Andre Matos: "Fui praticamente coagido a ser vocal do Viper!"

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Andre Matos: "Fui praticamente coagido a ser vocal do Viper!"


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Andre Matos é o tipo de artista que une a paixão e o talento com o embasamento técnico proveniente de uma vida dedicada aos estudos da música: a família parece tê-lo decifrado ao escolher para ele a direção exata que seus pés, suas mãos – e apenas mais tarde sua voz – deveriam seguir.

Entrevista publicada no Whiplash.Net em setembro de 2009...

Há muito tempo, em um palco de teatro, Andre só conseguiu ser ele mesmo: menino tímido de 13 anos. Dali em diante, entretanto, conseguiu encontrar um ele mesmo que talvez antes não supunha existir: um capaz de não só encarar, mas de envolver e dominar platéias de centenas, milhares de pessoas.

Depois de Viper, Angra, Shaman, agora Andre segue sua carreira solo e lança neste setembro "Mentalize", o segundo CD desta nova fase. Confira a entrevista exclusiva feita com ele pelo Whiplash em Fortaleza, no último dia 28 de agosto, durante sua breve turnê com Vasco Faé para o Oi Blues By Night.

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Whiplash – Você começou na música muito cedo, ainda criança. Como surgiu esse interesse?

Andre – Eu acho que eu fui até meio induzido a fazer música pela minha família, porque quando eu era pequeno, enfim, em vez de me botarem numa escolinha de futebol, me botaram pra aprender piano. Eles achavam que eu tinha musicalidade, meus pais gostam de música, meus avós... Então, eu comecei a estudar piano aos sete anos de idade, interrompi, voltei aos dez e aí foi embora. Quando eu tinha uns 12, mais ou menos, formei minha primeira banda, um embrião de banda. Aos 13 comecei com o Viper. Daí a coisa não parou mais.

Whiplash – E essa sua influência da música, tinha alguém da sua família que era da área, que trabalhava com isso?

Andre – Eu sou o primeiro músico profissional em – sei lá! – seis gerações (risos).

Whiplash – Ao mesmo tempo em que você tem uma formação mais erudita, você gosta de heavy metal. Como você percebeu que isso poderia se entrelaçar?

Andre – As coisas acabaram sendo contemporâneas na minha vida. Se por um lado eu comecei a estudar música erudita, por outro lado eu comecei com banda (de rock) muito cedo. Então, eu não abandonei nem uma coisa nem outra. Elas foram trilhando paralelas, até o momento em que eu achei que seria possível unir esses dois estilos, essas duas influências numa coisa só. Mas obviamente eu não fui o primeiro na história a pensar isso.

Whiplash – Aos 13 anos você já foi pela primeira vez ao palco. O que você lembra desse seu primeiro contato com o público, num show pra muita gente?

Andre – Foi um terror, né? (Risos) Foi realmente minha estréia no palco, aos 13 anos. A gente abriu um show num festival de verdade, com público, ingresso pago e tal. A única coisa que eu lembro é que eu fiquei o show inteiro olhando pra baixo, não conseguia encarar a platéia. Foi uma experiência bem... interessante, vamos dizer assim. Mas acho que só o primeiro foi assim, depois começou a rolar legal, eu comecei a gostar e quis fazer isso sempre.

Whiplash – E o fato de você ser tão jovem? Você tinha só 13 anos... Você encarou algum preconceito por parte dos outros músicos? Como era ser tão jovem na cena?

Andre – O pessoal da cena gostava, eles tinham um xodó pela gente, um carinho. A gente até ganhou um apelido na época: “os Menudos do Metal”. Porque era tudo pequeninho, 13, 14, 15 anos, tocando já som do Motörhead, do Metallica, do Black Sabbath, do Iron Maiden. Pra quem via devia ser muito engraçado, devia ser muito interessante. Pra nós não, pra nós era uma coisa séria. A gente queria viver aquele sonho ali.

