Graveland: "Eu não acho que somos uma banda NSBM!"

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Graveland: "Eu não acho que somos uma banda NSBM!"


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Abaixo, tradução de uma polêmica entrevista de Rob Darken cedida pelo Graveland à Decibel Magazine, em janeiro de 2010.

Nota do tradutor: Não compactuo com grande parte do que existe neste texto. Acredito que seja interessante colocar isto, pois conheço as reações das pessoas, mediante certas afirmações contidas no texto. Meu objetivo foi basicamente informativo, pois estas bandas raramente concendem entrevistas, justamente devido às suas convicções políticas e radicais. Carlos H. Schmidt

Nota do editor: As opiniões da entrevista também não são a opinião do site Whiplash! ou de seus editores. O texto abaixo reflete apenas, como é óbvio, a opinião do entrevistado. Consideramos a informação interessante aos fãs de Black Metal e cultura relacionada, por isso a publicamos.

Graveland é considerada uma banda NSBM e parece ser uma inspiração para muitas outras. Você se considera um Nacional-Socialista? Você é um membro de alguma organização White Power ou Nacional-Socialista?

Eu não acho que Graveland é uma banda NSBM. Eu nunca disse nada disso. Graveland é considerada NSBM por causa de minhas convicções políticas, que a maioria das pessoas chamaria de convicções nacional-socilistas de extrema-direita. Isso só é verdade até certo ponto, porque, para mim, o misticismo e as crenças pagãs antigas são mais importantes. A política é menos relevante. Graveland é uma banda. A música é o mais importante na Graveland. A música inspirada pelo misticismo pagão e o culto do guerreiro. Eu acho que o significado do NSBM está distorcido.

Combinar Nacional Socialismo com o Satanismo não é uma verdadeira convicção política. É mais uma forma de algumas bandas alcançarem uma imagem mais maligna. NSBM é uma criação artística que combina escândalo e controvérsia. É uma criação de músicos, não políticos. Se olharmos mais atentamente este fenômeno, veremos algumas diferenças importantes cruciais entre o Nacional Socialismo e as ideologias satanistas. No Terceiro Reich, os satanistas acabariam em câmaras de gás. Estou convencido disso e lembre-se de minhas palavras.

Existem tendências no NSBM que são inspiradas pelo Nacional Socialismo, mas não tem nada a ver com satanismo.

Embora estas bandas ainda toquem BM puro, é importante e eu acho que é hora de definir essa tendência com um nome próprio musical, porque o Black Metal será sempre associado com o Satanismo.

No passado, eu era membro de “Temple of The Full Moon”. Era uma cópia, talvez mais idealista em alguns pontos, do Inner Circle norueguês. Depois eu fui membro da organização pagã "Rodzima Wiara" (Crença Nativa). Mas isto é passado. Eu não quero mais ser um membro de qualquer organização.

Não vejo qualquer sentido em fazer referência ao Nacional Socialismo, porque eu não vejo nada para destacar sobre quaisquer ideologias que perdeu. É contra a lógica e a eterna lei da evolução. Eu acho que o homem branco deve procurar por novas ideias que possam ser adaptadas à realidade atual e aos problemas do mundo contemporâneo.

Entrevistas recentes publicadas no site Graveland parecem indicar que você está tentando se distanciar do Black Metal. Isso é verdade? Em caso afirmativo, por quê? Seu álbum, “Fire Chariot Of Destruction”, parece mais Black metal que qualquer outra coisa.

Eu não quero que minha banda seja identificada com satanismo. Black Metal será sempre identificado com satanismo, porque o satanismo é inseparavelmente ligado ao Black Metal. Desde o início de Graveland, nós combinamos paganismo com o satanismo. Isso aconteceu porque as pessoas com quem eu tocava eram satanistas e eles não estavam interessados no paganismo. E devido a essas diferenças, no fim, começamos a caminhar em direções diferentes e a Graveland se tornou a banda de uma pessoa (one-man band) novamente. E, desde então, eu insiro o paganismo na Graveland.

