Stress: entrevista exclusiva para o Metal On Metal

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Stress: entrevista exclusiva para o Metal On Metal

Por Ya Exodus | Fonte: Metal On Metal

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Primeiramente gostaria de agradecer ao tempo cedido à respostas das perguntas ao leitores do blog Metal On Metal.

Roosevelt: O prazer é meu. Sejam bem vindos leitores do MOM. Preparem-se para saber e descobrir coisas sobre os seus irmãos mais velhos do metal, rs.

De onde surgiu o nome ‘Stress’?

Roosevelt: Nos meados do anos 70, Stress, a doença, estava começando a ser divulgada para o mundo, como a doença da nova era. Era ainda pouco conhecida. Depois de pensarmos em nomes como Elektra (fizemos um show com esse nome) e TNT, o nosso guitarrista, Pedro Valente, nos deu essa sugestão. Ele era um cara muito antenado, quase intelectual, além de gênio da guitarra. Quando ele falou em Stress nós ficamos pensativos, achamos a sonoridade legal, mas tivemos de perguntar o que significava. Estávamos meio por fora do assunto, naquela época (aos 16 anos) só pensávamos em rock e garotas, rsrs.

Pedro nos deu uma boa explicação do significado e sintomas daquela nova “infermidade”. A agitação da cidade grande, tensão nervosa, fadiga mental, adrenalina, etc… Achamos que tudo aquilo tinha a ver com o Rock Pesado. A sonoridade da palavra e a grafia eram excelentes. Na minha “imparcial” opinião, é o nome mais bonito no mundo, rsrs. Ao lado de Kiss,Queen,Yes…e outros monossílabos sonoros por si só.
Assim, a partir de 1976,passamos a nos chamar Stress, graças ao grande Pedro Valente.

Como era ser roqueiro na época em vocês se reuniram para tocar pela primeira vez, como era a cena brasileira com relação à essa atitude? E o que acham do movimento para o metal hoje em dia?

Roosevelt: Não havia qualquer sinal de movimento musical em Belém, muito menos rock. Os discos de rock chegavam com atraso de anos às poucas lojas da cidade. Só pra se ter uma ideia do cenário da época, eram extremamente raras as pessoas que gostavam de rock, por isso, havia uma grande afinidade entre os poucos roqueiros que resistiam aos modismos impostos pela mídia. Quando um roqueiro ouvia falar que havia um outro cara que curtia rock, mesmo que fosse num bairro distante, este pegava alguns de seus melhores Lps debaixo do braço, e dava um jeito de achar a casa do outro “elemento”. Chegando lá, ele perguntava: “ És tu que és roqueiro?”; Logo estavam juntos à frente da “eletrola”, ouvindo seus discos e sacramentando uma nova e verdadeira amizade. Esse fenômeno quase epidêmico, acontecia com certa frequência, em diversos bairros da cidade, só faltava um evento pra reunir esses focos de roqueiros, que não sabiam da existência de outros seres semelhantes em outros pontos da ainda provinciana Belém do Pará.

Enquanto isso, o Pingo D’água (primeiro nome da banda) já fazia suas primeiras apresentações em festinhas de 15 anos e festivais escolares. Com o passar do tempo o repertório foi ficando mais pesado, não só pela evolução dos músicos, mas, principalmente, pela própria evolução do rock. Beatles, Stones e Cia. deram lugar a Led Zeppelin, Black Sabath, U.F.O., Sweet e outros igualmente pesados. O primeiro show oficial da banda, já com o nome Stress, aberto ao público, aconteceu no dia 10 de outubro de 1977, dia da primeira reunião oficial dos roqueiros de Belém. Era nos shows do Stress que a cada vez maior legião de admiradores do rock se encontrava para curtir e viajar na ideia de que estavam assistindo aos seus verdadeiros ídolos, através das interpretações feitas pelo Stress dos maiores clássicos do rock mundial. Foi a partir daí que a banda começou a ganhar popularidade e a cumplicidade dos fãs, que ajudavam na venda de ingressos, afixação de cartazes, distribuição de panfletos e o que mais fosse necessário. Éramos uma verdadeira irmandade, unidos pelo objetivo da disseminação do movimento rock de Belém.

A nível nacional, nos anos 70 já existiam excelentes bandas de rock: Mutantes, Casa das Máquinas, Peso, Terço, Made in Brazil… Era olhando as capas daqueles LPs que nós ficávamos imaginando como seria tocar numa banda de rock, poder fazer um som pra nós mesmos e para outras pessoas com a mesma afinidade sonora.

