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Queensryche: "vimos todas as tendências irem e virem"

Traduzido por Cristina Sturm | Em 01/08/09 | Fonte: Examiner.com
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Foto da chamada: Carolina Santiago

Dan Peters, da Examiner.com, recentemente conduziu uma entrevista com o baterista do QUEENSRŸCHE, Scott Rockenfield. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

Examiner.com: Vocês estão na ativa desde 1981. É estranho ver o Metal como um gênero musical e vários subgêneros que ficam mudando, surgindo, ascendendo e decaindo? Você acha que existe uma tentação de se agarrar a qualquer que seja o novo sub-gênero do momento?

Rockenfield: "Não creio que a gente tenha passado por isto. Nós apenas nos concentramos e fazemos o que temos que fazer. A coisa boa de ser assim é que através dos anos nós vemos todas as tendências irem e virem. Toda essa música é inspiradora, nós escutamos todo o tipo de coisa, então quando situações desse tipo acontecem, nós estamos sempre abertos a escutar, e de alguma maneira eu acredito que isso te inspira a escrever novas músicas de algum estilo. Quando você fala de Metal dos velhos tempos, a coisa divertida que encontrávamos nas nossas viagens globais está toda de volta em qualquer lugar que nós vamos ou tocamos hoje em dia. É tudo nosso. Nossa geração do passado está de volta. Bandas como IRON MAIDEN, eles tocam para 40.000 pessoas por noite em alguns países estrangeiros. Isso é grande para eles. E o nosso negócio está indo muito bem, não no mesmo nível que eles, mas isso depende de onde você está e o que você está fazendo. Nós temos multidões, e estamos fazendo coisas de um enorme sucesso hoje em dia. Metade das bandas com as quais tocamos nestes festivais são bandas dos tempos antigos. Então eu acho que isso tudo é um ciclo, nós apenas colocamos uma venda nos olhos e continuamos fazendo música. Você não consegue se preocupar com muitas outras coisas além do seu próprio negócio. Tem sido deste jeito nos últimos 30 anos, vamos continuar assim”.

Examiner.com: Algumas bandas que estão por aí, como o METALLICA, que está estourando, esbarram em inúmeras críticas. Você acha que isso ocorrerá com o QUEENSRYCHE com o passar do tempo?

Rockenfield: "Bem, há aqueles que dizem 'o Mindcrime ainda é o meu favorito e vocês não tem feito nada do mesmo estilo desde então, mas eu ainda gosto do que vocês fazem'. Sempre tem essas pessoas que, por algum motivo, você conseguiu tocá-las em algum ponto de suas vidas. Tem essas novas pessoas que falam 'Escuta, o seu novo álbum me tocou' ou 'Meu filho de 15 anos só escuta o seu novo álbum por que é tudo o que ele conhece neste momento', e então ele vai experimentar as coisas mais antigas. Para responder a sua pergunta, isso acontece. Você apenas pode seguir em frente".

"Eu sou um grande fã de RUSH, eles são um dos motivos de eu ter começado a tocar bateria, mas o meu CD favorito é 'Moving Pictures' ou o 'Hemispheres'. Eu gosto das novas músicas deles, mas não são as minhas favoritas. Mas eles continuam na ativa, continuam fazendo o que fazem. Eles saem e fazem grandes shows, e eles apenas seguem em frente. Eu acho que você só pode agradar a si mesmo. E você está sempre apenas fazendo música, e as pessoas irão ou gostar disso ou irão gostar menos do que os outros, eu acho. É difícil de pensar nisso. Você pode apenas fazer o que você faz e seguir em frente".

"Eu acho que um dos melhores álbuns que fizemos, um dos meus favoritos até hoje é o 'Promised Land'. Apenas por causa da maneira como nós o fizemos, e o que aprendemos e como nós fomos parceiros durando a produção dele. Era muito diferente para nós. E nós ainda nos juntamos e reunimos para fazer os álbuns que fazemos hoje, mas havia alguma coisa que eu nunca consegui explicar sobre aquele álbum. E isso faz quanto tempo? Seis álbums atrás?"

A matéria completa (em inglês) está no link abaixo.

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