Burzum: Belus, Passado, Presente e Futuro por Varg Vikernes

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Burzum: Belus, Passado, Presente e Futuro por Varg Vikernes


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A entrevista abaixo foi publicada no site oficial do BURZUM:

NOTA: Varg é um assassino confesso, defensor da supremacia branca e possivelmente um incendiador de igrejas. As citações foram traduzidas da fonte citada e não expressam a opinião do site Whiplash! nem de nenhum outro senão a do próprio Varg Vikernes.

Parte I: “Belus”

Joni Jokinen (Finlândia): Por que você escolheu Belus como tema de seu próximo álbum? Você já compôs um álbum de música ambiente baseado em Belus (Baldr). Você não ficou satisfeito com ele?

Bem, na verdade, não fiquei satisfeito com nenhum de meus álbuns anteriores. Mas isso é um tanto irrelevante neste contexto. Além disso; "Dauði Baldrs" falava sobre o mito e incluía o Ragnarok. Belus é uma interpretação de todo o mito e, na minha opinião, comparado a "Dauði Baldrs", esta é uma interpretação infinitamente mais elaborada.

A razão para eu ter escolhido esse tema é que conheço bem o assunto. Além do mais, algumas coisas não têm data de validade, o que significa que são tão válidas hoje quanto eram há mil anos, quando foram criadas. Muitos de nossos mitos se encaixam nessa categoria, incluindo o mito de Belus/Baldr.

Roman Golikov (Norilsk, Rússia): Você tem algum plano de fazer um vídeo clip para uma das faixas de “Belus”?

Não. Não, não tenho tais planos, mas a gravadora quer que eu faça isso. É provável que eu estive fora de circulação por tempo demais para entender o valor dessas coisas.

Léo (Méréville, França): Onde foi tirada a foto da capa de “Belus”? Por que você a escolheu?

A foto da capa de “Belus” foi tirada a uns 2 km de distância de minha casa em Bø. Eu a escolhi porque se encaixava no Conceito; Belus é uma deidade solar e ele permanece como um mistério na capa frontal, porque você não consegue vê-lo. Você pode ver somente os raios de sol através da névoa. Além disso, as deidades, todas elas na verdade, eram originalmente espíritos das árvores e, portanto, acho que a árvore bloqueando nossa visão de Belus é uma imagem perfeita. O pinheiro bloqueando nossa visão de Belus é, a propósito, dedicado a Kaimadalthas (Heimdallr ["a árvore do mundo"]).

Anton Semykin (Ecaterimburgo, Rússia): Haverá uma edição limitada de “Belus” com bônus?

De novo, a gravadora queria isso. Eu, por outro lado, não gosto dessas coisas, então não haverá nenhuma.

Emanuel Krstanović (Koprivnica, Croácia): Em qual estúdio “Belus” foi gravado?

No mesmo em que os outros: Grieghallen. Sou muito conservador para começar a usar um novo estúdio... Em time que está ganhando não se mexe.

Semen Timofeev (Rússia): Que equipamento você usou quando gravou “Belus”? É muito diferente daquele que você usou para gravar o álbum de estréia?

Belus:

Guitarra Peavey "Twenty-Three"
Amplificador e alto-falante Peavey 6505 de 120 Watts
Baixo customizado de alta qualidade
Um velho kit de bateria de 1975 e marca desconhecida
Microfones de alta qualidade
Gravação digital

Début:

Guitarra Pearley Weston branca de tipo desconhecido
Amplificador e alto-falante Peavey de 60 Watts
Amplificador e alto-falante Marshall de 10 Watts
Baixo customizado de alta qualidade
Kite de bateria de marca desconhecida e qualidade média
Microfones de alta qualidade
Gravação analógica

Infelizmente, eu usei um Marshall de 10 Watts para uma das guitarras no álbum de estreia, mas não devia ter feito aquilo. Eu usei um excelente amplificador/ alto-falante Peavey de 60 Watts para a outra guitarra e eu realmente deveria ter usado essa para as duas. Portanto, eu usei um Peavey 6505 de 120 Watts para ambas as guitarras desta vez. (Eu me desfiz do Peavey de 60 Watts durante meu tempo na prisão, então eu tive que conseguir um novo amplificador).

