Em 10/01/2012 | Motley Crue & Def Leppard: mães e filhas querem chupa-los

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Motley Crue & Def Leppard: mães e filhas querem chupa-los


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Lembram-se dos anos 80? Para espanto de muitos, dados seus ‘delitos passados’, os parceiros de turnê NIKKI SIXX, do MÖTLEY CRÜE e JOE ELLIOTT do DEF LEPPARD, se lembram – e trocam figurinhas.

Por Paul Elliott para a Classic Rock Magazine, traduzido por Nacho Belgrande

Joe Elliott tem uma teoria sobre porque o Def Leppard e o Mötley Crüe sobrevieram enquanto tantos de seus simulacros tombaram pelo caminho. ‘Ambos passamos por tanta merda e conseguimos sair’, diz o nativo de Yorkshire de modo caracteristicamente descompromissado. ‘E estamos 10 vezes mais fortes do que quando começamos. É a sobrevivência dos mais fortes. ’

O baixista do Crüe, Nikki Sixx, concorda acenando com a cabeça. As similaridades entre esses dois titãs transatlânticos do rock são certamente acachapantes. Ambos ajudaram a trazer o hard rock para o centro dos anos 80, dominados pela MTV, vendendo um total de 120 milhões de discos juntos. O outro lado da moeda é a merda à qual Joe Elliott se refere. Os acidentes de carro potencialmente letais para suas carreiras (o vocalista do Crüe, Vince Neil, e o baterista do Leppard, Rick Allen), a luta contra as drogas e a bebida (especialmente por Sixx e o finado guitarrista do Leppard, Steve Clark) e a hecatombe que foi o grunge.

Mas pelo jeito o povo de Sheffield, assim como o de Hollywood, é bem casca-grossa.

Mais de 30 anos depois de rastejarem para fora de suas respectivas cidades-natal, o Def Leppard e o Mötley Crüe continuam mandando no jogo. E numa jogada que você não consegue imaginar porque eles nunca a fizeram antes, ambos juntaram as forças para uma mini turnê de seis datas pelo Reino Unido em Dezembro passado.

E foi pro isso que a revista inglesa CLASSIC ROCK juntou esses dois ‘duros de matar’ para uma prosa, ainda que conversando de dois continentes diferentes. Elliott ligou de Newcastle, Austrália, a então parada da turnê mundial do Def Leppard, enquanto Nikki estava em sua casa localizada em Los Angeles. Há muito sobre o que falar, como o segredo do sucesso deles, a arte de escrever músicas para mulheres tirarem a roupa e talvez o mais importante de tudo, o entretenimento de preferência dos bastidores das bandas dos catedráticos senhores do rock: heroína, Jack Daniel’s ou bingo.

O Def Leppard e o Mötley Crüe juntos em turnê – de quem foi a ideia?

Joe: Nikki e eu tivemos uma influência maior nessa decisão. Nós discutimos a ideia quando eu fui convidado no programa de rádio de Nikki um ano atrás.

Nikki: É como com os atores. Não há muitos atores do primeiro escalão, e eventualmente nós vemos grandes atores juntos na tela. E foi apenas uma questão de tempo até que o Mötley e o Def Leppard se unissem. Eu estou empolgado, porque já era pra isso ter acontecido.

Joe: Se Nikki está nos comparando a grandes atores, eu posso ser o Richard Burton, por favor?

Nikki: Eu acho que isso faz com que eu seja a Elizabeth Taylor.

As duas bandas dividiram o palco por duas vezes antes no passado. A primeira foi em 17 de Setembro de 1983 – o último show da turnê de ‘Pyromania’.

