Headhunter D.C.: o funeral definitivo de Deus

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Headhunter D.C.: o funeral definitivo de Deus


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Completar 25 anos de história dedicados ao Death Metal é para quem simplesmente vive o estilo. E assim a reputação do Headhunter D.C. foi forjada... Aproveitando que os baianos estão lançando seu quinto álbum, “...In Unholy Mourning...”, o Whiplash.Net conversou com o vocalista Sergio ‘Baloff’ Borges para saber como está a nova fase deste ícone do underground brasileiro. Confiram aí:

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Whiplash.Net: Olá pessoal, é um prazer falar novamente com vocês. Já abordamos seus primórdios anteriormente, mas o que o Headhunter D.C. andou fazendo após 2007, com o lançamento de “God’s Spreading Cancer...”?

Sergio ‘Baloff’ Borges: Hails Ben Ami! O prazer é todo nosso, e desde já agradeço mais uma vez pelo suporte. Deixemos o luto profano começar... Em consequência do lançamento de “God’s Spreading Cancer...” fizemos uma tour sulamericana quando ficamos 30 dias na estrada e atingimos o Chile, Peru e Bolívia, além de datas pelo Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, a “Spreading The Death Cult... Tour 2007 (destruyendo Sudamerica)”. Outro fato relevante a ser citado foi a tour que fizemos ao lado da lenda do Heavy Metal americano Omen em 2009, participando da parte Norte/Nordeste/Sudeste de seu giro brasileiro com o Strike Master do México.

Sergio: Em termos de lançamentos, tivemos cinco edições diferentes do álbum, sendo duas edições européias (LP e CD) pela Evil Spell Records e Obscure Domain Productions, ambas da Alemanha, uma peruana via Deathcult Records, uma americana pela Ibex Moon Records, além da edição nacional via Dying Music, e também participamos em 2010 do álbum-tributo ao Mortem do Peru, intitulado “Death Rules Supreme”, do qual participamos com a clássica “Summoned To Hell”. Logo após o lançamento de “GSC...”, ainda em 2007, já iniciei o processo de composição de novas músicas para aquilo que viria a ser o nosso quinto álbum de inéditas. O resultado é “...In Unholy Mourning...”, nossa mais nova oferenda de heresia e blasfêmia.

Sergio: Enfim, nesses últimos cinco anos nos mantivemos extremamente ativos na cena como sempre fomos, e hoje, completando 25 anos de estrada, continuamos vivos e mais fortes que nunca, sempre honrando a música/ideologia que sempre defendemos com unhas e dentes: DEATH FUCKING METAL!!! Erguemos a bandeira com orgulho!!!!!!

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Whiplash.Net: Somente aqueles que tiveram contato com o novo disco poderão ter noção de seu requinte. Sergio, você assumiu a produção e após esses meses dá para fazer uma análise mais fria... Afinal, o que mais gostou no resultado final de “...In Unholy Mourning...”?

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Sergio: Eu costumo dizer que viver e tocar Death Metal é um eterno aprendizado, então por mais que eu fique satisfeito com o resultado final de um trabalho sempre acharei que algo poderia ter ficado melhor – ainda mais em se tratando de um velho, chato e perfeccionista deathbanger como eu, hahaha!!! Mas num geral eu diria que “...In Unholy Mourning...” ficou muito próximo daquilo que eu idealizei. Liricamente falando trata-se mais uma vez de um reflexo do que penso, do que sinto, do que sou, então conceptualmente não haveria nada a ser mudado. Talvez no aspecto sonoro – em termos de gravação, não de música – alguns pontos poderiam ser melhorados, mas num geral estou muito satisfeito com como o novo álbum soa, pesado, grotesco e sujo na medida certa, mas com a qualidade que o tipo de música que fazemos demanda.

