bolachões voltaram a ser notícia, com algumas manchetes enaltecendo de maneira desenfreada suas qualidades e apregoando o "retorno" do formato com pompa e circunstância.

Pessoalmente não creio que o LP vá sair dos "guetos", continuará firme e forte mas restrito a uma minoria na qual estou incluso, mas apesar de gostar muito não pretendo convencer ninguém de sua suposta superioridade e nem tenho elementos técnicos para debater o assunto, até porque na prática a maior parte do tempo eu ouço música digital, o vinil é de fato um mero fetiche meu.

Este fetiche se torna ainda mais agudo quando se trata de uma raridade nunca reeditada em CD, portanto desconhecida da maioria das pessoas, embora é claro que algo raro não signifique necessariamente interessante, em qualquer sebo se encontram milhares de álbuns que nunca foram "resgatados digitalmente", nunca serão e provavelmente permanecerão conhecidos somente pelos iniciados no gênero - que é o que acontece comigo, fanático por som pesado (nem sempre tão) dos 60's-70's.

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E como estou neste ramo há algum tempo, consegui meia dúzia de bolachas "das antigas" que exibo com orgulho e galhardia para impressionar os incautos - embora a maioria simplesmente olhe e dê ombros, mas em compensação arregalem os olhos com as edições originais de LPs do Sabbath, Led e Purple, a "tríade máxima do som pesado dos 70s".

Obviamente nenhum destes álbuns obscuros podem ser comparados com os clássicos do trio, e na realidade, acho pouco provável que ainda exista algo desconhecido tão marcante quanto alguns trabalhos de bandas abordadas anteriormente aqui nesta coluna (BUFFALO, DUST, SIR LORD BALTIMORE, FLOWER TRAVELLIN' BAND etc), mas vez por outra aparece algo bem legal e que agrada aos meus ouvidos, e descobrir estes discos é um dos meus passatempos preferidos.

Esta parte trabalhosa de garimpar nos sebos ou lojas especializadas é ao mesmo tempo a mais divertida, e hoje em dia temos as facilidades de comprar online nos sites de leilão virtual, principalmente o mais famoso de todos, o eBay, onde por um lado a oferta de títulos é imensa, e por outro os preços sofrem variações imensas - é comum um disco ser vendido por um preço absurdo numa semana e, na seguinte, outro exemplar sair a preço de banana, mas seja como for, definitivamente é ali que aparecem as maiores preciosidades, basta ficar de olho no que está rolando que sempre surge algo.

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E numa destas eu vi um anúncio que me chamou a atenção:

RED PONY (ARTCO USA 1975)
Local Oklahoma band doing hardrock with female vocals and a proggy sounding Janis Joplin cover. Starting bid: US$9.99

Nunca tinha ouvido falar, e poderia de fato ser interessante, marquei na minha "watching list" - sistema que permite que se acompanhe um ítem e, no caso do eBay, ainda lhe informa via email quando se aproxima o término do leilão. E neste meio tempo fui pesquisando aqui e ali para ver se inclusive achava o dito cujo em MP3 mas, pelo visto, o disco era realmente muito, muito raro, o máximo que encontrava era verbetes em enciclopédias e postagens em fóruns dizendo exatamente o descrito pelo vendedor, acrescido de comentários vagos como "álbum muito bom!", "kick ass" e por aí afora.

Os dias foram passando e eu estava cada vez mais intrigado com o RED PONY, mas mesmo pesquisando a fundo não conseguia descobrir nada além das parcas referências que já tinha encontrado, até que enfim chegou o fatídico email do eBay:

"Don't miss out on your watched items ending soon..."

me avisando que o dia D chegara: "Este vai ser meu!" pensei, lembrando de outras ocasiões onde trabalhos que me interessavam chegavam na reta final cotados a preços inviáveis para meu bolso, não sou um roqueiro abonado e tenho um limite que me permito pagar por um LP - limite este que é bem baixo para colecionadores gringos sérios...

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Mas não era este o caso, e nem sempre é preciso pagar uma fortuna por um álbum obscuro e legal: por exemplo, recentemente comprei o "Pale Horse", único trabalho (até onde sei) do DAVE CARLSEN (aka Dave Clark, do Dave Clarke Five), lançado originalmente em 1971 e que traz a participação de Keith Moon e Noel Redding, dentre outros. Não é um clássico absoluto, de fato eu diria que somente 50% das faixas me agradaram e a prensagem do LP nacional é bem ruinzinha, mas no fim das contas ele acaba se tornando um disco interessante, ainda mais considerando o preço que me cobrou Ricardo Alpendre, vocalista do TOMADA e um dos donos da Jardim Elétrico: módicos R$12,00!