A Stress tem um grande respeito entre o público brasileiro e acredito ser uma grande responsabilidade carregar o título honroso de primeira banda de heavy metal do Brasil; como vocês lidam com essa carreira?

Roosevelt: Todas as bandas nacionais, mencionadas acima, faziam um rock de qualidade mas, não chegavam a se enquadrar no estilo de Rock Pesado, era simplesmente rock ‘n’ roll. Quando começamos a compor não nos preocupávamos com os rótulos, mesmo porque eles não eram importantes. Do progressivo ao pesado, tudo era simplesmente Rock. O termo Heavy Metal ainda não havia sido associado ao Rock Pesado, este sim, costumávamos usar para denominar nosso estilo nos meados de 70. O que nos tornou diferentes foi a ousadia de sempre querer dar o passo maior que as pernas. Na nossa cabeça de adolescentes roqueiros, a ordem era: “ Vamos tocar aquilo que gostaríamos de ouvir. Temos que ser mais rápidos e mais pesados do que qualquer outra banda no mundo”. Era, sem dúvida, um pensamento arrojado e um pouco prepotente, coisa de” moleques sonhadores”, rs.

Não tínhamos nenhuma pretensão de inventar nada, foi tudo obra do destino. Quando começaram os boatos que éramos os primeiros a fazer Metal no Brasil, custamos a acreditar, passaram-se alguns anos até assimilarmos essa informação e assumirmos tão honroso posto. Daí veio o título de pioneiros na América Latina, outra surpresa pra nós. E mais recentemente, alguns “estudiosos” estão dizendo que fomos pioneiros no Thrash mundial, baseado em algumas características das nossas primeiras composições: Velocidade, palhetadas e agressividade vocal. Isso já causou muita polêmica em algumas redes sociais e sites especializados, não quero endossar essa opinião. Pra mim, sempre fomos Heavy, e dentro desse estilo, os mais rápidos dos anos 70. Já está de bom tamanho ser pioneiro no nosso país, rsrs.

Fale-nos sobre a gravação do primeiro LP, como era a tecnologia de gravação comparada a que são utilizadas atualmente? Deu muito trabalho para sair com o disco pronto? E o orgulho de ter gravado o primeiro disco de Heavy Metal do Brasil?

Roosevelt: Era infinitamente mais difícil se gravar um disco naquela época, os custos eram altíssimos, equivalente ao de um apartamento Kit-net. Não havia mais o que fazer, já tínhamos tocado nos melhores e mais conceituados teatros e ginásios da cidade, era preciso seguir à diante. Através de um amigo ( o Profeta), contactamos o estúdio Sonoviso, no Rio, que nos garantiu que saberia gravar o nosso rock, já tinham feito isso várias vezes e dispunham de todo equipamento necessário para a gravação.

Juntamos dinheiro com shows, vendemos objetos, pedimos pros pais e pegamos um ônibus pra enfrentar três dias de estrada até o Rio. Ficamos numa modesta pensão no Catete, dividindo beliches num único quarto. Ao chegar no estúdio nos foi oferecida uma bateria toda fudida, quebrada e desmontada, jogada num canto de uma saleta. Usamos barbantes e fita adesiva pra deixa-la armada. Recebemos a informação de que todo o equipamento prometido (bateria,efeitos,pedais, instrumentos..) deveria ser alugado. Finalmente começamos a gravar, tínhamos de ser rápidos, a grana tava curta e a hora de estúdio era uma facada. Começamos a perceber que os caras não manjavam PN de gravação de rock pesado. Chegaram ao cúmulo de propor que tocássemos a guitarra sem a distorção, que eles dariam um jeito de colocá-la na mixagem. Tratamos de fazer nossa parte, tocamos como se estivéssemos num show, com toda fúria e crueldade que as músicas pediam, afinal, naquele momento estávamos registrando anos de trabalho e defendendo nossas ideias e pontos de vista, não só sobre a música em si, mas, sobre o cenário social injusto para a maioria das pessoas (temas tratados nas nossas letras).

Gravamos tudo em 16 horas, foi meio “nas coxas” mesmo, não tínhamos mais grana pra pagar outras horas de estúdio e ainda teria a mixagem. Quando tudo terminou tivemos a certeza de que os caras não estavam preparados pra gravar rock pesado. Ficamos extremamente decepcionados com o resultado, esperávamos algo compatível com o que estávamos acostumados a ouvir. Não havia mais nada a fazer, não tínhamos mais recurso pra refazer qualquer coisa, nem pra pagar as horas extras de “mixagem” (pagamos as horas de gravação). Esperamos o técnico de som ir ao banheiro e fugimos com a fita mixada. Entramos numa estação de metrô, lá próximo, e desaparecemos, rsrs. Eu pequeno calote em nome do Metal Brasuca, rsrs.