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Sergio: A atmosfera emanada por “...IUM...” é um dos pontos-chave do disco em minha opinião, realmente fazendo jus a tudo o que dele é expelido, vomitado, aliás, eu diria que a própria gravação propositalmente mais suja, se compararmos com “God’s Spreading Cancer...”, deu ao disco essa ambiência carregada que todo o conceito do trabalho pedia. Outro aspecto relevante é a qualidade gráfica do álbum, lançado em digipack de luxo, com dois booklets (sendo um deles com as letras traduzidas para o português), além de um woven patch exclusivo para essa primeira prensagem nacional, algo como um grande presente para nossos fãs e irmãos brasileiros. Enfim, “...In Unholy Mourning...” é mais um grande orgulho para nós, talvez de uma importância ainda maior para mim por se tratar do primeiro álbum totalmente escrito, composto e produzido por este que aqui vos fala. Proud to be Death... Proud to be Metal!!!

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Whiplash.Net: “...In Unholy Mourning...” novamente mostra o Headhunter D.C. explorando os limites do tradicionalismo do Death Metal. Há ótimas canções como "Dawn Of Heresy" e "Hail The Metal Of Death!", mas gostei particularmente das investidas Doom. Qual o ponto de partida em seguir por este caminho?

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Sergio: Na verdade, as partes mais cadenciadas sempre foram exploradas por nós ao longo de nossos álbuns, vide músicas como “Deadly Sins Of The Soul”, “Conflicts Of The Dark And Light” e agora mais recentemente com “Lightless” do novo álbum. Aliás essas doomy parts são características vitais dentro do verdadeiro Death Metal desde os seus primeiros dias, então como somos ortodoxos e tradicionalistas nessa questão, obviamente as estruturas lentas e decadentes estariam na música do Headhunter Death Cult. Trata-se de um gênero naturalmente limitado em sua essência, mas com um vasto leque de possibilidades dentro de seu universo sem que para isso seja preciso abandonar suas raízes e tradições, e é com essa visão e ideologia que desenvolvemos nosso trabalho.

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Whiplash.Net: Considero a ilustração de “...In Unholy Mourning...” como a mais bonita de sua discografia. Como chegaram até o espanhol Juanjo Castellano? Poderia falar um pouco sobre o conceito da arte?

Sergio: Bom, a princípio faríamos a capa com o Alcides Burn novamente, um grande artista brasileiro com quem já havíamos trabalhado para a capa do "GSC..." e cujo trabalho eu admiro bastante. Mas como eu queria algo mais manual, mais old school desta vez, eu decidi procurar por outro artista a ser responsável pela capa, até que certo dia eu recebi uma solicitação de amizade do Sr. Castellano no Facebook, e então uma nova parceria deathmetálica estava prestes a começar. Ele me disse que era um grande fã de nossa música, e logo perguntei a ele sobre a sua disponibilidade para trabalhar na capa de nosso novo álbum, que prontamente aceitou o meu pedido. A partir daí a única coisa que eu tive que fazer foi enviar-lhe as minhas ideias sobre a arte da capa, juntamente com a faixa título do álbum e sua letra e dentro de um par de meses tudo estava pronto.

Sergio: As ideias para a arte da capa surgiram logo quando eu escolhi o título do álbum e enquanto eu escrevia suas letras. No início, o ‘cenário’ da capa seria um cemitério, mas Castellano inteligentemente optou por uma espécie de mausoléu ou algo assim. Pode-se ver as personificações da morte em torno de um Cristo decapitado dentro de um túmulo em forma de cruz invertida proferindo ‘uma prece negra para aquele que já se foi’, tudo sendo ornamentado com piras funerárias e anjos mórbidos decapitados, todos representando assim um luto profano e odioso, o funeral definitivo de Deus. Concordo com você que trata-se de nossa melhor capa até aqui (ainda que eu também seja fã da capa do God’s...”), e estamos fudidamente contentes e satisfeitos com ela. A propósito, saudações e um muito obrigado ao meu amigo Juanjo Castellano Rosado! Você manda!!!

