Attomica: a nova fase de um dos precursores do Metal brasileiro

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Attomica: a nova fase de um dos precursores do Metal brasileiro


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Reconhecidamente como um dos precursores do Heavy Metal brasileiro, o paulista Attomica retornou às atividades e acabou de lançar seu mais novo álbum, batizado apropriadamente como “4”, via Oversonic Music. O Whiplash.Net conversou com o guitarrista JP e o baixista André Rod, que falaram das novidades desta nova fase – que são muitas! Confiram aí, que é Thrash Metal de primeira linha!

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Whiplash.Net: Olá pessoal. Após marcar seu retorno com o disco ao vivo “Back And Alive” (04), era certo que o Attomica lançaria um novo álbum, também pela Hellion Records. Mas nada aconteceu... Afinal, o que deu errado e o que vocês fizeram nestes últimos anos?

A. Rod: Olá, como estão todos? Bom, a gravação de um novo CD não estava tão certa assim com a Hellion. Houve sim uma negociação, mas isto não se concretizou porque a banda interrompeu suas atividades logo em seguida. Após a gravação do “Back And Alive”, nosso então vocalista Fabio Moreira precisou deixar a banda e o guitarrista J. Marcio assumiu os vocais.

A. Rod: Mantivemos a formação de quarteto até o ano de 2006, quando a banda deu uma nova pausa nas atividades, mas já em 2008 o JP me ligou e juntos conseguimos reunir a formação original, o que foi muito legal, mas infelizmente não foi possível manter os músicos até a gravação do álbum “4”.

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Whiplash.Net: “Disturbing The Noise” (91) é considerado por muitos como seu disco mais importante, inclusive levando o nome Attomica para além das fronteiras do Brasil. Depois de duas décadas, esse fato poderia, de alguma forma, ter influenciado na direção sonora de “Attomica 4”?

A. Rod: É verdade, “Disturbing The Noise” realmente ainda é nosso cartão de visitas pelo mundo afora, ainda mais se levarmos em consideração que nosso video clip com a música “Deathraiser” já atinge a marca de quase meio milhão de acessos no You Tube. Mas isso não é um fator que nos prende e nos induz a tentar fazer um novo disco parecido, pelo contrário, a gente procura sempre inovar e evoluir.

JP: O “Disturbing” é, em minha opinião, um disco perfeito. Tem velocidade, peso, palhetadas nervosas, riffs furiosos, bateria insana, etc. Ele não foi bem entendido na época de lançamento, mas depois que a ficha caiu, os metalheads idolatraram esse CD, fazendo dele um clássico!

JP: O “Attomica 4” logicamente tem alguma influência de todos os álbuns anteriores, mas ele está bem atual e tem as suas próprias características. Ele foi praticamente composto por mim (fiz 8 das 9 músicas), o André Rod entrou com “Amen” (instrumental). Eu costumo fazer os riffs baseados naquilo que estou sentindo no momento e, durante a composição do “4”, eu estava muito a fim de fazer um thrash puro e direto, como o que se fazia nos anos 80, mas ele não soa como um disco oitentista. Ele está bem anos 2000! O novo disco oferece uma linha vocal bem elaborada e uma precisão em termos de execução que contribui para que o resultado final ficasse excelente!

A. Rod: Vocês podem notar que existe uma mudança considerável de sonoridade em cada um dos nossos trabalhos anteriores, boa parte (mas não apenas por isso) por conta dos estilos diferentes de cada um dos vocalistas que tivemos. O mesmo aconteceu com este novo álbum, que explora muito a potência e o alcance vocal do Alex. E temos ainda a questão da evolução musical de cada um de nós nesse tempo todo, que sem dúvida contribui muito para que ocorram mudanças.

Whiplash.Net: Creio que a saída do vocalista Laerte Perr durante as gravações tenha deixado vocês em uma situação complicada. Quais os cuidados que tiveram na procura de seu substituto?