No passado, eu considerava o satanismo como uma inspiração natural de bandas underground de Black Metal. Uma marca da autenticidade. Mas a minha longa experiência me ensinou que as pessoas inspiradas por satanismo eram pessoas extremamente egoístas, capazes de trair até mesmo os amigos mais íntimos e seus ideais. Laços fraternais no satanismo são puro mito, algo que nunca existiu.

Eu vi que não podia apoiar o satanismo, pois ele era uma parte da religião judaico-cristã. E eu não aceito nada relacionado com a alienadora cultura judaico-cristã e a religião. Nessa altura, o Black Metal se tornou um modismo comercial e eu não quis ser parte desse circo. As verdadeiras pessoas do mal que eu conheci estão hoje na prisão ou mortos. O mal que eles adoravam se voltou contra eles.

“Fire Chariot of Destruction" pode soar como Black Metal, mas se você ouvir essa música com mais cuidado, você vai perceber que as minhas melodias são diferentes das melodias típicas de Black Metal. Minhas melodias são mais pagãs e épicas.

Apenas o caráter e o som da minha voz são elementos imutáveis de minha música. Espero um dia começar a cantar com voz normal. Música antiga e folks são inspirações para os meus riffs de guitarra. No passado, eu fui inspirado por bandas como Emperor ou Bathory. Mas é passado agora. O som de "Fire Chariot of Destruction" é mais forte e dinâmico, as canções mais maduras e mais rápidas. Eu acelerei o tempo, porque meus ouvintes aceitaram que o fizesse assim. Marduk, Watain e 1349 tocam Black Metal, não a Graveland. Não confunda Graveland com Black Metal!

Você considera Graveland principalmente um veículo para suas crenças, ou você se considera um músico, em primeiro lugar?

Estou tentando não sobrecarregar Graveland com a carga de minhas convicções e reflexões. Esse fardo é demasiado pesado para ser transportado pela música.

Faria a recepção de minha música ficar muito difícil e eu não vou encher os ouvintes da minha música com os problemas que me incomodam. Acho que as pessoas estão cheias da política e têm problemas suficientes com suas vidas diárias. Graveland é uma experiência diferente. É uma viagem para a outra dimensão de valores preciosos e experiências que são impossíveis de encontrar no mundo de hoje.

Na Graveland, eu sempre transmiti inspirações pagãs e épicas. Em minhas letras, imagens e nas artes das capas de meus álbuns. Eu gosto delas, porque a minha música me permite andar pelos caminhos de meus ancestrais e visitar admiráveis locais antigos. Fazer parte de rituais pagãos e reconstituições de antigas batalhas e da vida dos nossos antepassados. Todo ano, eu participo dos Festivais Vikings e é uma grande experiência. Eu procuro o misticismo para me ajudar nas respostas sobre o sentido da nossa vida, onde estamos e para onde estamos indo.

A política é um mundo completamente diferente - simples, mundano e primitivo. O mal se confunde com o bem e é difícil dizer a diferença entre o bem e o mal. A política é cheia de mentiras e manipulação, traição e atrações efêmeras. Se eu fosse procurar inspiração na política, eu não seria capaz de gravar nem mesmo uma faixa. Mas eu acho que cada pagão contemporâneo deveria ter algumas convicções políticas e reflexões. Nós não podemos apenas ficar lá sem fazer nada. Não podemos olhar passivamente enquanto os poderes alienígenas destroem nossas terras e profanam os símbolos sagrados de nossas religiões antepassadas. Estou muito decepcionado com a atitude de muitos contemporâneos Vikings Europeus, que se comportam como hippies e não como guerreiros poderosos. Sempre apoiei a filosofia e a ideologia do Wotansvolk. Eu sou um músico inspirado pelo paganismo. Um músico que não tem medo de responder a questões políticas.

Como você descreveria o seu relacionamento e sentimentos sobre a comunidade que não participa do NSBM?