A maior diferença entre o primeiro e o último álbum é, talvez, o fato de que eu pelo menos gastei um pouco de tempo na produção do álbum...

Resurgam (Rússia): Você está em débito com o governo norueguês pelos incêndios de igrejas. O lucro com as vendas de “Belus” será usado para pagar esse débito?

É claro que não. Mas obrigado por perguntar. Não quero que ninguém pense que algum centavo da minha parte, ou da parte de alguma outra pessoa, da renda obtida com o Burzum será usado para pagar esse débito. A única coisa que eles vão conseguir de mim é o meu dedo, por assim dizer.

Wyatt Burton (Dallas, Texas, EUA): Há alguma possibilidade de um show do Burzum para divulgar o lançamento de “Belus”?

Parece que muitos de vocês foram pagos pela Byelobog Productions para fazer essas perguntas. Minha gravadora certamente quer que eu toque ao vivo, e muito, mas não planejo fazer isso. Minha única motivação para fazer tal coisa seria o dinheiro, e eu não acho que esse seja um bom motivo para tocar ao vivo.

Por alguma razão eu não gosto nem de ir a shows e nem de tocar ao vivo (e eu sei como é, porque já toquei com o Old Funeral uma dúzia de vezes) e não vejo como a música do Burzum poderia ser adequada a um show ao vivo.

Se algum dia eu encontrar uma razão para tocar ao vivo, talvez eu toque, mas até lá...

Parte II: Passado.

Ich (Rússia): A música "Black Spell Of Destruction" do álbum de estreia do Burzum contém a seguinte frase: "Damkuna, Iftraga Sheb Nigurepur, Dafast". O que significa? Há alguma ligação entre "Sheb Nigurepur" e “Shub-Niggurath” de Howard Lovecraft?

Pode haver uma ligação. Nos anos 80 eu costumava jogar o RPG "Call of Cthulu" e, através dele, descobri o escritor H.P. Lovecraft, e o livro ficcional ‘Necronomicon’. Até onde me lembro eu mesmo criei esse ‘feitiço’, mas talvez eu estivesse pensando na obra de Lovecraft quando fiz isso. Você tem razão quanto à semelhança.

Ah, quase esqueci: não significa nada. A intenção era que fosse um ‘feitiço’ para destruir o mundo que conhecemos... cobrindo-o com ‘burzum’ (escuridão).

Alex Jardine (Lone Pine, Pensilvânia, EUA): Quais livros mais o inspiraram na sua crença em Asatru?

Minha crença em Asatru? Asatru significa ‘crença em espíritos’ ou ‘crença nos deuses (nórdicos)’, se você preferir as interpretações mais recentes, e posso assegurar a você que não acredito em nenhum espírito ou deidade. Eu vejo tais crenças simplesmente como ignorância ou como evidência de falta de inteligência. Conheço muito sobre religião para ser religioso e também não sou tão estúpido assim. (leia o artigo ‘Religion or Reason’ [N.: Religião ou Razão] neste website).

Em outras palavras, não podemos falar sobre minha ‘crença’. Ao invés disso, devemos falar de meus ‘interesses’ e, em relação a isso, posso dizer que os textos originais em norueguês antigo foram os que mais me inspiraram a procurar saber mais sobre aquilo que você chama de Asatru e mais sobre a visão do mundo pré-religioso conhecida por Seið ("tradição").

A propósito, todas as letras de ‘Belus’ falam sobre Seið. Somente o título do álbum se refere a deidades/ mitologia...

Michelle Carr (Leon, França): Qual foi o motivo verdadeiro para a sua fuga da prisão em 2003?

Por quê? Eu já dei algum motivo falso para a ‘fuga’ da prisão em 2003?