Whiplash – E antes de ter essas bandas, antes de ir aos palcos, você chegou a trabalhar com outras coisas?

Andre – Como eu já disse em outras entrevistas: eu já fui entregador de pizza. E foi onde eu consegui juntar dinheiro pra comprar meu primeiro microfone. É uma história até meio romântica, mas é verdade. Isso aos 12, 13 anos, por aí. Não só eu, eu e o pessoal da banda, do bairro, a gente trabalhou um tempo pra comprar os nossos primeiros instrumentos, que naquela época era muito difícil conseguir instrumentos, ter dinheiro pra comprar. A gente chegou a trabalhar em coisas engraçadas.

Whiplash – E sua família apoiou sua escolha pela música, ao decidir levar isso como algo profissional, não só como um hobby?

Andre – Graças a deus, nunca houve nenhuma resistência por parte da minha família do ponto de vista de eu me tornar um músico profissional. Então, quando chegou a hora de decidir por uma profissão, já optei por ser músico mesmo e tive sempre apoio total da família. E eu sinto muito pelas pessoas que não têm, pelas famílias que exigem diploma em alguma outra coisa... Isso na realidade faz com que as pessoas percam muito tempo que poderia ter sido usado no estudo da música.

Whiplash – Uma coisa interessante na sua carreira é que você saiu do Viper para estudar, enquanto o comum é as pessoas largarem os estudos pela banda. O que te motivou a tomar essa decisão?

Andre – O fato de que eu estar estudando música mesmo, música, na faculdade. E chegou o momento em que não dava pra conciliar. Aquilo me exigia muito, e eu estava muito fascinado também pela música clássica e tal. Então eu achei que era o momento de me dedicar a isso, e valeu muito a pena, apesar da separação do Viper, de serem meus grandes amigos, até hoje, mas tudo acontece por um motivo e isso acabou me impulsionando pra frente também.

Whiplash – A época da Viper foi a época também em que você começou a compor. Como é o seu processo de composição?

Andre – Essa pergunta é interessante, porque eu não sei te dizer exatamente como isso começou, mas simplesmente... Provavelmente a coisa rolou de uma forma natural, e eu tinha alguma idéia pra compor, mas eu não era um grande compositor nessa época, não era minha preocupação compor. O Pit Passarel já fazia isso muito bem, e a gente tinha uma noção muito clara de cada um ter uma função na banda. E pra mim já era trabalho suficiente ser o vocalista. Depois eu comecei a gostar mais: depois que eu estudei, comecei a me dedicar mais ao lado da composição também.

Whiplash – Sobre ser vocalista: você diz que não pensava nisso, que de repente o pessoal da banda “empurrou” você para cantar. Mas a sua formação como instrumentista ajudou na hora de fazer os vocais?

Andre – Eu sempre digo: todo vocalista deve tocar um instrumento, seja ele qual for. Se for instrumento harmônico, melhor ainda. Um piano, um violão, guitarra, teclado... Porque você começa a entender o que está se passando em volta da voz. E fica muito mais fácil você criar linhas melódicas, você harmonizar. Eu acho que até um baterista deve saber tocar um instrumento que não a bateria, por exemplo, e todo instrumentista deveria saber tocar bateria. Tudo é complementar. Então, no começo, eu era só um tecladista. E eu fui praticamente coagido a ser vocalista do Viper, porque eles não tinham vocalista e acabou sobrando pra mim. E pra ser sincero, no começo eu não gostava, não, porque era muito difícil. Eu achava que não tinha voz – e não tinha mesmo. Então, demorou alguns anos pra coisa se firmar mais, aí eu comecei a gostar de cantar mesmo. Aí eu comecei a descobrir que podia cantar.

Whiplash – E no Angra, como foi o processo de formação da banda, já depois de ter seguido seus estudos?

