Pastore: esse é o país do Carnaval, e não do Metal

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Pastore: esse é o país do Carnaval, e não do Metal


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A banda Pastore vem atraindo muitas atenções desde que debutou com “The Price For The Human Sins” em 2010. E o Japão foi a nação que mais apostou no grupo, isso a ponto de o recém lançado "The End Of Our Flames" atingir a 14º posição no ranking geral do mercado nipônico, acima de outros nomes mais famosos. Aproveitando o lançamento deste belo disco, o Whiplash.Net entrevistou o pessoal, que deu uma geral em sua atual situação. Aumentem o volume e confiram aí!

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Whiplash.Net: Olá pessoal. Que tal começarmos com um balanço, analisando os prós e contras desde a estreia da Pastore com "The Price For The Human Sins", que passou por um processo bem complicado até sua finalização?

Raphael Gazal: Acho que o “The Price For The Human Sins” só nos trouxe coisas boas. Foi o primeiro trabalho da Pastore e conseguimos muita coisa com ele. Foi um processo bem complicado e demorado, mas que rendeu bons frutos.

Mario Pastore: Concordo com o Rapha, batalhamos de 2007 a 2010 com muito suor e enfrentando alguns problemas e, graças a Deus, conseguimos boas coisas com esse primeiro CD.

Fabio Buitvidas: A complicação deu-se por vários motivos, entre eles a impossibilidade de eu gravar em função de meus compromissos com o Shadowside, que é outra banda que toco. Acho também muito difícil gravar em estúdio próprio porque não há um limite para o que pode ser feito ou quanto tempo podemos usar, e isso acaba atrapalhando o processo já que, para quem grava, sempre há algo que se pode melhorar depois de ‘pronto’. Até que focamos e criamos uma ‘força-tarefa’ para terminar o trabalho nos colocando um limite. Isso nos ensinou muita coisa.

Fabio: No novo álbum, "The End Of Our Flames", gravamos do mesmo modo, no mesmo local, mas usamos de nossa experiência adquirida e facilitamos o processo notadamente por estipularmos um prazo. Desta forma gravei a bateria em três dias e finalizamos tudo em um mês... Isso e mais a projeção que ganhamos, principalmente no Japão, foram os prós.

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Whiplash.Net: Em função do contrato com o selo japonês Hydrant Music, a Pastore teve que acelerar o lançamento de “The End Of Our Flames”. Se o primeiro disco demorou quase cinco anos para ser finalizado, o novo demorou poucos meses. Isso, de alguma forma, interferiu negativamente no processo de composição e gravação?

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Raphael: Acho que o ponto negativo do “The End of Our Flames” foi o estresse que um trabalho artístico carrega quando se trabalha com datas muito definidas e muito próximas. Mas isso também contribui para que a gente foque no processo todo. Acaba trazendo uma unidade ao trabalho.

Mario: O Japão nos pediu urgência no CD e corremos bastante. O Rapha teve que compor bases, trabalhar em letras e produzir tudo; eu corri para criar linhas vocais convincentes; o Fabio criou e gravou as linhas de batera bem rápido e ainda colaborou com outras ideias nas músicas, o Aléxis entrou compondo letras e gravou o baixo com extrema competência e ainda fez um diário em video das gravações. Foi bem corrido e estressante para todos nós, mas conseguimos e o "The End" está ai.

Whiplash.Net: Ainda que mantenha os refrões marcantes, guitarras poderosas e o Mario explorando muito sua voz, as canções de “The End Of Our Flames” estão relativamente diferentes, mais modernas e diretas. O que motivou esta linha musical?

Raphael: Acredito que foi natural, e veio muito do amadurecimento dos integrantes da banda. Talvez o nosso momento como músicos tenha tornado o disco mais direto e mais pesado. Não pensamos ‘... Temos que fazer um disco mais pesado e direto...’, simplesmente foi assim. E, apesar do “The End Of Our Flames” ser mais pesado e mais direto, ele é muito mais difícil de tocar do que o “The Price”.

Mario: Nada foi forçado, sentimos o som mais pesado e simplesmente o fizemos assim. Gosto dos dois álbuns, mas o "The End" uniu peso e melodia num patamar mais atual, em minha opinião.