Relutamos muito em prosseguir com a produção desse disco, tamanho nosso desapontamento. Resolvemos,então, fazer uma tiragem mínima de 1000 cópias , só pra termos um registro oficial das músicas e não jogar fora a grana já investida. Juntamos mais dinheiro e fizemos a prensagem. O show de lançamento aconteceu no estádio do Payssandu, no dia 13 de novembro de 1982 (que está sendo cogitado para ser o dia do metal nacional), para uma platéia estimada em 20.000 pessoas, um record absoluto que persiste até hoje para eventos musicais locais.

Não tínhamos a noção que aquele disco “artesanal”, com uma gravação “tosca”, viria a ter uma fundamental importância para a banda e para a história do metal brasileiro. Devemos muito a ele, nosso “primogênito”, rsrs.

A música ‘Brasil Heavy Metal’ ainda é o hino do metal no Brasil, sendo regravada com 16 vocalistas de bandas brasileiras, dentre eles Marcello Pompeu, Bozó, Otávio Augusto, e outros. Como é para vocês ter essa consideração e respeito de um publico lendário, tanto dessa nação de plateias que os acompanha quanto das outras bandas que se inspiram em vocês?

Roosevelt: Nos idos dos 70’s e 80’s os músicos de metal eram verdadeiros guerreiros. Tudo era muito difícil, a começar pela aceitação do estilo, que era maldito por muita gente, inclusive do meio musical. Acho que a nossa luta, – incluo aí, músicos, a galera dos zines, revistas, produtores, jornalistas e etc… – de tão árdua que era, hoje está tendo o reconhecimento merecido. Daí eu digo, que essa consideração que os ícones das outras bandas de metal citadas – e muitas mais – tem por nós, é o mesmo que temos por eles. Isso é uma premissa da nossa geração, respeito e reconhecimento, coisa difícil de se ver hoje em dia. Muitos se tornaram amigos de verdade, é sempre uma festa quando a gente consegue se reunir. Servir de influência para a nova geração, é uma grande satisfação, o selo de que a nossa “labuta metálica” valeu a pena. Isso não tem preço, vamos levar pro túmulo, rsrs.

Qual foi a maior dificuldade na divulgação do trabalho da banda?

Roosevelt: O rock sempre foi objeto de discriminação por parte da sociedade conservadora. Com o metal, uma evolução do rock/hard, as coisas pioraram um pouco mais, rsrs. Se o roqueiro já era contestado, o “metaleiro” era escomungado, rsrs. Fazer rock pesado numa cidade pacata como Belém, nos anos 70, em plena ditadura, era no mínimo uma perigosa ousadia. Mas, nada disso foi obstáculo para nós. Conseguiamos os locais e mais que isso, lotávamos os shows com centenas e depois milhares de jovens roqueiros.

Morando aqui no norte, era esperado que tivéssemos dificuldades pra divulgar nosso trabalho para os outros estados,especialmente do do sul e sudeste mas ,a disseminação das bandas entre os zineiros e fãs de todo o Brasil era muito eficaz, apesar de extremamente artezanal, na base da xerox e fitas k-7 enviados pelos correios, passando de mão em mão. Foi assim que nos tornamos conhecidos em outros pontos do país, um trabalho lento, árduo, porém, heróico e funcional, de toda uma nação, comprometida com a proliferação desse movimento. Era impressionante o envolvimento de todos com a “causa”, parecia coisa de fanáticos do PT, rsrs.

Fora a disparidade tecnológica, que hj nos permite mandar todo um material de uma banda, num click de teclado, eu diria que na nossa época, a divulgação teria mais efeito. Pode parecer absurdo mas, hoje quando você disponibiliza uma música num site, que tem milhares de acessos diários, você não conquista a metade de fãs que conseguiamos com as cópias recopiadas das nossas inesquecíveis fitas k-7 demo, rsrs. É até uma questão cultural e ideológica, não tem como comparar. A divulgação está facilitada e melhorou em muitos aspectos mas, a magia, a cumplicidade e o romantismo se perderam pelo caminho.

Com o passar do tempo fomos acompanhando uma evolução e expansão de bandas underground e também o surgimento de outras. Quais eram as suas principais influências e, se mudaram, quais são agora ? Deixe como dica para os nossos leitores.