No passado eu me identificava com o Black Metal e achava que o Black Metal era Cult, enquanto permanecesse um estilo underground. Algumas regras ideológicas também foram muito importantes para mim. Ver essas regras quebradas por bandas de capa das grandes revistas de música foi uma experiência bastante desagradável. Olhando essas revistas e lendo entrevistas poderiam me desencorajar para tocar Black Metal. Mas eu comecei a tocar Black Metal por motivos ideológicos. Black Metal era a música underground, mas a comercialização e a traição das ideias do BM por seus precursores nos fizeram ainda mais radicais e extremos. Nós não queríamos ser como eles. E não cometeríamos os mesmos erros.

Naquela época tudo que eles disseram e foi feito pelo Black Metal foi muito importante para mim. Mas depois ele mudou. As pessoas e as bandas têm se tornado menos importantes para mim. Descobri que eu era a única pessoa em quem poderia confiar e que poderia andar do meu jeito. Agora eu me interesso por bandas e pessoas com quem estou ligado por amizade ou crenças pagãs, e não no que outras pessoas fazem.

O Black Metal tomou o lugar do Death Metal. A universalidade e vulgaridade mataram o culto e o espírito do Black Metal. Eu não vejo mais nenhum ponto na identificação com o Black Metal. Eu toco no meu próprio estilo e eu não me importo com o resto.

Houve inicialmente uma referência à "Norwegian Aryan Black Metal" no encarte do Darkthrone – “Transylvanian Hunger”; uma das bandas de Samoth chama Zyklon (um fumigante usado em câmaras de gás nazista); e Mayhem usa a antiga insígnia da SS, Totenkopf em suas t-shirts - mas as três bandas não vão tão longe a ponto de se denominarem NSBM. Você acha que o uso de símbolos Nacional Socialista e a retórica pró-ariana são fraudulentos?

Eu acho que as convicções e ideias radicais, apoiadas por estas bandas no início de sua existência, vieram da típica rebelião e atitude do jovem perante à vida, e de seu fascínio pelas ideologias e crenças extremas. Essas coisas sempre serão importantes para os jovens. O extremismo irá distingui-los dos milhares de frustrados e vegetais. Naquele tempo, o profano Black Metal teve alguns traços de ideologias de extrema-direita.

Como um tipo musical, o Black Metal se distinguiu na cena metal. Mencionando o arianismo e as conquistas do Terceiro Reich tornam o Black Metal mais radical e maligno. Satanismo misturado com Nacional Socialismo garantiu algumas experiências muito atraentes e sedutoras para que as pessoas comuns se tornassem repugnantes e vergonhosas. Quando as pessoas se acostumaram com o satanismo no metal, a geração de jovens necessitava de uma arma mais forte para aparecer. E ideologia de extrema direita foi a arma perfeita. Esses jovens não tinham nada a perder, eles não se preocupavam com o dinheiro. Eles simplesmente se deliciavam com o escândalo provocado.

Foi o resumo das suas atividades satanistas e a prova de sua autenticidade. Devo mencionar aqui a queima de igrejas e algumas outras expedições de guerra, a fim de intimidar a concorrência e espalhar algum terror satanista. Essa publicidade resultou em número de álbuns vendidos e dinheiro que essas bandas fizeram. Isso teve enorme influência em suas convicções mais tarde. Mas devemos lembrar que essas pessoas não faziam isso por dinheiro. O dinheiro apareceu mais tarde e mudou sua atitude. Além disso, algumas repressões policiais e investigações tiveram uma influência sobre o esfriamento do temperamento subversivo.

Há uma coisa muito interessante. Surpreende-me que a nova geração da cena do metal escandinavo não os imite. Na Polônia, as bandas jovens se identificaram com a ideologia Nacional Socialista, o satanismo ou o paganismo desde o início. Voltando ao Darkthrone e o Emperor... Eu acho que eles esconderam suas verdadeiras convicções para não afetar o número de álbuns vendidos e os contratos com grandes gravadoras. Eu também acho que muitas bandas jovens escondem as suas convicções. Mas eu acho que é apenas temporário. Na Europa, mais e mais pessoas estão “cheias” de imigrantes, habitantes não-brancos e muçulmanos que inundam a Europa. A Escandinávia está em uma situação muito ruim. Oslo lentamente se torna a segunda Meca para os muçulmanos.

Você está ciente de fãs Graveland que ouvem sua música, mas não compartilham suas crenças raciais? Se sim, como você reage ao interagir com eles?