Aléxis Galluci: Cada um da banda tem um histórico musical diferente, o que é interessante, mas poderia ter levado a um experimento musical e transformado tudo em um CD virtuoso demais, mas aí aconteceu algo interessante. Sem planejar, as músicas foram saindo assim, simples. Às vezes mandava uma linha de baixo para o Raphael e ele dizia: ‘... Simplifica, vai ter espaço para o baixo em outra música...’. Neste sentindo, foi muito natural. Cada um foi se adaptando e, disso tudo, saiu um CD que aparenta ser simples, mas com uma pegada incrível.

Fabio: Evolução natural, nunca houve um direcionamento a ser seguido, apenas fazemos o que gostamos. Ajudou o fato de estarmos mais experientes quanto à produção e gravação, isso nos deixou mais à vontade para gravarmos e o resultado saiu isso aí.

Whiplash.Net: “The End Of Our Flames” atingiu a 14º colocação do ranking geral do mercado japonês, posicionando-se acima dos lançamentos de bandas mais famosas. É claro que o apoio de um selo ajuda muito, mas que reais frutos a Pastore está colhendo desta parceria com a Hydrant Music?

Raphael: A parceria que temos com a Hydrant Music foi de vital importância para a banda. Nós tivemos exposição em revistas como a BURNN! e a Young Guitar. Gravamos dois clipes e um CD sem tirar dinheiro do nosso bolso, tudo com os frutos dos lançamentos no Japão. E eles lá apostam muito em nós e tem muito carinho pela banda Pastore.

Aléxis: Como o Raphael disse, graças ao Japão, tivemos a oportunidade de gravar um CD sem tirar um centavo do bolso. Mas para mim, o mais legal disso tudo é saber que a sua música está sendo tocada e apreciada do outro lado do mundo. Lembro quando o "The Price" foi lançado por lá, achei um video no youtube de um japonês testando o som do carro dele e com o CD da Pastore. Isso, pra mim, simboliza toda a felicidade de poder fazer parte disso.

Whiplash.Net: A canção "Brutal Storm" define bem o que é a Pastore. Como rolou as filmagens desse vídeo, afinal?

Mario: Escolhemos a canção que tem mais impacto do CD e o Alexandre Sales Cardoso novamente matou a pau com uma filmagem simples, mas impactante. “Brutal Storm” é veloz, pesada e tradicional, como a Pastore!

Aléxis: Lembro quando ouvi essa música pela primeira vez. Não tinha participado da pré-produção dela, então, acabei sendo o último a ouvir. O Mario tinha falado: ‘... Fio, você vai pirar nessa música...’. E foi o que aconteceu. Ela é muito forte, melódica e pesada ao mesmo tempo. Claro que todos concordaram que essa seria a música de divulgação. Fomos gravar o clipe com o diretor Alexandre Sales Cardoso, que já havia trabalhado conosco no primeiro clipe da música “Far Away”. Fizemos um clipe simples, tentando representar bem esse lado da banda. O resultado está aí, e eu, particularmente, gostei bastante.

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Whiplash.Net: Hoje em dia, quais as dificuldades que a Pastore encontra para tocar, seja aqui pelo Brasil ou no exterior?

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Raphael: Não é assim tão dificil agendar shows e tocar pelo Brasil se você tem um produtor de shows que cuide disso, que aposte que possa dar certo. O difícil é encontrar esses produtores. Os bares infelizmente só querem saber de bandas cover. Eu toco em uma banda cover, mas eu acho que deveria haver uma mescla entre as bandas autorais e as covers, e assim todos sairiam felizes. Houve uma sondagem para tocarmos no Japão quando o “The Price” foi lançado lá, mas o lançamento do disco aconteceu três dias antes do terremoto que destruiu o país em 2011, e isso acabou atrapalhando essa negociação.

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Mario: O brasileiro tem que ouvir mais o que é produzido aqui, e não priorizar as bandas gringas. Fora isso, há mais espaços para bandas cover. Tudo isso dificulta nosso trabalho. No Japão, como o Rapha disse, estavam nos sondando para tocar lá na época do lançamento do "The Price" e em seguida veio o terremoto que impossibilitou nossa possível tour.

Aléxis: É complicado competir com bandas que se sujeitam a pagar para abrir shows internacionais. Eu, particularmente, sou totalmente contra isso. Nunca paguei para tocar e nunca vou pagar. Temos que levar em consideração que isso é uma profissão. Portanto, bandas, não se submetam a essa prática. Use esse dinheiro para produzir um trabalho de qualidade. Com paciência, as coisas acontecem.