Joe: Sim, foi no estádio Jack Murphy de São Diego. Nós estávamos finalizando nossa primeira turnê estadunidense como atração principal, durante a qual fomos de banda de abertura de Billy Squier até sermos a banda principal no estádio Jack Murphy, que tem capacidade para 55 mil pessoas. As bandas de abertura eram o Uriah Heep e Eddie Money e essa banda nova chamada Mötley Crüe. Naquela turnê eu comprei a primeira filmadora da minha vida, e eu gravei de lado do palco quando o Crüe estava tocando ‘Looks That Kill’. Eu passei isso pra DVD agora. Tenho que te dar uma cópia, Nikki.

Nikki: Ah sim, porra! Eu adoraria ver isso.

Vocês também tocaram juntos no US Festival de 1999.

Joe: Correto, e eu me lembro de ter levado um amigo meu ao camarim do Mötley pra que eles autografassem o braço dele e ele tatuasse em cima depois.

Que tipo de amigo leva alguém pro camarim do Mötley?

Nikki: Ha ha ha! Ouça, pra esse cara ter tatuado nossos nomes – isso é um baita comprometimento.

Vocês socializaram ao longo dos anos?

Joe: Já nos trombamos em boites por aí, mas essa é a primeira vez que nos reunimos.

Nikki: Na verdade a culpa é sua, porque vocês já deviam ter mudado pros EUA faz tempo.

Joe: Bem, três de nós mudaram. Só eu e Sav [o baixista Rick Savage] sobramos, eu em Dublin e Sav na Inglaterra.

Nikki: Sim, seu baterista mora na minha rua.

Havia alguma rivalidade entre as bandas?

Nikki: Não. Eu sempre amei Def Leppard. Nas antigas, antes da MTV, não havia uma estação de rádio de rock boa em Los Angeles, que apoiasse as bandas mais novas, então nós caçávamos discos de vinil o tempo todo e quando eu comprei o primeiro álbum do Def Leppard, ele me saltou aos olhos. Eu fiz uma playlist de Def Leppard um dia desses, com três músicas do primeiro disco, e elas são muito boas. Joe, você deveria ouvir seu primeiro disco de novo.

Joe: Sim, as pessoas me dizem isso o tempo todo. Elas estão sempre perguntando, “Vocês vão tocar ‘Wasted’ hoje?” Mas tocamos ‘Wasted’ no [festival inglês] Download.

O Leppard já se sentiu ameaçado pelo Crüe?

Joe: É engraçado. Quando tocamos no estádio Jack Murphy em ’83, foi nosso último show nos EUA até que ‘Hysteria’ fosse lançado em ’87. E daí víamos o Crüe e o Bon Jovi e todas essas outras bandas aparecerem. Nós estávamos assistindo à MTV da Holanda, onde estávamos gravando ‘Hysteria’ e lembro-me de pensar, ‘Jesus Cristo, eles pegaram nosso trono e nunca vamos pegá-lo de volta!!’ Claro, o Bon Jovi veio e esculachou todo mundo. E nós assistimos a ‘Home Sweet Home’, que era um vídeo brilhante pra cacete. A gente via vocês entre o Lionel Richie e a Madonna…

Nikki: Essa é uma imagem estranha pra mim – e é meio erótica também.

Joe: Não quis dar essa impressão. Mas mostra como os anos 80 eram estranhos.

Há uma estranha semelhança entre as duas bandas. No dia 8 de dezembro de 1984, o vocal do Mötley Crüe, Vince Neil, bateu o carro enquanto estava bêbado, matando seu passageiro, o baterista do Hanoi Rocks, Razzle. 23 dias depois, na véspera de ano novo, o baterista do Leppard, Rick Allen, perdeu o braço esquerdo num acidente de carro. Olhando hoje em dia, como vocês lidaram com eventos tão dramáticos?

Joe: Eu me lembro da ligação do nosso empresário Peter Mensch. Ele disse: ‘Você está sentado?’ e já tendo assistido a filmes o suficiente, eu sabia que você não diz isso a não ser que alguém tenha morrido, mas quando ele disse: ‘seu baterista teve um acidente e perdeu um braço’, não há como você processar essa informação. Não faz nenhum sentido. Eu caí no choro.