Existem muitas pessoas assim. Eles ouvem a minha música, mas eles não leem as minhas letras e entrevistas. E quem lê minhas entrevistas, quer conversar alguns tópicos comigo. Eu sou um músico. Eu toco e gravo a música. Eu não posso ordenar a alguém que ouça a minha música. E eu não posso proibir ninguém de escutar a Graveland.

Acabo de dizer que minha música não é para todos. Assinar um contrato com uma grande gravadora nunca foi meu sonho. Eu nunca procurei um grande público ou mudei as minhas ideias e convicções para vender mais álbuns. Às vezes as pessoas me fazem perguntas que elas deveriam responder, mas eu respondo a estas perguntas e arranjo mais e mais inimigos. Mas é sobre isso que minha música trata. Sozinho contra todos. E a única coisa que podemos fazer é lutar até o último suspiro e ser fiel às suas convicções e valores.

Pessoalmente, estou mais intrigado por não-brancos ouvirem a minha música. Observando essa situação, percebi que as minhas convicções são, em algum momento, universais e que podem inspirar outras raças para objetivos semelhantes. Há alguns aspectos que todos nós concordamos: por exemplo, a nocividade do multiculturalismo, a sua má influência sobre o caráter e identidade do povo. Todos nós precisamos de segregação racial para preservar nossa cultura e espiritualidade, que é a bigorna do nosso caráter e vontade.

A consciência do próprio valor e identidade decorrentes do conhecimento e respeito pelas tradições e costumes da nossa própria gente. Os retornos às crenças pagãs, nativas de nosso solo, de onde o nosso sangue, carne e espírito vieram.

O anti-semitismo não vem do desprezo natural instintivo e aversão aos judeus (como os judeus frequentemente descrevem), mas a partir da observação e avaliação da situação política contemporânea e das atividades do lobby judeu internacional. Toda pessoa tem o direito de julgar e comentar a situação mundial de hoje. Ninguém tem o direito de proibi-lo! Uma vez eu assisti entrevista na TV com uma banda de rap. Eu fiquei muito surpreso ao ouvir as palavras dos jovens negros. Eles falaram sobre seu paganismo, o retorno às suas raízes pagãs africanas. Ao mesmo tempo, eles estavam explodindo de raiva contra o cristianismo e outras bandas de rap posers, que comercializam rap para destruir o seu espírito e caráter. Isso soa familiar? Ha ha ha.

Se você me perguntar sobre a minha atitude para com outras raças e culturas, eu formo a minha opinião no conhecimento sobre estas raças, a sua história e cultura, as conquistas espirituais e religiosas.

Até que ponto, se houver um, você considera a Graveland um aparelho útil e eficaz de recrutamento para organizações White Power ou NS?

Pessoas que têm a oportunidade de ouvir a música da Graveland e minhas palavras possuem outras atitudes e valores... mais conectado com a filosofia e as crenças pagãs. É como um reavivamento espiritual e uma volta aos valores antigos... um retorno aos valores que permitem reconstruir a própria personalidade e caráter. No mundo contemporâneo multicultural, onde vivemos como crianças aleijadas enquanto nossos corações e almas são bombardeados com napalm ou fósforo... o infinito deserto nos rodeia... o vazio espiritual... a falta de sensações espirituais fortes.

Verdadeiras sensações reais e não aquelas produzidas pelo obediente aos criadores do sistema, que criam sistema de "arte" de acordo com exigências do politicamente correto. O tempo passa muito rápido. Mais e mais pessoas brancas têm consciência do perigo do mundo contemporâneo. O mundo multicultural que criamos para satisfazer as nossas razões e as necessidades vãs lentamente nos mata e nos aniquila.

As massas multiculturais que eram escravas do sistema estão crescendo e se espalhando. As pessoas brancas estão à beira da extinção. Onde é muito ruim, o caos e a destruição aparecem. As crenças pagãs são o sistema de valores e é a herança preciosa do meu povo, suas conquistas que garantiram a sobrevivência e o desenvolvimento por milhares de anos. Eu tento alcançá-los para reconstruir a minha espiritualidade. Outras pessoas fazem o mesmo. O mundo das ideologias de direita sempre foi fortemente ligado à religião e à espiritualidade. Isso nos distingue dos esquerdistas. As pessoas que vivenciam a criatividade da Graveland às vezes experimentam algum tipo de despertar.

