
Peter Hodgson, do SeymourDuncan.com, entrevistou recentemente o ex-guitarrista do DIO, atualmente no DEF LEPPARD, Vivian Campbell. Seguem alguns trechos da conversa.
SeymourDuncan.com: Então o DEF LEPPARD está regravando mais material antigo. Por quê?
Vivian: É uma longa e complicada história a razão pela qual decidimos regravar, mas basicamente envolve nossa incapacidade de chegar a um acordo financeiro com nossa antiga gravadora relativamente a lançamentos digitais. Estamos continuando a regravar os maiores sucessos do catálogo da banda enquanto, francamente, não vemos nenhum sinal de que o selo chegará a um acordo aceitável conosco em breve e enquanto isso queremos que nossa música esteja disponível àqueles que queiram comprá-la em formato digital. Pessoalmente, acho que são versões bem impressionantes! Como agora vivemos em um mundo à la carte quando se trata de compra de música, estamos nos concentrando nas músicas mais populares em primeiro lugar. Não temos planos de regravar álbuns na íntegra nesse ponto.
SeymourDuncan.com: Como é para você revisitar o material do DIO [com sua nova banda com membros originais do DIO, Vinny Appice (bateria), Jimmy Bain (baixo) e Claude Schnell (teclado) junto com o cantor Andy Freeman]? A plateia pareceu ir à loucura quando você tocou a "Rainbow In The Dark" com o STEEL PANTHER recentemente!
Vivian: Estou muito empolgado em revisitar as músicas do DIO novamente, bem como estão os outros caras da banda original. Havia muito tempo que não podia remeter-me a essa época da minha vida pois havia muitas más lembranças que vinham junto com todas ótimas músicas. Contudo, agora eu consigo focar no positivo novamente e sinto que é o momento de revistar as músicas que compus e a forma como eu tocava guitarra na época. Eles foram discos ótimos e nós fomos todos uma parte grande da criação deles.
SeymourDuncan.com: O que você acha do álbum "Slang" [DEF LEPPARD] nos dias hoje? Parece que ele se manteve muito bem e não envelheceu como muitos álbuns de bandas da época.
Vivian: Eu sempre tive sentimentos mistos sobre o "Slang", mesmo enquanto o estávamos gravando. Eu gosto, muito, da sonoridade dele, pois usamos bateria de verdade pela primeira vez em muitos anos e os sons da guitarra também são muito menos processados e mais diretos. Contudo, a questão que sempre tive com o disco foi que eu pessoalmente não acredito que tenhamos nos feito justiça em termos da composição – sinto que poderíamos tê-las apurado bem mais e que estávamos fazendo média demais às tendências da música de então. Para mim, o DEF LEPPARD sempre for a sinônimo de música bem trabalhada e grandes refrões e harmonias, e muito embora houvesse uma óbvia transição nos gostos musicais acontecendo na época, eu ainda sentia que podíamos ter permanecido mais fieis aos princípios que haviam moldado o sucesso da banda.
Leia a entrevista na íntegra no SeymourDuncan.com
http://www.seymourduncan.com/blog/artist-interview/talking-shredders-leppards-an...
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Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.
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