Andre – Como a gente já havia dito, eu deixei o Viper pra estudar. Um ano depois, quando eu estava na faculdade, apareceu a oportunidade de formar uma banda com colegas de faculdade – até um deles acabou não continuando junto da banda – e aí foi o embrião do Angra. A idéia era fazer uma superbanda, com supermúsicos e tal. E acho que acabou dando certo, durante algum tempo deu muito certo, porque havia essa vontade de se superar musicalmente. No início era uma coisa bastante técnica, até, depois a gente foi aprendendo a fazer a coisa de uma forma mais orgânica e eu acho que foi o momento da minha profissionalização na música.

Whiplash – E o que te marcou mais nesse período? Foi uma época em que você fez turnês mundiais, muita coisa aconteceu, vários álbuns... O que te marcou mais, de tudo?

Andre – Tudo aconteceu de uma forma muito rápida, muito meteórica, num período de nove anos as coisas aconteceram muito rapidamente, e eu tive de me adaptar a essa velocidade. E foi justamente o momento em que eu tive de optar por aquilo que eu ia fazer da vida. Então, eu desisti de ser músico clássico, o que era um sonho, pra me dedicar ao rock pesado, justamente porque a banda tava evoluindo e alcançando novos horizontes. É o que eu disse: o mais importante desse período é a questão da profissionalização. Eu aprendi a ser um músico de verdade, um profissional da música, lidar com isso, trabalhar com isso e ter minhas responsabilidades nesse sentido.

Whiplash – Você ainda ouve os novos trabalhos deles, depois da sua saída?

Andre – Ouvi uma coisa ou outra, mas não é algo que eu pegue pra ouvir interessadamente, querendo descobrir o que eles tão fazendo. Eu acho que, quando você se separa, em qualquer tipo de relacionamento, existem aqueles que gostam de saber o que o outro está fazendo e existem os que não gostam. Eu acho que eu me enquadro mais no segundo tipo.

Whiplash – No Shaman, você chegou a criar um gênero, o mystic metal. Ele persiste no seu trabalho solo ou foi algo pontual?

Andre – Tudo o que eu já fiz antes persiste no meu trabalho solo. A vantagem do trabalho solo é englobar um pouco de tudo e também ter a liberdade de criar coisas novas. Então, tanto esse lado mais místico da temática do Shaman, quanto o lado mais técnico do Angra, quanto o lado mais orgânico do Viper, tá tudo aqui. Eu não deixo nada pra trás, não são coisas que eu esqueço. Eu acho que tudo vai te formando, você carrega uma bagagem e a mala vai aumentando.

Whiplash – Então, nos dois álbuns solo, a gente percebe que há gravações tanto de músicas inéditas, do começo da sua carreira, no caso do "Mentalize", e uma nova versão de "Moonlight", que foi a primeira música que você compôs sozinho, no "Time to be Free". O que te motivou a gravar essas músicas neste momento?

Andre – São motivos diferentes. A "New Moonlight" é o que você disse: foi a primeira música que eu compus na vida. Então, na hora que eu lancei o primeiro CD solo, eu falei: “Eu quero fazer uma reinvenção dessa música, uma releitura”. E foi feito: ela ficou maior, tem uma letra nova, ficou diferente. Eu gosto muito do resultado. No caso do "Mentalize", é outra coisa completamente diferente. É algo muito especial, porque a gente regravou a "Don’t Despair", uma música que nunca foi lançada oficialmente – era pra ter entrado num disco do Angra, mas não entrou – é uma música minha e que eu sei que o público tem um carinho especial por essa música. Na Internet, em fóruns, pessoalmente, todo mundo pede, todo mundo fala dessa música: “Quando vai gravar? Quando a gente vai poder escutar?” Então, eu resolvi fazer uma coisa muito especial: gravar essa música especialmente pro público brasileiro, como um presente, um tributo. Só vai sair no Brasil, é um bônus track pro Brasil – e isso também é uma coisa inédita. Geralmente, as bandas fazem bônus track pro Japão, pra Europa, e o Brasil acaba pegando a raspa do tacho. Nesse caso, a gente resolveu privilegiar o público brasileiro, junto com a gravadora, a Azul Music, que tá realmente vestindo a camisa. O CD nacional vai ser único, vai ser especial, tem essa música que não vai ter em lugar nenhum.