Fabio: A dificuldade básica é dinheiro. Para fazer shows no exterior gasta-se uma fortuna. Engana-se quem pensa que você vai lá e ganha bem. O promotor até te paga um bom cachê, mas não vale a pena sair do país para fazer um ou dois shows, tem de haver uma agenda e para isso acontecer você tem que vender, ser conhecido. Não adianta apenas ter um som legal... Tem que ser viável para o promotor. Agora teremos nosso novo álbum lançado na Europa e isso vai facilitar as coisas. No Brasil a dificuldade básica é com promotores picaretas, falta de condição técnica.

Whiplash.Net: O Mario teve sua primeira experiência de gravação em 1991, no disco “Biotronic Genesis” do Acid Storm. De lá para cá foram várias bandas e discos... Quais as maiores diferenças em gravar e trabalhar a promoção de um disco, na década de 1990 e agora?

Mario: Na década de 90 tínhamos que buscar bons estúdios e técnicos de som que soubessem trabalhar com metal, tínhamos muitos gastos e horas limitadas. Hoje podemos gravar em um home studio e produzir tranquilo até alcançar um bom resultado. Na década de 90 tínhamos só revistas e fanzines. Hoje, com a internet, temos sites, revistas virtuais e web radios. Isso abrange muita gente de uma maneira mais fácil e rápida.

Whiplash.Net: Um músico tem que arcar com os custos da produção de um disco, lutar para vencer o descaso de um público que prefere as bandas gringas ou os covers, aturar donos de estabelecimentos que só pensam em vender cervejas e, pior, muitas vezes ter que pagar para tocar... Sejamos francos, já está provado que somente a boa música não comove as massas. Como mudar essa mentalidade?

Mario: Aqui é o país do Tcha, tchu e outras coisas nesse naipe... É a linguagem do povão, fora que realmente a maioria quer consumir o importado. Eu vivo de música e batalho para mudar essa situação. O brasileiro tem que incentivar as bandas daqui, até acho que isso melhorou um pouco, a Pastore é uma prova disso, estamos vendendo bem aqui no país, mas tem que melhorar muito mais ainda.

Raphael: Eu vejo isso como um problema social. No Brasil, a maior parte dos músicos é vista como amadores e vagabundos, principalmente se você toca Heavy Metal. E ainda vivemos em um mundo capitalista, onde o que importa é o dinheiro e não a qualidade do trabalho. Mas também existe muita gente vivendo de música, talvez não tocando, mas trabalhando no ramo da música. Temos ótimos técnicos de som, produtores, roadies, empresas de locação de equipamentos para shows, e músicos que acompanham os grandes nomes da música. Infelizmente esse é o país do Carnaval, e não do Metal.

Aléxis: Olha, se eu soubesse como mudar essa mentalidade, eu seria a pessoa mais feliz do mundo. É difícil. Parece que, cada dia mais, as casas de shows dão mais espaço para as bandas covers, mas isso é porque o público pede. A desculpa é que banda brasileira não tem qualidade. Existem milhares de bandas, claro que existem bandas com mais ou menos qualidade, mas não custa dar uma chance. As pessoas preferem pagar 25 reais para assistir um cover do que 10 reais para ver bandas autorais. Não consigo enxergar uma maneira de mudar isso. Infelizmente, já virou cultural.

Fabio: Em qualquer lugar do mundo, com uma cena forte, o promotor de um show nunca cobra de uma banda para ela tocar. Aqui no Brasil quando você busca fazer um show com uma atração internacional, que te dá mais visibilidade, o promotor vem e quer que você pague por isso. Bandas internacionais como Iron Maiden, Megadeth, Helloween, entre outras, exigem banda de abertura em seus contratos e não cobram nada das mesmas. Sabedores que somos desta situação, nunca nos colocamos em posição de pleitear algo assim mediante pagamento, nem na Pastore nem no Shadowside.