Whiplash.Net: O ataque às religiões é a principal bandeira do Metal extremo. Mas muitas bandas não conseguem transmitir sua mensagem de maneira eficiente ou simplesmente adotam uma postura ‘satanista’ que somente reforça a percepção estereotipada em torno do gênero. Até onde essa falta de maturidade e radicalismo poderia ser um problema?

Sergio: Radicalismo e falta de maturidade não podem e nem devem andar de mãos dadas, pois alguém com falta de maturidade certamente fará mau uso do radicalismo (como muito vemos por aí), o qual sendo usado de maneira inteligente é e sempre foi essencial para a manutenção sadia do lado ideológico do Metal. Para piorar, o radicalismo ‘burro’ é sempre acompanhado de fofocas, intrigas e outras atitudes que só fazem denegrir a muitas vezes já denegrida imagem do Metal, ou seja, os pseudo-radicais acham que ser radical é sair por aí julgando e batendo nos outros, apontando quem é falso ou quem é ‘true’ como se fossem os donos da cena (a cena já existia antes mesmo de seus pais comerem suas mães, hahaha!!!), enquanto que nem eles mesmos sabem onde se enquadram. O tempo ainda é o melhor juiz para fazer as máscaras caírem!

Sergio: Essa dita postura ‘satanista’ citada por você, infelizmente na maioria das vezes não duram mais que cinco anos, que geralmente é o tempo que se leva até a pessoa arrumar um(a) namorado(a), conhecer pessoas diferentes, estilos de música diferentes, ambientes diferentes e a partir daí a gente sabe exatamente o que acontece – isso quando não se entregam à primeira igreja que vêem pela frente, haha! Exemplos assim já testemunhei incontáveis ao longo dos anos. É claro que, felizmente, existem as exceções, bandas formadas por pessoas sérias e que de forma madura e consciente perduram em suas convicções satanistas e ocultistas independente de todo esse vai e vem das modas e tendências. A esses o meu mais profundo RESPEITO!

Sergio: Atacamos as religiões e toda forma de manipulação e alienação imposta sem precisarmos nos ater a dogmas ilusórios, afinal somos livres de toda essa merda, e assim sendo seria uma grande contradição de nossa parte adotar qualquer postura de submissão a uma religião ou qualquer tipo de instituição religiosa ou ainda qualquer coisa que me diga o que devo fazer. Acho muito mais eficiente atingir a ‘raiz’ da cristandade com nossas próprias armas adquiridas através de nossa repulsa contra toda essa hipocrisia religiosa do que ‘adorando’ suas próprias criações. Somos o inferno na terra, almas que não precisam de salvação, renegadores da luz, nascidos para punir os céus, inimigos # 1 dos cordeiros de Deus, o pior de seus pesadelos... Isso não é o bastante? Nós somos o câncer de Deus que se espalha...

Whiplash.Net: Vocês são de uma geração que antecede à internet. Com as atuais facilidades, quais as maiores dificuldades que encontram para atrair a atenção do público mais jovem, que cresceu em um período de estabilidade econômica e, como tal, mais consumista?

Sergio: Somos de uma geração que antecede o CD. Uma geração que conheceu de perto as dificuldades reais para se manter fiel à cultura headbanger, que juntava o dinheiro da merenda da escola o mês inteiro pra comprar um LP – quase sempre importado e muito, muito caro –; que trocava fitas e vinis pelo correio para se manter atualizado com o que acontecia na cena mundial; que ia pra shows com 14, 15 anos sem o medo de correr o risco de não ter ônibus pra voltar pra casa; que viveu de perto os conflitos entre bangers, punks e carecas, enfim... Somos de uma geração que viveu uma época difícil, porém mágica, quando os valores (felizmente) eram outros, algo difícil de explicar através de breves palavras, e tenho muito orgulho de ser um dos ‘sobreviventes’ daquela era e assim poder estar aqui hoje para contar a história e dando continuação à saga nesse maravilhosamente amaldiçoado universo do “Metal Pesado” – uma gurizada certamente vai rir de mim por ter usado esse termo... hahahaha!!!!!!