A. Rod: Sobre o Laerte, o que houve foi uma divergência de opiniões entre ele, o Attomica e produtor do CD, sobre qual seria o estilo vocal mais apropriado para as novas músicas que a banda havia feito, uma vez que nós estávamos com uma proposta de som diferente do disco anterior. Isso acabou provocando a sua saída, e ele inclusive já está com um novo projeto, dentro do estilo que deseja fazer. Boa sorte a todos!

JP: Eu vi o Alex cantando em um bar. Ele era vocalista de uma banda de rock'n'roll, e gostei muito de sua performance, pois ele tem voz e um visual bem anos 70!!! Logo vi que ele era o cara certo para o Attomica, e um substituto perfeito para o Fábio Moreira.

JP: O Vagner Alba já conhecia o Alex e também já tinha trabalhado com ele, mas em princípio ele achou um pouco estranho a minha aposta no Alex, pois a praia dele era bem anos 70, etc. Mas quando ele viu o primeiro teste do Alex, já comprou a idéia na hora!!!

JP: Vale lembrar que nem eu mesmo tinha visto o Alex com uma banda pesada, mas minha intuição geralmente não falha!!! Lembrando que o Alex entrou na banda praticamente já dentro do estúdio para gravar o disco.

Whiplash.Net: Até onde o produtor Vagner Alba explorou as novas possibilidades vocais nas sessões de gravação?

A. Rod: Nessa hora foram muito importantes nossas conversas com o produtor Vagner Alba, que soube muito bem aproveitar a carga ‘rock’ do Alex e colocá-la dentro de um disco ‘metal’, dosando de uma forma que ficou excelente. E também a experiência para deixar o Alex totalmente à vontade durante as gravações, já que ele era um integrante totalmente novo em um estilo que ainda não havia experimentado, e tendo que assimilar as músicas e gravar em pouco tempo. As mudanças sempre exigem muitos cuidados.

A. Rod: E após as gravações, ainda tivemos uma troca de guitarrista, para enfim fecharmos uma formação estável. O guitarrista Luiz Amadeus optou por sua saída, pois estava muito atarefado com seu próprio estúdio e sua outra banda, que já existiam antes de sua entrada no Attomica. Amadeus se tornou um grande amigo e que merece muito sucesso em sua carreira. Seu substituto é Jonas Kaggio, muito jovem, mas já com grande experiência e técnica inegável (inclusive já gravou discos com outras bandas).

Whiplash.Net: A Oversonic Music está, aos poucos, ampliando o número de bandas de Heavy Metal de seu cast. Afinal, quais as responsabilidades de ambas as partes nestes tempos tão difíceis para os envolvidos no mercado musical?

JP: A Oversonic faz um trabalho muito bem feito com bandas de todos os estilos, e com o metal não poderia ser diferente. Os irmãos Alba têm uma veia bem rock'n'roll, são músicos experientes e estão abertos a sugestões e às novas experiências durante o processo de gravação.

A. Rod: No nosso caso, fizemos um acordo que envolve desde a produção do CD, shows e estratégias de divulgação. Trabalhamos todos juntos com o mesmo objetivo e com a mesma parcela de responsabilidade, meio a meio mesmo. Nos tempos de hoje, não existe mais aquele cenário onde a gravadora faz tudo e o artista cruza os braços esperando acontecer. Hoje tudo funciona como uma equipe, uma parceria, e é assim que vem funcionando muito bem com a Oversonic Music.

A. Rod: Neste um ano e meio de parceria, conquistamos muita coisa juntos: a edição de aniversário do Disturbing The Noise, um novo (e, na minha opinião, excelente) álbum após 20 anos, vendas muito boas no Brasil e em outros países, uma maior exposição na mídia, shows por todo o Brasil, convites para grandes festivais, nossa participação no SXSW Festival nos USA, em breve um novo vídeo clipe e, quem sabe, um novo DVD ao vivo. Ou seja, bastante coisa para um curto período. Estamos bem otimistas.

Whiplash.Net: O Attomica está tocando com freqüência pelo estado de São Paulo. O que mais vem por aí em termos de shows? Aliás, houve uma época que vocês não executavam canções do “Limits Of Insanity”... Isso mudou nesta nova fase?