Whiplash – Por falar na Azul Music, ela tem um leque de artistas muito variado, mas principalmente da world music. O que te levou a assinar com essa gravadora?

Andre – Duas coisas. Primeiro que ela tá enveredando por uma vertente mais rock, tá lançando tudo do Steve Vai e de outras bandas de rock e hard rock, enfim. É uma gravadora extremamente estruturada, tem uma estrutura fantástica, que funciona muito bem. Eu acho que o futuro é por aí. São gravadoras de menor porte, mas que dão a atenção que o artista e o público precisam. E, por último, a minha amizade com o Corciolli, que é o presidente da gravadora, foi o co-produtor do meu disco e é um grande músico. Ele é o maior músico de New Age do Brasil há muitos anos e é muito considerado fora do Brasil também. Quando você pensa quem seria uma pessoa no Brasil que seria capaz de entender esse estilo que eu faço e de acrescentar algo a isso, eu acho que só tem duas pessoas: o Marcus Viana e o Corciolli. Inclusive, eles já trabalharam juntos também. Então, a gente tá falando de um patamar de músico que é muito especial, é muito raro e eu tô muito feliz com essa parceria, porque acrescentou muito ao trabalho.

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Whiplash – No "Mentalize", você pensou bastante no projeto gráfico, na estética, nessa parte física do álbum. Isso também representa um incentivo a mais pro fã comprar o CD original?

Andre – Eu sou fã do CD físico! Independente de pirataria ou não, eu sou um cara que nunca baixa CD. Não é porque eu sou músico, é porque eu, como ouvinte, não baixo mesmo. Eu sou um cara das antigas, como se pode dizer, né? Na minha época de moleque, a gente comprava disco de vinil, fita K7. Depois, veio o CD e a gente começou a colecionar CD. Não tem nada melhor do que colecionar. Então, eu gostaria de proporcionar isso aos fãs também. Quer dizer, sentir o prazer de colecionar, não essa coisa impessoal de baixar um arquivo de som de má qualidade, que não tem cara, que não tem identificação, não tem identidade. Você tem um CD, com um projeto gráfico caprichado, que você vai curtir, que você vai pegar, vai desvendar aquilo. Porque a questão é desvendar o projeto gráfico, que é o que eu fazia quando eu era jovem. Vinha um disco do Iron Maiden, a gente ficava devorando aquilo durante dias. É esse tipo de sensação que eu gostaria de proporcionar às pessoas também.

Whiplash – Você participou de vários projetos coletivos, como o Avantasia, e também fez participações em CDs de outras bandas. O que a gente pode esperar de novidades nesses projetos paralelos?

Andre – Hoje, por exemplo, né? Tô aqui no Nordeste fazendo uma participação em um projeto muito especial de blues (Andre se apresentou em Fortaleza com o músico Vasco Faé, como parte do projeto Oi Blues By Night). Ninguém poderia imaginar, nem eu mesmo poderia imaginar que eu faria isso um dia. Mas tô muito feliz de fazer porque, em primeiro lugar, a gente abre novos horizontes, tanto pra mim quanto pro público, que, de repente, vai entrar em contato com um estilo musical diferente, mas não tão diferente assim. E é legal buscar as semelhanças entre os estilos, onde que um estilo influenciou o outro, né? O rock veio do blues, de certa maneira. Existe um lado do rock que veio do blues, outro veio da música clássica, mas, enfim, tudo se encontra num determinado ponto. Então, a gente buscou isso, quando a gente escolheu o repertório. O Vasco escolheu o repertório a dedo. Quer dizer, onde é que tá a fusão do rock com o blues, onde é que a gente pode explorar isso? Onde é que dá pra fazer uma coisa um pouco mais agressiva, um pouco mais enérgica? E o resultado até agora tem sido fantástico. A gente tem curtido muito e o público... É engraçado, porque o público de metal às vezes chega num evento como esse fala assim: “Pô, tudo bem, eu vim pra ver o cara, mas não tô botando muita fé nisso aí”. No final do show, todo mundo fala: “Meu, demais, adorei!”. E, assim, isso não causa nenhum estrago, é só vantagem pra todo mundo, porque abre a cabeça e todo mundo pode entender que as coisas podem coexistir, sem que haja nenhum tipo de prejuízo pra nenhum lado. Eu acho muito importante isso, muito importante você mostrar caminhos diferentes, mas continuar fiel àquilo que você faz, não ficar só no oba-oba, tem de mostrar consistência. Nesse sentido, você pode influenciar positivamente as pessoas.