Sergio: Sinceramente, eu não vejo dificuldades para atrair a atenção do público mais jovem se não a falta de interesse e comprometimento desse próprio público perante o Metal Extremo, musical e ideologicamente falando. Aliás, muito mais ‘ideologicamente’ do que ‘musicalmente’ falando, já que, música por música, todos hoje têm acesso à ela apenas através de um click, porém não é para aqueles que encaram o Death Metal ou o Metal em geral como mais um mero estilo musical que o trabalho do Headhunter D.C. é destinado, portanto, não nos interessam. Enquadrando-se e identificando-se com o que tocamos e expressamos, todos serão muito bem-vindos ao Culto, independente de idade.

Whiplash.Net: Do MOA, restaram apenas lições... Evitando polêmicas baratas (de minha parte), qual seu sentimento em relação a um empresário com tantas pendências perante o público e justiça, e que monta uma nova empresa para (tentar) continuar atuando no mesmo ramo?

Sergio: O episódio do MOA é uma página na história do Metal brasileiro que deve ser virada, uma vergonha de proporções internacionais. Me causa uma grande indignação e até um certo constrangimento quando toco nesse assunto, principalmente por todos aqueles que lá estiveram para prestigiar a nós e a outras bandas nacionais e foram totalmente enganados e desrespeitados.

Sergio: Fiquei sabendo dessa questão citada por você através da imprensa e do Facebook, e o que posso comentar a respeito é que trata-se de mais um caso proveniente da certeza da impunidade, assim como inúmeros outros que acontecem diariamente num país onde a justiça tarda “E” falha. É triste, mas é a realidade. Infelizmente bandas e público nem sempre têm o poder de saber antecipadamente com o que se está lidando e assim evitar cair numa roubada como essa, principalmente em se tratando de Nordeste, onde seria o festival, região que não tem uma tradição de grandes festivais envolvendo bandas internacionais de grande porte, então a confiança e até certo deslumbramento com tudo isso acabou meio que sendo inevitável, mas a lição que fica é tentar ficar mais atento a possíveis ‘mutretas open air’ como essa que possam vir a ocorrer novamente e correr atrás de seus direitos ainda que com toda a descrença na justiça brasileira, e é mesmo muito bom saber que o primeiro passo para que esse quadro venha a ser mudado já foi dado. RIP OFFS FUCK OFF!!!!!!

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Whiplash.Net: O Headhunter D.C. possui o status de ‘cult’ no Brasil, mas, apesar dos esforços, nunca conseguiu atingir uma posição que lhe permitisse tocar com certa freqüência no exterior. Olhando para trás, qual o maior acerto e maior erro de estratégia nestes 25 anos?

Sergio: Não costumamos usar de estratégias para desenvolvermos nosso trabalho e darmos continuidade à nossa jornada, apenas procuramos ser os mais honestos possível dentro daquilo que fazemos, e talvez justamente por isso não tenhamos ainda atingido tal posição a que se refere, já que alguns valores foram totalmente trocados com o passar dos anos, e hoje qualidades como ‘honestidade’, ‘sinceridade’ e ‘talento’ já não são mais tão essenciais para se conquistar o merecido espaço como outrora, principalmente no mundo da música – e com um grito de revolta entalado na garganta infelizmente temos que incluir o Metal nesse atual contexto vergonhoso.

Sergio: Logicamente que queremos tocar com mais frequência e com maiores oportunidades de mostrarmos nosso trabalho com a estrutura que precisamos e merecemos fora do Brasil, mas não fazemos desse desejo uma obsessão de se realizar isso a qualquer custo como muitos casos que vemos por aí. Trabalhamos duro para conquistarmos nossos objetivos, e ainda que alguns deles não venham a ser alcançados da forma que queríamos, por um motivo ou outro, estaremos sempre orgulhosos e de cabeça erguida com tudo o que foi feito ao longo desses 25 anos de carreira, pois tudo foi feito com muita honestidade e paixão. O que vier, como tudo que já veio até agora, será em consequência disso. E a saga continua...