Eu pensava, pro Rick, não poder mais tocar bateria seria provavelmente pior que a morte. Ele vai ser um morto-vivo que tinha sido baterista. Mas depois de oito ou nove dias, ele começou a nos dizer: ‘Eu acho que bolei um jeito’, e claro, nós pensávamos que era a morfina falando. Mas ele voltou à bateria em 3 meses. Foi inspirador.

Nikki: Pra mim, essa é uma das histórias mais incríveis de todos os tempos. O fato de Rick dizer ‘Eu perdi meu braço e vou voltar a tocar bateria!’ e a banda fez exatamente o que uma família teria feito.

Eles disseram: ‘estamos nessa. Vamos fazer rolar’. O quão insano é o rock quando você tem um baterista de um só braço? Isso não é nem possível. É um milagre, é isso que é.

Como Vince superou a morte de Razzle?

Nikki: Vince mudou naquele dia. Pra nós foi difícil engolir que alguém morreu em um acidente de carro porque Vince estava bebendo. Todos nós bebíamos e dirigíamos nos anos 80. Era o que fazíamos. Fazíamos um esquenta em casa, pulávamos no carro, íamos até Hollywood, bebíamos mais, catávamos uma pá de minas, éramos chutados de um bar às 2 da manhã, íamos para uma festa e depois pra casa. Mas quando Razzle foi morto, foi a primeira vez que nos demos conta que havia uma consequência para isso. E não era entrar em encrenca. Alguém morria. Vince mudou naquele diz e eu acho que ele não foi mais o mesmo. É algo que fica no seu DNA. Eu não tive essa experiência, então não sei explicar, além de dizer que vi um homem mudar pra sempre.

O Mötley Crüe se desnudou em (o livro) ‘The Dirt’. Por que não há um livro do tipo escrito sobre o Def Leppard?

Joe: Não posso falar por Nikki, mas talvez pro Crüe tenha sido terapêutico contar pra todo mundo o que aconteceu, enquanto nós somos os ingleses que não lavam roupa suja em público. Nos anos 80, as duas bandas enfiaram o pé na jaca, mas fomos nós que sofremos uma morte em meio a isso. Pouca gente sabia que Steve (Clark, guitarrista que morreu em 1991) tinha o problema que tinha até que ele morresse. E daí tudo veio à tona. Quando fizemos nosso livro em 1987 (‘Animal Instinct’), nós nos concentramos na recuperação de Rick. Nós nunca fizemos um segundo livro que cubra o declínio e a morte de Steve e daí passamos pelo pesadelo do grunge e saímos com um sorriso estampado em nossas caras. Nós nunca achamos que alguém estivesse interessado nessa história. Eu acho que por isso o Crüe fez ‘The Dirt’ e nós não.

Nikki: Aquilo no livro, não aconteceu nada daquilo. Somos apenas bons mentirosos.

Joe: Ha ha ha, boa.

Nikki: Eu só achei que tínhamos que fazer algo divertido, porque é muito chato aqui em Los Angeles, então a gente inventou tudo.

Joe: Eu gostei muito da referência do alce com a antiga namorada de Tommy. Achei hilário.

Nikki: Só isso era verdade no livro. Ela era uma mulher enorme, com certeza.

É um milagre que nenhum membro do Crüe tenha tido o mesmo destino que Steve Clark?

Nikki: Eu não entendo. Somos a banda mais disfuncional do planeta. Eu estava falando recentemente com Joe sobre a amizade e o laço familiar no Def Leppard, e somos o contrário. Mas de um modo estranho, é o que nos faz funcionar. A ansiedade e o estresse e o drama fazem a música sair. Por alguma porra de razão, há muitas outras coisas que eu faço que não sofrem de drama, mas o Mötley simplesmente não segue essa trilha. Eu não sei o porquê.