Aparentemente tudo conspirava para que o RED PONY viesse para meu acervo. Eram quase duas da manhã, o leilão venceria pouco depois das seis e até então ninguém tinha feito nenhuma oferta. Passou pela minha cabeça fazer como em outras ocasiões, de colocar um despertador para me acordar alguns minutos antes, de forma a dar lance bem em cima da hora. A lógica da coisa é que ofertando nos últimos instantes, não há tempo hábil para que algum "oponente" cubra o valor que se está oferecendo, com isto em tese se adquire o produto por um valor bem menor do que se estiver sendo disputado por mais de uma pessoa.

Mas eu me sentia confiante, pois além de ninguém ter dado lance, o contagiros da página indicava que o ítem tinha sido visitado pouquíssimas vezes, e com certeza a maior parte delas tinha sido por mim mesmo. Achei que não seria necessário ficar monitorando, dei minha oferta - por via das dúvidas deixando cadastrado que estava disposto a pagar um valor alto, na realidade marquei o máximo daquele meu limite pessoal, certo que mesmo se aparecesse um outro interessado ele seria derrubado, e fui dormir.

Sonhei com o disco. No meu sonho, ele era fantástico, um poderoso e violento hardão setentista vibrante e energético, que deixava todo mundo boquiaberto; os caras mandavam ver na guitarra, baixo e bateria, e a tal cantora tinha um timbre de voz marcante como o da Inga Rumpf, do FRUMPY: "Como pode uma coisa estupenda destas ter permanecido desconhecida até agora?", me perguntavam. "Ah, faz parte do meu acervo" respondia meio evasivamente enquanto virava a cabeça e sorria, procurando não deixar transparecer que por dentro meu inflado ego era massageado à exaustão por ser o detentor daquela preciosidade extrema, exibida com ainda mais orgulho e galhardia que o habitual!

Acordei e, enquanto recobrava a sensação de realidade, lembrei do disco. Me espreguicei, levantei e caminhei calmamente, passando pelo micro e dizendo para ele (para mim mesmo) "já volto", certo que tinha ganho o leilão e, quem sabe, ainda por cima pagando apenas aquele preço inicial de US$9.99, já que imaginava que ninguém mais tivesse se interessado...

Depois das tarefas matinais cotidianas eu voltei, sentei tranquilamente na frente do micro com minha bandeja de café e um sorriso triunfal, e fui ver a mensagem do eBay com o título "You won this item"...

Mas, ao invés dela, o que apareceu para mim foi um email dizendo:

"You were outbided"

e, logo em seguida, outro com o fatídico título:

"Sorry, you didn't win..."

"COMO?? O QUÊ??? FDP, DESGRAÇADO, LAZARENTO!!!" entre outros impropérios impublicáveis foram praguejados por mim ao ver que alguém tinha me derrotado no leilão, e ainda mais puto quando percebi que neste acesso de fúria tinha derrubado café no teclado, no chão, e feito uma sujeira sem tamanho...

O pior foi constatar que a pessoa que me derrotou deu três lances: no primeiro ela tinha tentado um valor muito baixo, daí tentou novamente com um valor bem maior, mas mesmo assim eu ainda continuei ganhando, e ela aparentemente desistiu; mas depois de dois minutos esta mesma pessoa tentou de novo e desta vez conseguiu me derrotar, ou seja, ele/ela teve tempo para refletir e se decidir a pagar um valor alto, portanto se eu tivesse acionado o despertador para me acordar e dado lance apenas alguns segundos antes do fim do leilão, eu teria levado o disco por menos da metade do valor que eu me dispus a pagar!!!

CARACA!!! #@$%!! PQP QUÁDRUPLO!!!

Depois de esconjurar mais um bocado e limpar a meleca que eu tinha feito, me recompus e decidi procurar de novo pelos MP3 para pelo menos conhecer o álbum, já que ficara muito curioso. Dei mais uma olhada geral em blogs e fóruns de obscuridades, vi algumas lojas online e nada. "Caramba! Bem, mas se saiu alguém têm, então é questão de encontrar este alguém". Então parti para os contatos pessoais, esperançoso que alguém pudesse arrumar.

