Daniel Brockman, do The Portland Phoenix, entrevistou recentemente Glenn Danzig. Seguem alguns trechos da conversa.
The Portland Phoenix: Quando você trabalha em um novo álbum você sente muitas expectativas? É um desafio?
Danzig: "Faço isso há tanto tempo que se torna um desafio escrever algo empolgante e tentar e superar o que você fez antes. Especialmente vindo daquela coisa punk, que é como, você sabe, você não quer fazer o mesmo disco outras e outras vezes. E você que manter tudo empolgante, manter tudo interessante, mas você ainda que melhorar o que faz – sim depois de tantos discos, é um desafio, mas eu acho que dou conta do desafio".
The Portland Phoenix: Imagino que uma vez que vocês estão por aí há algum tempo, deve ser doloroso porque as pessoas querem coisas novas soem como essa ou aquela velha música.
Danzig: "Eu não quero que soe como um dos velhos discos, isso é certo. Eu quero que seja melhor, então na verdade eu estou feliz. Quando esse disco saiu eu não sabia como as pessoas – bem, eu sabia que os fãs iam adorar, mas é claro que a imprensa é tão estranha, do que eles vão gostar e tudo. E eu na verdade não ligo, muito, mas eu fico curioso pra ver, e o quanto todos estão gostando realmente, então talvez eu tenha feito o que tinha de fazer [risos]".
The Portland Phoenix: Sou curioso para saber o que te inspira, musicalmente – porque acho que muitas pessoas não saibam que você seja um compositor, certo?
Danzig: "É, totalmente. Me perguntam o tempo todo, 'Por que você não deixa outras pessoas comporem as músicas?' Uhm, porque é a porra da minha banda e eu escrevi todas as músicas desde o MISFITS, sabe, e eu não vou mudar agora. E é – eu não sei, perdi minha linha de raciocínio..."
The Portland Phoenix: O que te inspira como compositor...
Danzig: "Certo. Sempre é apenas frustração com as pessoas, o governo, todo esse tipo de coisa. Todas essas coisas mas em um nível sociológico – todas as coisas que nosso governo avacalhado faz acontecer e como as pessoas reagem umas com as outras porque elas estão tão frustradas com o governo. Eu não acho que ninguém pensou que poderia ser pior do que o Bush, mas mesmo assim aqui estamos, dez vezes pior que o Bush! Um derramamento de petróleo aconteceu há um mês e meio, certo? Apenas ficar lá jorrando zilhões de galões de petróleo por dia e as pessoas só ficam lá dizendo 'Oh não, o que vamos fazer?' Mas o mais importante – e eu não quero ser político demais – mas a vida de todas essas pessoas está agora destruída, de quem depende daquela costa, você me entende? Isso, e deve ser só um plano para aumentar o preço da gasolina. 'Oh, não podemos depender de perfuração em alto mar' e que agora que todo esse petróleo foi desperdiçado, eles vão subir o preço da gasolina. Então, sabe, provavelmente os Bilderbergs estão ganhando um monte de dinheiro agora, e o Obama que entrar nessa com eles – e aí está, ele vai".
Leia a matéria completa (em inglês) no thephoenix.com.
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Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.
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