Bem, minha amiga francesa, isso é complicado e pode ser que eu escreva sobre isso no futuro, talvez em um livro, mas não agora e não numa entrevista como esta.

Jason Mehlhorn (Dublin, Irlanda): Como você passou seu primeiro dia fora da prisão, no ano passado?

Eu passei o dia todo viajando de Tromsø, em Troms, para Bø, em Telemark.

Vadim S. (Moscou, Rússia): Você já experimentou drogas?

Eu certamente tive experiências com drogas: muitas vezes sinto o quanto os outros podem se tornar irritantes quando tomam drogas... mas não, eu mesmo nunca experimentei drogas. Não sou tão estúpido assim.

Parte III: Presente.

Jean-Daniel Bouchard (Montréal, Canadá): Qual é a opinião dos membros da cena Black Metal moderna da Noruega sobre você?

Nenhuma.

Alexandr Antonov (Kharkiv, Ucrânia): Você mantém contato com seus amigos da cena metal norueguesa do início dos anos 90?

Tenho mantido contato com meus amigos do DARKTHRONE e do MAYHEM, além do antigo baterista do Uruk-Hai. Os outros, como ficou provado, não eram meus amigos.

Wyatt Burton (Dallas, Texas, EUA): Há a possibilidade de uma nova colaboração com Fenriz ou com outros músicos no futuro?

Fenriz é um grande cara e gosto bastante dele mas, assim como eu, ele é um pouco ‘difícil’ e acho que trabalhamos melhor sozinhos. Em geral não gosto de outros músicos e não vejo razão para colaborar com outra pessoa. Estou satisfeito com minhas habilidades de músico e, como mencionei antes nesta entrevista, não tenho planos de tocar ao vivo.

Aleksander Hinchliffe (Lillehammer, Noruega): Quais são as suas opiniões sobre cada estação do ano?

No momento penso no Paganismo quando e perguntam sobre estações e a relação entre as estações e as fases lunares, os elementos, deidades e fases da vida na visão do mundo antigo.

Inverno – Eclipse Lunar – Ar – Tíwaz – Renascimento
Primavera – Lua Crescente – Terra – Ertho – Nascimento
Verão – Lua Cheia – Fogo – Sowili – Vida
Outono – Lua Minguante – Água – Máni – Morte
(Dia de Ano Novo – [Sem fase da Lua] – Espírito – Haimadalthaz – [Sem fase da vida])

Fora isso não penso muito sobre as estações. Todas são boas, cada uma à sua maneira, e aprecio todas.

Stanislav Tretyakov (Perm, Rússia): O que tem mais valor na sua vida?

Isso é muito pessoal.

E se eu disser ‘como a luz da noite no final do verão eleva a beleza da Mãe Terra’?

Inna Matviec e Radjiv Hairetdinov (Ufa, Rússia): Você é vegetariano? Qual é a sua opinião sobre o vegetarianismo?

Não, eu não sou vegetariano. Durante um tempo tentei ser um semi-vegetariano, comendo apenas peixe, aves e nada de carne vermelha, mas... Não sei se tenho alguma opinião sobre o vegetarianismo. Acho que estaríamos melhor sem a agricultura e até mesmo sem a domesticação de animais. Éramos mais fortes e mais saudáveis como espécie quando éramos caçadores e coletores. E havia menos gente...

Os caçadores e coletores da Idade da Pedra certamente não eram vegetarianos...

Anthony Bloxham (Reino Unido): O que você pensa sobre o mundo agora que os EUA têm o seu primeiro presidente negro?

Bem, ‘mulato’ talvez seja mais apropriado. Ele não é ‘negro’. De qualquer forma, não penso nada. O presidente dos EUA é, e sempre foi, apenas um fantoche para os verdadeiros mestres dos EUA. Se esse fantoche é branco, negro, amarelo ou marrom, Democrata ou Republicano, ou o que quer que seja, não importa. Os verdadeiros governantes dos EUA são os indivíduos trabalhando nos bastidores e, a propósito, todos eles certamente têm a mesma etnicidade...