A. Rod: No começo do mês de dezembro vamos excursionar pelo norte do país, e logo em seguida fecharemos o ano com um grande show no SESC de São José dos Campos, nossa terra natal.

A. Rod: Para o ano que vem temos um show muito importante nos USA. O evento acontecerá na cidade de Austin (Texas) – é o South By Southwest Festival, que esta em sua 27ª edição e ocorrerá no mês de março. E, juntamente com esse show, emendaremos uma sequência de outras apresentações pelos USA e possivelmente México, que estamos negociando também.

JP: Nosso manager,o Marcos A. Galvão, está cuidando de tudo em relação aos shows, e inclusive ele adota um sistema flexível, ou mesmo parcerias, para facilitar a realização dos shows. Caso algum empresário,que esteja lendo essa entrevista tenha interesse em contratar o Attomica, entre em contato com ele pelo Facebook ou Tweeter,e receba as melhores condições para a realização de seu evento!

JP: Quanto às canções do Limits, voltamos a tocá-las em alguns shows. O resultado foi surpreendente principalmente devido à voz e ao arranjo feito pelo Alex Rangel, que se encaixaram perfeitamente nesse tipo de música! Teve um fã em Santos que chegou até a chorar quando iniciamos os primeiros acordes de “Limits Of Insanity”!

Whiplash.Net: Ainda que muitas bandas não elaborem estratégias para melhor conduzir sua carreira, esse nunca me pareceu ser o caso do Attomica. Olhando para trás, o que vocês consideram como um erro e que, se pudessem, tentariam evitar?

JP: Acho que assinamos muitos contratos que deveriam ter sido mais bem estudados. A falta de interesse em divulgação por parte das gravadoras é o que muitas vezes prejudica a todas as bandas de seu cast. Alguns de nossos empresários poderiam ter sido mais profissionais em algumas situações específicas. Éramos muito jovens e só estávamos interessados em encher a cara e tocar!

JP: Quanto a um erro, posso citar o nosso rompimento com a Enigma Records durante a gravação do debut. Estávamos pensando apenas em termos de mercado nacional enquanto a Enigma já pensava em mercado externo, em licenciar seus discos, etc. O Roberto (proprietário da Enigma) já tinha tudo isso em mente, mas ele não abriu o jogo; acho que faria isso assim que acabássemos as gravações. Porém, com o rompimento, ele obviamente não seguiu com o nosso projeto. Vale lembrar que ele foi o responsável pelas negociações entre o Max Cavalera e a Roadrunner, e que não sabíamos que estávamos perdendo uma grande oportunidade, senão jamais teríamos quebrado o contrato com ele!

Whiplash.Net: O Attomica fez parte da primeira geração de bandas de Heavy Metal do Brasil. Considerando os prós e contras de sua trajetória, quais suas perspectivas em continuar a ser um músico neste novo milênio? O que é mais difícil para vocês atualmente?

A. Rod: As perspectivas são muito boas, temos muitos planos para 2013, entre eles um novo CD que já esta sendo preparado, e shows por todo o Brasil e exterior.

A. Rod: Sempre levo mais em conta os prós, porque os contras nos servem de aprendizado para adquirir mais experiência na forma de conduzir os negócios. Depois de algum tempo fazendo os ajustes com os novos integrantes, hoje posso dizer que temos a banda mais sólida e pronta para assumir todos os compromissos. Desconsiderando que ainda existem alguns descasos e irresponsabilidades de alguns profissionais da área, hoje as dificuldades (pelo menos nas questões técnicas) são bem menores.

JP: Independentemente da tecnologia, eu acredito muito no talento e no dom de cada um. Quem é bom, não precisa se utilizar de inúmeros recursos de estúdio em sua música, e deve ter a capacidade de executar ao vivo com perfeição. Nós do Attomica somos muito puristas. Eu tenho apenas uma Charvel e um Marshall, precisa mais?!

A. Rod: O grande desafio para o novo milênio será conseguir um destaque dentro de um cenário onde todos (talentosos ou não) possuem as mesmas condições técnicas de produzir um material e divulgar pela internet. Isso acaba saturando o segmento e dificultando o processo para o fã encontrar bandas que lhe agradem. Diariamente nos é apresentado uma quantidade enorme de novas informações, e isso tem dois lados, pois acaba aparecendo muita banda boa, mas acaba tendo muita banda ruim também.

