
Você disse uma vez não estar preocupado se um dia o RUSH entrará para o Rock and Roll Hall of Fame. Isso ainda é verdade?
Lifeson: “Honestamente, eu realmente não me importo com isso. Há muita burocracia envolvida nisso. Acho que existem tantas outras bandas que são merecedoras de estarem ali, mesmo antes de nós, bandas pelas quais fomos influenciados. E lá há um monte de bandas que eu realmente acho que não deveriam estar lá.
Está tudo bem, eles podem fazer o que quiserem - o Hall Of Fame pertence a eles e que se danem. Particularmente, em longo prazo, eu prefiro que não venhamos a receber propostas pois não estou certo se quero participar. Nossos fãs estão muito ofendidos pois por tantas vezes não fomos introduzidos ao Hall Of Fame, mas sinceramente, isso não nos faz diferença.”
Seu método de composição mudou ao longo dos anos?
Lifeson: “Acho que, essencialmente, é o mesmo que sempre foi. Nós trazemos coisas diferentes para ele – obviamente o Neil [Peart] traz as letras e o Geddy [Lee] e eu escrevemos todas as músicas. Geddy e eu temos abordagens muito diferentes para escrever... Eu tenho uma concentração mais lenta, enquanto ele está muito mais metódico... Assim, quando estamos escrevendo, realmente temos um bom equilíbrio em nosso processo.
Tenho a tendência de jogar coisas fora – Eu fico sempre meio que tocando coisas aleatórias e daí ele ouve algo e diz ‘Vamos trabalhar nisso!’, pois ele me entende.
Compor é uma coisa engraçada: Você se apaixona pelas coisas que faz e fica muito ansioso com elas, você mal pode esperar para começar a trabalhar nelas no dia seguinte, e depois você chega num ponto em que você simplesmente as odeia e não está seguro se são realmente boas. Você as esquece durante alguns dias e depois se apaixona por elas novamente. Este é um relacionamento louco que você tem pelo novo material”.
Como vai a preparação para o novo álbum?
Lifeson: “Estivemos fora por um ano e meio e agora estamos com força total. Está uma loucura e não desperdiçamos um minuto do dia. Temos essas meia-dúzia de canções e provavelmente vamos entrar no estúdio e trabalhar em algumas delas e ver como vai ser, talvez lançaremos algo - eu digo talvez - e então planejamos estar na estrada em meados de junho.
O ideal é que nós gostaríamos de apresentar algumas dessas músicas na turnê, após a turnê em meados de outubro, voltar ao estúdio e continuar escrevendo, em seguida, gravar no fim deste ano e início do próximo ano, e depois lançar o álbum na Primavera de 2011 em uma turnê um pouco mais substancial. Neste ano a turnê provavelmente terá aproximadamente 45 datas. Provavelmente no verão de 2011 teremos umas 70 datas.”
Com os atuais iPods e downloads, a performance ao vivo se torna o importante para você?
Lifeson: “Eu diria que é um pouco mais relevante. Ela costumava ser o que você fez no álbum e então você vai para a estrada para o promover, na esperança de boas vendas de discos. Bem, um bom número de vendas praticamente não existem mais, e a ênfase tem sido maior sobre os shows ao vivo. Somos sortudos por temos uma boa reputação como sendo uma boa banda ao vivo. Nós sentimos muito, muito confortáveis no palco, e estamos sempre procurando ampliar e experimentar coisas novas nos shows.
Portanto, é desafiador e excitante para nós, e eu acho que nos entregamos. Nós tendemos a ensaiar algumas semanas por conta própria, então fazemos quatro semanas de ensaio da banda completa, e então fazemos duas semanas de ensaio com a produção completa, onde nós tocamos como em um show mesmo. Este último é principalmente para a equipe de produção, mas nós tocamos o set todos os dias, às vezes duas vezes por dia, por isso estamos tão prontos a ponto de realizarmos este primeiro show.”
Para ler a entrevista completa (em inglês) acesse:
http://www.theglobeandmail.com/news/arts/music/rushs-alex-lifeson-on-doing-what-...
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Designer, nascida na cidade de São Paulo, Kari como é mais conhecida, cresceu ouvindo Deep Purple, Led Zeppelin, Skid Row e Alice Cooper. É apaixonada por todas as vertentes do Metal, porém ouve de tudo um pouco sem se prender a rótulos.
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