Whiplash – E o Virgo? Você já falou em algumas entrevistas que tem uma segunda parte prevista. Como é que está o projeto?

Andre – É, eu continuo insistindo com o Sascha (Paeth) pra gente fazer esse trabalho. Ele é a fim, eu sou a fim, as músicas já estão praticamente prontas. Só faltam agora duas coisas: tempo pra fazer e o interesse de alguma gravadora em lançar.

Whiplash – Sobre a turnê do "Mentalize", você já tem algo previsto, por onde vai passar?

Andre – A turnê do "Time to be Free" passou pelo Japão, pela Europa, a gente fez uns 40 shows pela Europa, em dez países diferentes. Nessa turnê agora, a gente deve fazer um pré-lançamento no Brasil, seguir pra América Latina, que já tá previsto. Aí inclui Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador. Já tem a previsão de ir pra Europa, provavelmente até o fim do ano. E Japão, certamente. Até o fim do ano, Japão, com certeza. Mas essa pré-turnê no Brasil, que, em alguns Estados, já vai ser a turnê de lançamento, já inclui o Nordeste. E, em primeira mão, eu digo pra vocês aqui que já está confirmada a nossa presença no Ceará In Rock no dia 11 de dezembro, como atração principal. E tem uma grande surpresa nesse festival aí, vai ser um show muito especial. Pode ser que a gente faça outros Estados do Nordeste antes, no final de outubro, início de novembro. Pra Fortaleza, a gente vem em dezembro.

Whiplash – Pra encerrar, você se tornou referência pra muita gente, mas existe algum artista ou banda que surgiu no cenário mais recentemente que tem te influenciado de alguma forma?

Andre – Não tem nada a ver com o meu som, mas a última banda que me influenciou muito, de coisas relativamente novas que apareceram, foi o Rammstein, que eu acho de uma originalidade sem igual.

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Sobre Lucíola Limaverde

Jornalista formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC) com experiência em jornalismo impresso, produção em rádio e assessoria de imprensa. Ouve seus rocks todo santo dia. Aliás, não imagina sua vida sem música e livros (a Literatura é outra grande paixão). Queria ter uma história bonita e comovente sobre como começou a ouvir Metal, mas a verdade é que não lembra a primeira vez na qual ouviu uma guitarra distorcida - apenas sabe que sua alma tem um tom maior quando escuta as canções de que gosta. Aprendeu a tocar teclado aos 12 anos mas, como jamais sonhou em cometer seus dedilhados em uma banda, isso só lhe rendeu algum apuro na audição musical.

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Sobre Débora Medeiros

Débora Medeiros faz Comunicação Social – Jornalismo na Universidade Federal do Ceará. Academicamente, desenvolve pesquisas sobre o rádio educativo e sobre a relação entre jornalismo cultural e heavy metal. Profissionalmente, tem procurado se especializar em crítica musical. Foi daí que nasceu o impulso para colaborar com o Whiplash e criar um blog dedicado a esse assunto, o Música Expressa.

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