Elas se tornam impressionadas acerca de alguns temas proibidos e censurados pelo politicamente correto. As crenças pagãs sempre foram uma grande inspiração para as pessoas que são fortes e vivem de acordo com seus valores de orgulho e honra, e morrem por sua família e povo. Sobre esses valores pagãos antigos, algumas pessoas tentam restaurar o sistema de valores para se encontrar no mundo contemporâneo. O sistema de crenças pagãs não é institucional. Mesmo em países como o Japão (onde a religião nativa pagã Shinto ainda está viva e popular), Shinto não é uma religião institucional como o cristianismo. Hoje, cada vez menos pessoas acreditam nas instituições, especialmente quando eles conhecem a história. Muitas pessoas com convicções de extrema-direita, como o White Power e Nacional Socialismo, buscam os valores e a força nas crenças pagãs... o misticismo que eles precisam para fazer a religião da ideologia.

Eu sempre apoiei as ideologias de direita e os movimentos políticos, mas não posso deixar que minha criatividade seja limitada por causa disso. Liberdade é o que eu mais valorizo. Nossas ideologias e religiões são as nossas escolhas próprias, ditadas pelo instinto de auto-sobrevivência. As religiões que fazem de você um escravo são veneno e não uma força para sobreviver!

Em uma entrevista que fiz com Wodansson do Pagan Front Vinland (ele próprio membro de uma banda NSBM), ele disse que acha que ação é mais importante do que música. Ele disse que tinha vendido a maior parte de sua coleção de discos para comprar armas, em preparação para o RaHoWa. Qual você acha que é um meio mais eficaz de comunicar suas crenças: ação ou música?

Todo mundo tem sua própria vocação. Eu sou capaz de conseguir mais através da minha música, que é a minha arma. Palavras certas podem iniciar a revolução. Claro que invejo o fácil acesso às armas dos americanos. Na Polônia não é tão fácil. Caso contrário, eu teria um monte de diferentes tipos de armas. Agora só posso recolher espadas, machados e arcos. Quando eu estava no exército, eu usei AK47. Uma coisa eu sei, com certeza: se um dia eu visitar os Estados Unidos, alguns dos meus amigos me mostrarão alguns truques de tiro.

Eu disse por muitas vezes, mas vou repeti-lo: a vida não é uma satisfação de uma ganância vã e caprichos mundanos. A vida é uma interminável formação de identidade própria, vontade e caráter... aprendizado constante e auto-desenvolvimento e aperfeiçoamento. Um dia, as nossas serão colocadas à prova num teste de sobrevivência. Pensando sobre o futuro dos Estados Unidos, eu me pergunto se o seu país vai passar por isso ou talvez como a Rússia, que irá se dividir em pequenas repúblicas (estados)... ou talvez ele vá mergulhar no caos e na anarquia, inundado com os não-brancos do sul. Eu observei a situação em Nova Orleans. Realmente interessante. Gostaria de saber como a queda dos EUA seria. E o declínio está chegando. As elites dominantes vivem no mundo irreal. Eles se preocupam mais com a segurança de Israel do que de seus próprios cidadãos. A situação nos EUA não é boa. Eu acho que todos sabem disso. Os brancos são minoria. E os brancos sempre foram responsáveis pela ordem nacional e realizam importantes funções no governo. Quando os brancos são minoria, quem vai governar? A maioria dos países governados por não-brancos (especialmente africanos) são mergulhados em guerras civis, anarquia, corrupção, tráfico de drogas, etc.

Mas talvez os Estados Unidos tenham a chance de sobreviver... através do acesso às armas. No caso do caos e da anarquia.

A sociedade branca será capaz de criar unidades militares e proteger as terras contra os inimigos...??