Um destes meus contatos, também brasileiro e cujo nome não vou citar, e ao qual vou me referir como Buffalo em homenagem à banda do qual eu sei que ele é um grande fã, e ao mesmo tempo porque este nome tem tudo a ver, mantém excelentes contatos no "círculo obscuro do underground dos hoarders", principalmente nos P2P que eu sinceramente não tenho mais saco nem tempo para frequentar há muitos anos por causa dos leechers, trolls e noobs, hoje meu negócio são os torrents (também um P2P mas com sistema "diferente", assunto para outra hora) e blogs:

Socram: "E aí, tudo em ordem?"

Buffalo: "Hm"

Socram: "Cara, tou precisando de uma parada"

Buffalo: "Diz"

Socram: "Red Pony USA 1975"

Buffalo: "Vou ver e depois te falo"

Socram: "Ok, valeu!"

Geralmente batemos um papo quando nos encontramos online, inclusive ambos achamos que este negócio de ficar "segurando material" é uma grande baboseira, é questão de tempo para tudo estar disponível para todos, mas neste dia em especial ele devia estar muito ocupado ou sei lá o quê, a coisa foi bem lacônica, depois eu ri sozinho ao perceber que pareceu que eu estivesse encomendando alguma "mercadoria diferente" com um fornecedor de substâncias ilícitas... se bem que, no fundo, de certa forma, é tudo uma questão de vício, ao menos este não detona minha saúde física - o mesmo não posso dizer da financeira...

Mais tarde naquele mesmo dia ele me mandou uma mensagem com um link dizendo algo como "taí o play". Maravilha! Eu ia finalmente saciar minha curiosidade e ao mesmo tempo bater cabeça na parede lamentando a preciosidade que perdera!

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"Lovin's Gonna Be Alright" começa até que legal, alegrinha e bem rock'n'roll, e o pique se mantém em "Singin And Playin'", porém quando chego em "On My Own", a 3ª faixa, constato que aquele lance de "violento e poderoso hardão 70s" era coisa de sonho mesmo, o que estava rolando era uma banda de Rock'n´Roll competente e esforçada, mas faltava o "algo mais"... "Move Over" mostra que o pessoal tinha lá um pouco de criatividade e perseverança, incluindo a vocalista, porém comparar com Janis é forçar a barra... "Love Will Take Care Of Us All", "It's Today I'm Gonna Shine", "She Gotta Love Me" e "Livin' Together" tocam sem me despertar grandes emoções, e em "Get It", a última faixa, eu já estava me sentindo meio entediado...

Dos cinco integrantes creditados, dois não aparecem nas buscas - o baixista Carl Gauger e o guitarrista Brian McVey. Não consegui descobrir se alguma das Kathy Turner que aparecem se trata da cantora, inclusive tem mais de uma que aparentemente também canta e, pelo visto, tinha idade para estar na estrada em 1975.

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O tecladista e vocalista Tim Murray lançou um álbum de Space AOR Rock chamado "The Zoa Factor", sob o nome FIELD OF VIEW, descrito no release como "uma banda virtual criada em MIDI num estúdio(...) todas as músicas compostas e produzidas por Timothy Murray, que toca todos os instrumentos"(...) "Certas canções podem ser comparadas com Kansas, Yes, Styx, Boston, Rush, Pink Floyd, P.Gabriel".

Mais detalhes e prévia do trabalho nos links abaixo:

http://www.cdbaby.com/cd/fieldofview
http://bitmunk.com/media/6503606

Neste último há um pequeno histórico de Tim, cujo trecho a seguir menciona o RED PONY: "Timothy Murray iniciou sua carreira como músico profissional em 1973 ao se juntar a uma banda de rock enquanto estava na Universidade do Nebraska. A banda, RED PONY, chamaria atenção de um agente e excursionaria pelo país durante quase três anos, tendo gravado em 1975 um álbum pela Artco Records. Shows memoráveis incluem abertura para o KANSAS e THE MONKEES. Quando o RED PONY se separou em 1976, Tim retornou para a casa dos pais onde passou a estudar música e se apresentar com uma banda local chamada THE US KIDS".

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Por fim temos o baterista e vocalista Hank Laake, que seguiu uma sólida carreira como músico cristão, tendo lançado vários álbuns a partir dos anos oitenta - não conheço toda sua obra, mas ao menos o disco de estreia de 1982, "In The Spirit Of The King", é bem interessante (não ligue para a capa, é típica da época), na mesma linha do RED PONY com uma pitada um pouco mais pop - inclusive conta com uma recriação de "Singin' And Playin" que virou "Questions Of The Seeker". Atualmente Hank mora em Israel e continua no ramo musical, para mais informações basta acessar seu MySpace: http://www.myspace.com/hanklaake.