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Whiplash.Net: Os fatalistas vivem apregoando o fim da música no formato físico, mas os vinis resistem com toda sua elegância e as bandas estão liberando CDs cada vez mais caprichados. E, como Headhunter D.C. está sempre lançando registros, o que vem por aí?

Sergio: Somos de uma época que LPs e cassetes eram os únicos formatos disponíveis no mercado fonográfico, então lançar nossos materiais em vinil é algo natural para nós e está muito além dessa atual moda fudida que atualmente testemunhamos, portanto se depender apenas de nós, sempre estaremos disponibilizando lançamentos nesse formato. Mas é claro que isso também tem a ver com a questão da internet, mp3, download e outros adventos responsáveis pela degeneração do Metal Underground e consequente queda nas vendas, fazendo com que os selos cada vez mais invistam num diferencial, e é aí que entram os formatos cada vez mais caprichados de seus lançamentos.

Sergio: De qualquer forma, o lado bom nisso tudo (e digo isso aqui desprovido de qualquer interesse comercial) é que atualmente apenas os fãs e verdadeiros apoiadores da cena irão comprar os materiais das bandas. Independentemente de quantas edições e formatos saiam de um único álbum, eles estarão lá comprando os originais e dando o suporte que essas bandas precisam, e os curiosos, meros ‘curtidores’ de Metal, prosseguirão baixando quantos álbuns lhes forem possível por dia (ou quanto tempo suas bundas suportarão ficarem sentadas de frente a um computador), dando continuidade às suas vidas e cenas virtuais. THE TRUE OLD SCHOOL LIVES ON!!!!!! FOREVER UNDERGROUND!!!!!!!!!!!!

Sergio: Os próximos passos em termos de lançamentos são a versão em vinil de “...IUM...” via Mutilation Records para muito em breve e o licenciamento do mesmo para outros países e continentes. Também está nos planos a reedição de nosso live tape “Brazilian Deathkult Live Violence...” em formato CD pela Eternal Hatred Records para o primeiro trimestre de 2013 e um possível split 7” ou 10” com uma banda de fora. Mais infos a respeito em breve.

Whiplash.Net: Pessoal, deixo um grande abraço a todos! O espaço é do Headhunter D.C. para os comentários finais, ok?

Sergio: Agradeço mais uma vez a você, Ben Ami e site Whiplash.net pelo espaço cedido para espalharmos a palavra do Culto da Morte aqui! Estamos fazendo uma série de apresentações pelo Brasil e todas têm sido extremamente brutais e cheias de energia, com uma participação fudida do público, o que mostra que ainda temos muita gente dando suporte às bandas nacionais e comprometida em manter a tradição do total headbanging nos shows, e assim, manter a chama do verdadeiro Metal brasileiro e sulamericano acesa. Os próximos cultos ao vivo serão em São Paulo, dia 20/10, no Profana Aliança Nacional, na Terra Sem Salvação, Salvador, dia 27/10, dia 10/11 em Manaus, 08/12 em Recife, e outros a serem anunciados, portanto vejo todos vocês deathmetallions na “...In Unholy Mourning For God...” Tour 2012/2013! Confiram nosso novo álbum e unam-se a nós em luto profano por Deus! Grande abraço a todos! HAIL THE METAL OF DEATH!!! SALVE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

HEADHUNTER DEATH CULT:
Caixa Postal 548,
Ag. Central – Comércio
Salvador, BA 40.015-970
BRASIL
[email protected]
http://www.myspace.com/headhunterdc
http://www.headhunterdc.net
(novo site oficial vindo em breve...)

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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