Quando RaHoWa virá? Talvez quando os EUA perderem a guerra no Oriente Médio? Também é inevitável. O Islam se espalha sem porta-aviões e super tecnologia de guerra. Uma coisa é certa: RAHOWA é iminente.

Você acredita que RAHOWA é iminente? Em caso afirmativo, quais os preparativos você tem feito?

A Europa não está numa posição melhor do que os EUA, pois há a desestabilização sob a pressão dos imigrantes, que são hostis a nossos costumes e nossa civilização. Eu falo sobre a revolução islâmica. Eles vêm para a Europa do Oriente Médio e África. Pessoas de cor que vivem na Europa e se convertem ao islamismo... não só árabes, mas também os negros. O confronto entre a civilização branca ocidental e a civilização dos imigrantes de cor é iminente. Quero dizer, confrontação de forças. E isso não vai acontecer em colônias distantes, mas na Europa. É claro que o homem branco é responsável por essa situação. O homem branco perdeu o eterno instinto natural de sobrevivência. A Europa está mergulhada em ideologias esquerdistas que são uma ameaça para a nossa sobrevivência.

O crescente poder do lobby homossexual, destruindo os laços familiares, tem influência na diminuição do número de pessoas brancas. Não há crescimento da população entre os povos brancos! A taxa de natalidade é um desastre. Meios de comunicação como a MTV ou VIVA infligem veneno mortal nas mentes da juventude europeia. Nossas tradições e costumes nativos são substituídos pelo folclore africano! Os brancos são bombardeados com vãs inspirações falsas e ícones vazios falsos da moderna cultura pop, que mergulham na nossa civilização em decadência espiritual e superficialidade. Ela enfraquece nossos instintos naturais. Os brancos não estão interessados na situação mundial. Eles não se importam. Isso não é bom porque o inimigo não dorme. O forte lobby pró-judaico também é responsável por essa situação ruim, porque os judeus têm medo do novo holocausto, então eles apoiam todas as atividades anti-direita.

As pessoas pensam que a crise que se aproxima é causada pelas aspirações revolucionárias de comunidades não-brancas na Europa e que podem ser interrompidas por lei ou repressões policiais. Mas o que vai acontecer se as pessoas responsáveis pelo sistema de direito e o controle da polícia se converterem ao Islã? O que vai acontecer se esses brancos que se odeiam por serem brancos? E depois? Eu ainda espero que as pessoas brancas acordem. E que eventos como a Intifada Francesa motivem suas ações. Surpreende-me que algumas pessoas que defendem ideologias esquerdistas comecem a criticar a sociedade multicultural. Isso é realmente muito interessante.

Se você pudesse mudar três coisas no mundo de hoje, quais seriam elas?

Os EUA devem deixar de apoiar Israel. Seria muito útil para obter acesso aos recursos naturais do Oriente Médio, que ainda são necessárias. A política de apoiar o inimigo mais odiado do mundo árabe não é útil a ninguém. Esse conflito é muito prejudicial para os EUA e a sociedade norte-americana não sabe o que é certo e o que é errado. A sociedade norte-americana pensa no conflito com esse mundo árabe como uma questão nacional! As mídias de massa regidas pelo lobby judeu manipulam a informação e espalham propaganda contra os árabes.

A mídia e os governos devem deixar de apoiar a civilização multicultural. O multiculturalismo é muito prejudicial para o nosso povo. Nossas forças de defesa e a integração do país afunda. Há um problema com a formação de um exército. Os homens não são homens, mas com a escória e com o psicológico nervoso. Eles não estão adaptados à vida. Onde as pessoas de cor são maioria, a corrupção e o banditismo aparecem. A atividade de apoio ao multiculturalismo deveria ser proibida e ser tratada como um crime contra o Estado. Espero que um dia esses profetas do multiculturalismo sejam punidos.

As produções de Hollywood devem ser proibidas. Hollywood é o berço da decadência e depravação, do vazio espiritual e da superficialidade intelectual. Os pedidos de propaganda e o politicamente correto matam a arte. As produções de Hollywood são muito fracas. Elas são marcadas pela falta de inventividade, de apoio aos homossexuais e feministas. É um desfile de palhaços e um teatro de vaidade.

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