Confronto: entrevista ao Metal Revolution

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Confronto: entrevista ao Metal Revolution

Postado por Juliana Lorencini | Fonte: Metal Revolution

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O Confronto é uma das principais bandas de Deathcore no Brasil, com quase treze anos de existência, dois álbuns e um dvd lançados, além de incontáveis shows pelo país e mundo afora.

Formada por Felipe Chehuan (vocal), Maxmiliano (guitarra), Eduardo Moratori (baixo) e Felipe Ribeiro (bateria), atualmente a banda está em processo de gravação do seu terceito álbum de inéditas.

O Metal Revolution conversou com o baterista Felipe Ribeiro, que nos contou um pouco mais sobre o novo trabalho a ser lançado, alguns dos principais momentos da carreira da banda, e os planos do Confronto para 2013.

Confira alguns trechos dessa entrevista abaixo:

MR: Com o álbum já praticamente pronto, qual o principal sentimento de vocês em relação ao material que vocês já têm em mãos?

Felipe Ribeiro – Sem sobra de dúvidas este é o melhor álbum que já gravamos! Nele está contido exatamente tudo que gostaríamos de realizar, tudo que absorvemos no decorrer de todos esses anos e gostaríamos de colocar dentro de um disco. Ficamos muito satisfeitos com tudo… Musicalmente, tecnicamente, com a produção, com as composições e com as idéias colocadas dentro dele. É o CD mais pesado, denso e avassalador que já fizemos. Digamos assim… São 13 anos de sentimentos impuros colocados dentro deste disco. Acho que todos vão gostar!

MR: Muitas bandas brasileiras optam por escrever as letras de seus álbuns em inglês. Existe então sempre um grande debate em torno disso. O Confronto tem as letras de suas músicas todas em português. Por que vocês optaram por cantar em português?

Felipe Ribeiro – Acredito que isso é um ponto bem interessante, porque na verdade isso nunca foi uma questão de opção. Simplesmente foi assim. Pra nós compor e gravar as músicas em português sempre foi algo muito natural e surgiu de maneira totalmente espontânea. Eu acredito que não existe nada mais direto e objetivo do que nos comunicarmos com as pessoas através da música utilizando a nossa própria língua e retratando a nossa própria cultura, realidade, vivência, experiência, pontos de vista, histórias, etc… Acreditamos muito no poder da linguagem e da comunicação direta e é justamente com ela que criamos um dos principais pontos de identificação do Confronto. Mas também não acho que isso precise ser necessariamente um ponto de divergências, pois todos têm a liberdade de escrever e se expressar no idioma que acharem melhor. Ficamos muito felizes em ver muitas bandas fazendo música pesada escrevendo e cantando elas em português… Inclusive, muitas delas dizem que tem o Confronto como referência nesse sentido e realmente ficamos lisonjeados com isso… Mas devemos lembrar que escrever em português é apenas uma das maneiras de fazer música e essa foi a maneira que nós do Confronto nos sentimos mais a vontade e que conseguimos nos expressar melhor, mas existem muitas formas diferentes de se fazer e de se pensar música… Existir debate em torno de qualquer assunto é sempre muito bom e válido, mas devo lembrar que em nossa opinião essa questão de se fazer música no Brasil em português ou inglês não é uma questão de quem estar certo ou errado. Sendo em inglês ou português o importante é fazer da maneira que se sentir mais a vontade, mais cômodo, da maneira que fique o melhor possível.

MR: Vocês foram responsáveis pela abertura do show do At The Gates em São Paulo. Apesar dos estilos das bandas não serem muito semelhantes, o Confronto foi muito bem recebido pelo público paulista. O que vocês podem nos contar sobre essa experiência?

Felipe Ribeiro – Ficamos muito felizes em poder dividir palco com uma das bandas que também serviram e ainda servem de referência pra nós e digo isso principalmente por se tratar de ser um show aqui no Brasil. Já dividimos palco com muitas bandas importantes como Voivod, The Haunted, Testament, Brujeria, Napalm Death, Agnostic Front entre outras. Mas grande parte desses shows foram em turnês fora do Brasil. Tocar com todas essas bandas gigantes fora do país é muito bom? Sim, isso é muito bom! Mas nada melhor do que a gente poder ver essas bandas vindo pra cá, e nós podermos fazer parte disso aqui no Brasil é algo muito importante. Em nosso modo de ver, isso faz parte deste crescimento e desta reestruturação que o rock e, mais especificamente, o Metal está passando aqui no Brasil. Quanto ao público, bem, uma coisa que agente sempre fala é que tocar em São Paulo é como tocar no quintal da nossa casa. Sempre fomos muito bem recebidos em São Paulo desde o início da banda e além do nosso DVD ter sido gravado na cidade, os shows do Confronto sempre foram extremamente brutais e marcantes. Ficamos felizes por São Paulo fazer parte da história da banda.

Para conferir a entrevista completa, acesse:

http://metalrevolution.net/blog/confronto-nos-sentimos-atrai...

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