Roosevelt: Passamos por várias fases, pra cada uma delas tivemos individualmente maior influência dessa ou daquela banda. No início ouvíamos especialmente Sweet, Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath. Como ainda não pensávamos em composições próprias serviram mais como base de conhecimento harmônico e melódico do que propriamente como influência direta. Quando ouvimos Judas Pela primeira vez – o tecladista Leonardo Renda trazia vários discos da Inglaterra, antes de serem lançados no Brasil -, percebemos que era aquela linha musical que gostaríamos de seguir: pesado, trabalhado e melódico. Porém, tinha algo em nossas mentes que dizia que faltava alguma coisa pra ficar perfeito: “Temos de ser mais rápidos e mais pesados do que qualquer outra banda no mundo”. Foi com esse pensamento que começamos nossas primeiras composições. Ainda sem saber tocar direito, nem mesmo um violão – eu era só vocalista na época-, tomei a iniciativa de começar as composições. Parece incrível, mas, consegui compor todas as músicas do primeiro disco, riffs e arranjos, com um conhecimento básico de poucos acordes de violão, os quais adquiri observando os caras da banda tocarem. O André Chamon – batera- se encarregou de fazer as letras, por sinal, fez um ótimo trabalho. Essa parceria é responsável por 98% das composições da banda.

Ao longo dos anos, muitas outras bandas surgiram. Eu até que procuro ouvir algumas delas. Acho que certas “modernidades” podem casar bem com o classicismo do nosso som. Embora eu procure usar esses elementos nas novas composições, ainda acho que para o Stress, que já tem uma linha musical característica, as bandas setentistas tem mais a contribuir, pela simplicidade e beleza harmônica das obras daquela década de ouro para o Metal.

2011 foi um ano marcado de polêmicas na cena metal brasileira com músicos chegando a ofender o público e decretando a morte do metal nacional. Como uma das bandas pioneiras no Brasil, qual a posição da Stress sobre esse assunto?

Roosevelt: Compreendo o desabafo de alguns colegas músicos, diante do panorama sombrio, que vem assolando o cenário metal brasileiro nos últimos anos. É um grande desalento, quando nossas expectativas não são atingidas. Porém, é preciso não desanimar, continuar fazendo o melhor possível, se esforçar ainda mais, continuar acreditando que a melhor hora ainda está por vir. Aquela irmandade, união total, que havia nos primórdios, já não existe mais. O racha começou nos meados dos anos 80, com as famigeradas sub-divisões do metal: Speed, Power, Thrash, Black, Death, White e etc… Hoje deve ter mais de 30, somando-se a essas vertentes oitentistas percursoras. O resultado foi que o movimento de lá pra cá, apesar de ter crescido em número de rockers, perdeu sua essência: A força da união.

Antigamente, os fãs do Stress iam aos shows do Dorsal, e vice-versa. Era casa cheia quase sempre podíamos participar de grandes festivais de rock, ao lado de bandas como: Ultraje, Paralamas, Blitz, Legião, RPM…Tocávamos para um grande público, com muita chance de “converter” alguns “play boys” para o metal, rsrs. Depois de 85 as coisas começaram a mudar “radicalmente”, era cada um na sua praia. Esse efeito se agravou ao longo das décadas seguintes. Paralelamente a isso, tem uma geração inteira de novos roqueiros/bangers, que não sai de casa, não compra cds (só downloads) e não vai aos shows. São os headbangers virtuais, rsrs. Tudo isso deve ter desmotivado alguns dos grandes ícones do nosso metal, eu posso muito bem entender os sentimentos deles. Só acho que, não é motivo pra chutar o balde, jogar toda uma carreira e um trabalho de qualidade dedicado ao metal, pelo ralo abaixo. Eu acredito que esse quadro vai se reverter, e não vai demorar muito. E para isso, vamos precisar do talento e da arte desses mesmos ícones, nossos grandes astros do metal.

Bom, fique à vontade para deixar o seu recado à legião de fãs da Stress ! Agradeço imensamente a participação e a atenção, muito mais sucesso !

Roosevelt: É muito bom poder contar um pouco da nossa história, para essa nova geração de roqueiros, que vão herdar o nosso legado. Nossa contribuição foi pequena mas, foi alicerçada com muita luta, e sobretudo, com muita paixão por esse estilo musical que arrasta multidões e toca a alma e os corações de milhões de rockers/headbangers por todo o planeta.
Parecia inimaginável que um movimento tão forte como se vê hoje, tenha sua trilha sonora começado com uma banda de garotos, no norte do Brasil, no meio da Amazônia. Portanto, não custa nada sonhar, tudo é perfeitamente possível. Faça a sua parte, lute e corra atrás do que vale a pena. E quando as coisas ficarem muito difíceis…NÃO DESISTAAAAAA!!!

Um pesado abraço,
Roosevelt Bala.

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