Mas tem sido assim desde o início, é um mecanismo zoado, mas isso é que confere charme à coisa.

E o que faz com que o Def Leppard e o Mötley Crüe sejam tão bem-sucedidos?

Nikki: Com o Def Leppard é simples, é uma palavra: músicas. Nada mais importa. Aquelas músicas são bem ganchudas, e é isso. Uma coisa que Joe e eu temos 100% em comum é a música com a qual crescemos – e pode ter certeza, aquela música foi a melhor.

Toda canção era marcante. Se quiséssemos ser grandes compositores e grandes músicos, tínhamos que peitar David Bowie, os Rolling Stones, e o Slade e o The Sweet. O patamar era bem alto pra nós.

Joe: Fico feliz que Nikki tenha dito isso, porque pra nós não havia nada além das músicas. E eu tenho que dizer, com o Crüe há algumas músicas espetaculares no repertório. Mas, além disso, eles visualizaram a música deles de melhor forma do que nós o fizemos. Os clipes matavam a pau. O que digo é que eu amava Bowie, mas ele era do espaço sideral. Nós éramos de Sheffield. Nós crescemos assistindo a Bowie e Bolan cobertos de purpurina, e o Crüe levou essa imagem a um novo nível. Nós não tínhamos coragem de fazer aquilo.

Nikki: Vocês tinham uns vídeos bem legais, então não sei não.

Joe: Sim, eles eram legais, mas vocês tinham aquele visual de gangue tribal. E nós não éramos de Hollywood, então estávamos evitando isso. Se você fosse da Inglaterra, aquele tipo de imagem nunca cairia bem. Eu não sei se você já viu uma banda chamada Wrathchild, Nikki. Eles tentaram copiar seu visual, Nikki, mas exageraram um pouco.

Nikki: Sim, era constrangedor.

Espera aí… alguns de nós adoravam o Wrathchild…

Joe: Sim, eu tenho certeza que você curtia. E é por isso que estou usando eles como exemplo.

Nikki: é o seu prazer culpado. Todo mundo tem um. Beleza.

Imagem

Falando de prazeres culpados, vocês dois têm músicas que são hinos das strippers – ‘Pour Some Sugar On Me’ do Leppard e ‘Girls Girls Girls’ do Mötley.

Nikki: Bem, vamos falar a verdade: strippers são seres humanos também.

Joe: Com certeza são.

Vocês escreveram essas músicas com strippers na cabeça?

Joe: quando estávamos compondo… Sugar juntos, nós dissemos: “essa tem que ter uma levada sexy pra que as garotas possam dançar”. Eu não sei se a palavra ‘pole’ foi usada naquela conversa, e eu não diria que nós a escrevemos estritamente para strippers. Mas ficamos extremamente felizes quando elas a adotaram.

E se os caras vissem garotas tirando a roupa com uma música sua, você sabia muito bem que eles iriam comprar seu disco no dia seguinte pra namorada deles. O bar de strip era (a loja de discos) Tower Recorda, mas mais sexy. Era assim que eu encarava a coisa.

Nikki: Pra mim, como letrista, se você analisar qualquer disco do Mötley é apenas uma narrativa do que estava rolando na época. E na época de ‘Girls’, nós de fato estávamos indo muito a casas de strip. Então dissemos, “Ah, deveríamos gravar o clipe nesses lugares”. Não foi como uma campanha de marketing. Nós só estávamos bebendo muito uísque e andando em Harleys e comendo strippers.

Joe: As melhores histórias são sempre acidentes, Nikki.

E na real, o que há de errado em ser sexy?

Joe: Você está de gozação, mas é verdade. Crescendo com músicas como ‘Get It On’, elas simplesmente exalavam sexo. E quando você via Marc Bolan no Top Of The Pops, ele não estava cercado por um bando de caras que tinham subido do fosso – ele estava cercado de loiras de minissaias. E quando você está assistindo àquilo na TV em Sheffield, você pensa, “Sim, eu vou aceitar um pouco, muito obrigado!”.