Fabio: Já vi bandas lutando contra promotores desonestos, para não ter de pagar 4.000 reais para tocar como abertura de show internacional. Porém, em contrapartida, vem uma banda com mais ‘posses’ e paga. Como você consegue mudar algo se isso acontece? Agora, é necessário também entender que, dificilmente, você fará um show sem gastar nenhum centavo. O promotor não tem obrigação de sempre colocar o backline, as consoles à disposição das bandas de abertura. Porque isso tem um custo que deve ser repassado a alguém em alguns casos. Quando todas as bandas agirem com profissionalismo teremos promotores melhores, shows melhores, a cena crescerá e todos ganharão: promotores, público, sites, lojas de instrumentos, vendedores de cerveja... É uma cadeia sem fim. Outra razão que leva os promotores a odiarem colocar banda nacional pra abrir shows é a falta de profissionalismo de algumas. Porque a banda exige coisas que não são de direito de uma banda de abertura, agem como tietes, querem levar amigo, namorada, pai, mãe... Ou seja, não sabem se portar e isso faz com que os promotores generalizem as bandas. Cansei de ser tratado mal, com extremo desrespeito porque toco em uma, aliás, duas bandas nacionais.

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Whiplash.Net: Até onde a Pastore pode chegar, agora que o Mario está em uma banda onde pode melhor administrar o que está acontecendo, algo que não era tão evidente nas outras bandas pelas quais passou?

Mario: Eu comecei a sonhar com isso em 2005 e, graças a Deus, tive a sorte de conseguir uma equipe maravilhosa, desde quem toca e compõe até no trabalho gráfico e de divulgação. Isso fez um projeto que sonhei se transformar na Banda Pastore e agora lutamos juntos pelo mesmo objetivo, antes eu era apenas o vocalista. Acredito que se continuarmos lutando, isso nos levará aonde queremos chegar, vender bem e tocar no mundo todo!

Fabio: Importante frisar que o grupo leva o nome Pastore, mas é uma banda, e ela poderia chamar-se Gallucci, Gazal ou Buitvidas, ou podia ter qualquer outro nome. Nós mesmos sugerimos que o Mario usasse este nome, pois a ideia de formar uma banda, a ideia de chamar as pessoas nasceu dele. Já toquei com o Mario no Acid Storm e nos conhecemos há uns 25 anos, e eu sempre quis estar em uma banda com ele. A diferença para as outras bandas que ele teve talvez seja o fato de que não há um ‘chefe’, e então todos nós administramos a questão, a banda.

Fabio: O Mario fez seus melhores trabalhos com a Pastore justamente porque somos uma unidade que funciona junto, tire um de nós daqui e você sentirá imediatamente. Até onde podemos chegar é uma questão difícil. Até onde queremos chegar é lançar mais e mais álbuns, sempre progredindo, mas até onde iremos chegar não depende somente de nós, mas também de onde as pessoas queiram que cheguemos. Não existe banda sem fãs e precisamos do apoio deles, de vocês para continuar produzindo boa música.

Whiplash.Net: Ok, pessoal, o Whiplash.Net agradece pela entrevista desejando boa sorte a todos. O espaço é da Pastore para os comentários finais, ok?

Raphael: Agradeço muito a oportunidade e o espaço que o Whiplash.Net deu para a banda! Agradeço também a todas as pessoas que contribuíram e contribuem para que a banda Pastore continue firme e forte!

Mario: Muito obrigado, Bem, pelo espaço, a você e ao Wiplash.Net. E um grande abraço aos nossos amigos e fãs. E quem não comprou o CD novo, compre conosco pelo facebook, ok? Todos os integrantes da banda tem sua página lá e ainda tem a page da banda. Vai lá e dá um ‘curtir’! (Risos). Valeu!

Aléxis: Primeiro, quero agradecer ao Whiplash.Net que sempre nos proporcionou espaço. Queria deixar um recado para todos que já ouviram, compraram e compareceram aos shows: Muito obrigado a vocês, isso faz com que tenhamos força para continuar esse trabalho tão árduo. Não teria sentido nenhum sem essa galera toda. Dedico todo nosso trabalho a vocês! E vamos continuar que o caminho é longo! Valeu.

Fabio: Temos um canal onde todos podem conversar conosco, criticar, sugerir, elogiar e queremos ouvir o que nossos amigos têm para dizer, portanto acessem
http://www.facebook.com/pastoreband

E agradecer ao Whiplash pela oportunidade de dividirmos nossos pensamentos com nossos amigos. Se você não nos conhece, convido a ouvir nossa música. Se gostar, venha ao nosso show, peça ao promotor de sua cidade para nos levar. Se você não gostou deixe de lado e procure algo que te faça feliz. Há espaço para todos os gostos e há muita banda interessante pra se ouvir. Não perca tempo denegrindo alguém só porque você não gosta da música que ele faz ou da música que ele gosta.

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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