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Whiplash.Net: Para encerrar, gostaria que mencionasse a melhor lembrança que o Attomica tem destes discos:

“Attomica” (1987):

JP: Formação clássica!!! Esse disco contém as primeiras gravações de blast beats da história! Como todos já sabem, nós queríamos ser a banda mais rápida do mundo, e o Mário Sanefuji (batera) me disse que ele iria fazer com apenas uma das mãos, o que o Charlie Benante fazia com as duas no SOD.

JP: Explicando melhor, o Benante fazia uma levada extremamente rápida, mas rufando na caixa (alternado as batidas com ambas as mãos, o que dá uma impressão de grande velocidade). O Mário já passou a fazer a mesma levada apenas na mão esquerda. Isso criou um efeito incrível, fudido! As guitarras tiveram que acelerar também, criando assim o que muitas bandas no futuro chamariam de blast beats. Na música “Samurai” são cerca de sete batidas por segundo (1986). Isso é fenomenal!!! Que a verdade seja dita, o Mário Sanefuji, no fundo, criou o Blast Beats e praticamente foi um dos bateristas que mudaram os rumos do metal mundial.

JP: Isso não pode deixar de ser divulgado, ele merece ser reconhecido pelo seu feito. Eu tenho muito orgulho de ter participado desse processo!!! O Max Kolesne (Krisiun) era um grande admirador do Mário, e com certeza também foi influenciado por ele! Fiquei sabendo que o Max iria escrever sobre a história do blast beats, mas acho que isso ainda não rolou. Espero que o Mário seja lembrado!!!

A. Rod: em minha opinião, e sem querer tirar o mérito dos integrantes que passaram pela banda durante toda a trajetória, o que mais me traz lembranças são os primeiros shows com a formação original.

“Limits Of Insanity” (1989):

JP: Grande álbum!!! Marcou uma fase em que queríamos fugir da mesmice que dominava a cena da época. Era pra ter sido gravado pelo Fábio Moreira, mas acabou sendo cantado pelo Andre Rod, que fez um bom trabalho, apesar de estar gripado durante o processo de gravação!

A. Rod: o fato de eu ter gravado os vocais do disco e ter feito shows pelo Brasil em formato de quarteto.

“Disturbing The Noise” (1991):

JP: Clássico!!! Estávamos com sangue nos olhos!!! Muito a fim de gravar um disco rápido, pesado e agressivo. “Disturbing” marca a entrada do meu irmão (JM Francis) que veio para somar e contribuir para um disco que considero perfeito.

JP: Ele é atemporal e por isso, ainda soa atual nos dias de hoje, conseguindo conquistar um grande número de novos fãs para a banda! A capa foi feita pelo Fábio. As letras foram feitas após tomarmos muito conhaque flambado, o que contribuiu para a loucura!!!

A. Rod: os grandes shows e a fama que nos emplacou no exterior.

Whiplash.Net: Pessoal, o Whiplash.Net agradece pela entrevista e deseja boa sorte a todos. Se quiserem comentar algo, a hora é agora, ok?

A. Rod: Obrigado a todos vocês da Whiplash.Net e seus leitores, e espero que tenhamos sido esclarecedores nas respostas. Gostaria também de agradecer aos nossos fãs, que têm nos acompanhado por todo esse tempo e nos dado a força necessária para continuar trabalhando.

A. Rod: Agradecimentos também ao Vagner Alba (Oversonic Music), Isac All (Estudio Caverna), onde ensaiamos e estamos gravando a pré produção do novo CD, nosso manager Marcos Galvão e toda a equipe do Attomica. Abraço a todos...

JP: Obrigado ao Whiplash pela entrevista inteligente, aliás um padrão de vocês!!! Obrigado a todos os nossos fãs pelo apoio e pelo carinho que tem com a banda até hoje!!! Esperamos ver todos vocês na estrada!!! Valeu!

Contato:
http://www.attomica.com

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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