Vladimir Panteleev (Vladimir, Rússia): Qual a sua opinião sobre a astrologia?

A astrologia é interessante, mas não é muito precisa. É uma ciência na qual não confio muito. Ainda não vi um horóscopo que seja preciso... e acho que a maior parte das pessoas que acreditam em astrologia o fazem porque ela os agrada.

Franmir (Coahuila, México): Você tem um emprego?

Sim, trabalho como músico...

Kurt Ahlstrand (Arboga, Suécia): O que você acha do movimento skinhead?

Acho que é uma parte do ‘sistema imunológico’ de uma nação, e uma reação natural a algum desenvolvimento ruim.

Parte IV: Futuro.

Jean-Daniel Bouchard (Montréal, Canadá): Como você vê o futuro do Burzum?

Você devia perguntar a um astrólogo sobre isso...

Bem, não sei o que dizer. Eu vivo um dia de cada vez. O tempo dirá.

Max Ross (Dallas, EUA): Que outros temas além da mitologia escandinava podem se tornar assuntos de um futuro álbum do Burzum?

Tudo e nada. Talvez as tradições de feitiçaria de Europa pré-mitológica. Eu realmente não sei.

Uriy Kazaryan (Odessa, Ucrânia): O que você pensa sobre o fim do mundo e as profecias sobre isso: você acha que vai acontecer? Qual é a sua opinião sobre o ano 2012 e os rumores a esse respeito?

Bem, o ano 2012 é um mito maia. Esses caras cortavam as cabeças de vítimas humanas como parte de sua religião primitiva. E eles faziam isso há menos de 500 anos. Não acho que devemos prestar muita atenção ao que esses selvagens disseram sobre o futuro.

Na verdade, há o risco da vida humana chegar ao fim neste planeta somente se formos atingidos por um grande objeto do espaço sideral, ou se começarmos uma guerra nuclear. Entretanto, veremos, mais cedo ou mais tarde, o fim da ordem mundial atual, mas exatamente quando e como isso vai acontecer, não dá pra saber. Espero quer seja o mais cedo possível.

Artem Treshin (São Petersburgo, Rússia): Sua fazenda foi cara? Como você planeja usá-la?

Pelos padrões noruegueses não é muito cara. Uma casa similar em Oslo ou Bergen custa pelo menos duas vezes mais e uma propriedade similar pelo menos dez vezes mais. Planejo usá-la somente como residência. A floresta é minha única vizinha, então este é um bom lugar pra se viver.

Skalder Franz (Franconia, Alemanha): Agora que você saiu da prisão, você planeja viajar para algum lugar? Há algum país, região ou lugar que você gostaria de visitar?

Se eu pudesse, nunca sairia de casa. Sou tão aventureiro quanto um hobbit. Infelizmente, tenho que viajar de vez em quando, por várias razões. Eu até dirigi pela Alemanha algumas semanas atrás.

Andrey Kazakov (Novokuibishevsk, Rússia): Você planeja visitar a Rússia algum dia?

Se os criminosos da OTAN, que é controlada por Tel Aviv, chegar a atacar a Rússia eu irei, como voluntário do exército russo mas, além disso, não tenho planos de visitar a Rússia. Como disse antes, não sou muito aventureiro.

Dmitriy Komyakov (Chelyabinsk, Rússia): Há, na sua opinião, alguma maneira eficiente para evitar a islamização da Europa?

Sim. A maneira mais eficiente seria, obviamente, acabar com os governos ‘eleitos’ da Europa votando nos assim chamados partidos de extrema direita mas, se isso falhar, podemos sempre – e provavelmente acabaremos fazendo isso – usar o método de Ricardo Coração de Leão. :-)

Tao Bai (Harbin, China): Você tem algum plano de fazer um projeto paralelo para tocar outro tipo de música e explorar outros estilos musicais?

Não, mas não excluo a possibilidade de fazer algo assim. Acho que manterei o Burzum como uma banda de metal e se eu decidir lançar outros tipos de música usarei outros nomes.

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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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