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Justiça seja feita: posteriormente eu ouvi o RED PONY sem a expectativa exagerada daquele momento e constatei que ele não é ruim, é um álbum de Rock'n'Roll bem legal, que como a maioria dos independentes desta época tem uma produção apenas razoável, se eu tivesse comprado por US$9,99 teria feito um excelente negócio, e mesmo alguns dólares a mais ainda valeria a pena, mas se eu tivesse arrebatado por aquele preço máximo que havia proposto eu bateria a cabeça na parede - de raiva!

Contudo, estas minhas peripécias no ramo são brincadeira de criança perto do que colecionadores abonados são capazes de fazer, tal qual ocorreu em novembro de 2008, quando apareceu na filial britânica do eBay um disco de uma banda até então completamente desconhecida, chamada CAPTAIN MARRYAT, que foi vendido pela bagatela de 2739 libras esterlinas - cerca de R$8.400,00 - confira no Popsike.

"Achei este álbum há sete ou oito anos numa feira de discos em Glasgow. Fiquei chocado pela qualidade do conteúdo, o mantive em minha coleção durante muito tempo aguardando a ocasião certa de passá-lo adiante, mas eu temia que pelo fato de ser desconhecido ele não atingisse o valor que eu considerava justo. Imagine minha surpresa e satisfação quando, na semana passada, vi que outra cópia atingiu um bom preço", esta foi a história relatada por outro vendedor, cujo exemplar, posto em leilão poucos dias mais tarde, atingiu a fábula de 2.900 libras.

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Ao que consta o CAPTAIN MARRYAT, cujo nome foi inspirado em Frederick Marryat, marinheiro e novelista britânico do século dezenove, foi formado em 1971 por cinco músicos radicadas em Glasgow, na Escócia: Jimmy Rorrison no vocal e bateria, Hugh Finnegan no baixo e vocal, Allan Bryce no órgão e vocal, Tommy Hendry e Ian McEleny, ambos no vocal e guitarra acústica.

Em 1974 a banda agendou uma sessão de gravação num estúdio de Glasgow para registrar um compacto com duas faixas, mas o engenheiro de som lhes disse que o tempo que haviam reservado seria suficiente para gravar um álbum se eles quisessem, e assim sendo eles gravaram suas cinco composições próprias - "Blindness", "It Happened to Me", "A Friend", "Songwriter's Lament" e "Changes"- e fizeram uma jam instrumental que resultou numa sexta faixa intitulada "Dance of Thor".

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Coincidentemente (ou não) o LP saiu por um selo local chamado Thor, que não assinava nem promovia os artistas, apenas editava o álbum com uma capa extremamente genérica e o entregava aos músicos, que faziam o que quisessem com o produto. 250 cópias foram prensadas e vendidas apenas nos shows ao vivo da banda, que teria encerrado atividades em 1975. Não se sabe ao certo quantas cópias originais ainda existem, mas estima-se que sejam bem poucas - outras três apareceram posteriormente no eBay, as duas primeiras bateram na casa dos mil e oitocentos dólares e a última delas, assinada pelos cinco integrantes, foi vendida há um mês por um preço um pouco mais em conta, conforme pode ser visto abaixo:

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Pouco depois da época em que veio à tona, apareceu online uma ripagem em MP3 de uma fita K7 do tal álbum, que apesar de trazer a última música cortada - pelo visto tentaram enfiar o álbum inteiro em somente um lado de um tape de 60 minutos - serviu para conferirmos se era tudo aquilo mesmo que descreviam, ou seja: "doom-laden organ plus acid guitar riffs and strong male vocals".

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Não tardou para o selo alemão Shadoks soltar no mercado uma reedição em LP luxuoso de 180 gramas limitado em 500 exemplares, cuja cópia eu ainda não recebi pois estou aguardando um lojista que me prometeu um precinho camarada, vamos ver. Por hora vou me divertindo com o áudio em MP3, e até o momento existem ao menos três ripagens diferentes do CM circulando na internet, todas longe da perfeição: uma é extraída da tal fita k7 com a última música cortada; outra é supostamente do LP da Shadoks mas tem uns pulos em duas faixas - "A Friend" e "Songwriter's Lament", e a terceira, aparentemente extraída do vinil original, está repleta de chiados, necessita uma boa limpeza e de um aumento no volume.

Para quem quiser conferir, existe no YouTube uma prévia de quase dez minutos, trazendo a primeira música completa e parte da segunda:

E enquanto aguardo meu disco da Shadoks, continuo garimpando nas estantes das lojas, virtuais ou não, em busca de um "novo CAPTAIN MARRYAT", um "novo RED PONY", ou um "novo DAVE CARLSEN"!

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