Nikki: É por isso que fico feliz. E eu falo por Joe aqui também. Nós dois ficamos muito felizes por poder andar de carro em nossa rua e em nosso bairro – a coroa, com os novos implantes de silicone quer chupar Joe ou a mim tanto quanto a filha dela de 18 anos quer. E isso é por causa dessas músicas. Eu estou orgulhoso disso. E você sabe, não é muito do que se orgulhar, mas é legal pra caralho.

Joe: ha ha ha, isso é ótimo. Pode não ter o conteúdo que você tiraria de uma citação de Roger Waters, mas foda-se, eu prefiro isso, cara.

O que os anos 90 significaram pro Def Leppard e pro Mötley Crüe?

Joe: Nosso primeiro disco nos anos 90 foi ‘Adrenalize’, que passou cinco ou seis semanas no topo das paradas estadunidenses e ficou pau a pau com o Nirvana e o Pearl Jam na época. Não lançamos outro álbum, ‘Slang’, até 1996, e daí ralamos. Mas por mais que os anos 90 sejam vistos como tendo sido difíceis pra nós pela mídia, internacionalmente estávamos numa boa. E só pra você saber, Nikki, eu achei o disco que vocês fizeram nos anos 90 com John Corabi fantasticamente do caralho.

O disco com o Corabi espantou muitos fãs do Crüe com seu som influenciado pelo grunge. Foi esse o maior erro de vocês?

Nikki: O único erro foi não termos gravado aquela música com outro nome pra banda. Mas pelo Mötley ter um negócio, um contrato onde você recebe 4 milhões de dólares por um disco, você tem que manter o nome da banda e o dinheiro. Quando o álbum saiu, eu me lembro da (edição estadunidense da revista) Rolling Stone dizer “esse deveria ser o disco do ano – infelizmente é do Mötley Crüe”. Essa foi nossa experiência nos anos 90. Mas houve muita música boa nos anos 90, mas eu não achava que as bandas eram sexy. O Soundgarden tinha riffs muito legais, e obviamente o Nirvana tinha uma figura muito icônica em Kurt Cobain. Mas nada tinha aquele lance de “vamos entrar no banheiro e dar uma rapidinha”. E é isso que havia com o Leppard e o Mötley.

Joe: eu concordo inteiramente.

Nikki: Isso foram os anos 80. Foi antes do HIV, cara. Era normal ganhar um boquete no banco de trás de uma limusine e nem saber o nome da garota. E eu acho que nós dois deveríamos ficar muito gratos – não somente por todos os boquetes, mas pelo fato de que estamos inseridos nesse estilo de vida pra sempre. Qualquer garoto que vá a um clube de strip eventualmente vai ouvir uma música do Def Leppard ou do Mötley Crüe. Ele não vai ganhar um boquete, todavia.

Joe: Não, não no Norte.

Então que tipo de devassidão vocês aprontam quando estão juntos em turnê?

Joe: eu imagino que vá ser muito mais chá com biscoitos do que Jack Daniel’s e heroína.

Nikki: Eu temo que sim. Provavelmente vamos jogar bingo. Joe tem que jogar comigo. E temos que achar uma velha em algum lugar pra cantar as pedras.

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande, 33 anos, residente em Marilia - SP, é professor de inglês e francês, apesar de formado em Técnico de Engenharia de Estúdio pelo Recording Workshop de Los Angeles, nos EUA. Suas lembranças musicais mais remotas datam de 1983, com a fervilhante passagem do Kiss pelo Brasil e da alta popularidade do Queen no país. Fã(nático) por Mötley Crüe (de quem tem mais de 100 CDs), segue de perto também o trabalho de Slayer, Krisiun, Guns N´ Roses, Van Halen e Ozzy Osbourne, entre outros.

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