About.com entrevistou recentemente Tom Englund, vocalista da banda sueca EVERGREY, que falou sobre a perspectiva e a recepção ao novo disco, "Torn".
About.com: Desde o último álbum passaram alguns baixistas diferentes pelo grupo. O último é Jari Kainulainen (STRATOVARIUS). Como foi que ele se juntou à banda?
Tom: "Nós tínhamos uma sessão de audição em nosso website onde dizíamos que quem se sentisse com vontade poderia mandar algum material, biografia e algumas amostras de som. Nós recebemos 400 inscrições. Testamos alguns deles, então recebi uma ligação de um amigo jornalista da Noruega, ele disse que conhecia um cara que poderia dar conta do baixo. Nós dissemos pra ele vir e tentar como todos os outros fizeram. Ele veio, e precisamos de uns cinco minutos pra decidir. Ele é um dos melhores baixistas que já ouvi. Junto com sua experiência de turnês isto o tornou bastante valioso."
About.com: Seu último CD, "Torn", tem um som um pouco diferente de "Monday Morning Apocalypse".
Tom: "Sim, mas ao mesmo tempo cada álbum que gravamos até agora tem uma sonoridade diferente. Não sei porque, mas quando escrevemos as músicas isto reflete a vida que nós vivemos nos tempo em que as escrevemos. Quando escrevemos 'Monday Morning Apocalypse' nós estávamos fazendo bastante turnês e tocando bastante ao vivo. Isso afetou bastante o nosso modo de escrever as músicas. Neste album eu encarei uma porção de porcarias em minha vida pessoal com que eu tive que lidar e é por isso que tem o som atual".
About.com: No disco anterior vocês usaram produtores externos. Desta vez vocês voltaram a fazer vocês mesmos a produção. Por qual motivo?
Tom: "Quando tomamos esta decisão para o 'Monday Morning Apocalypse' nós tínhamos gravado quatro ou cinco álbuns em sequência usando, basicamente, o mesmo processo. Nós usamos os mesmos estúdios e pessoas. Precisávamos fazer uma mudança em cada nível. Esta era, certamente, uma parte que precisávamos mudar, em vez de apenas chegar e gravar outro disco nós sentimos que precisávamos que viesse alguém que mudasse um pouco as coisas. Ficamos curiosos em como alguém de fora olharia pro EVERGREY e o que eles fariam com o grupo. Foi uma experiência bem legal e 'Torn' nunca teria soado do jeito que soa sem as lições que aprendemos naquele álbum. Ao mesmo tempo nós gastamos bastante dinheiro no 'Monday Morning Apocalypse', e sentimos que poderíamos fazer melhor uso dele neste álbum. Não que tenhamos ficado insatisfeitos com aquele trabalho, mas agora que tudo está pronto nós sabemos o que ele nos proporcionou. Nós vendemos mais do que nunca. Mas eu também produzo álbuns em meu tempo livre, então pareceu desnecessário gastar U$70.000 com um produtor, considerando que eu sou um produtor".
About.com: Até o momento como tem sido a receptividade ao "Torn"?
Tom: "Ele foi lançado há uma semana e as respostas têm sido fantásticas, exceto na Suécia, o que é bem estranho. E pela primeira vez nós encontramos algumas pessoas que não gostam dele na Suécia. Mas ele estreou em quarto na parada sueca hoje, então estamos bem felizes. Ele é um trabalho pessoal. Nós tivemos um DVD no nº 1, mas até o ponto que este álbum chegou este é o melhor que já conseguimos. Os reviews não tiveram qualquer efeito nas pessoas que o compraram. Espero que continue assim no resto do mundo também".
Todas as matérias da seção Entrevistas
Todas as matérias sobre Evergrey
Os comentários são postados usando scripts do FACEBOOK e logins do FACEBOOK, HOTMAIL, AOL ou YAHOO, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de exclusiva e integral autoria e responsabilidade dos usuários que fizeram uso deste sistema (citados na assinatura de cada comentário). Caso você considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato. Os responsáveis pelo site podem excluir comentários que julgarem inadequados e fornecer informações sobre os comentários a reclamantes se solicitados.
Inicialmente meu gosto musical foi marcado por bandas como Black Sabbath, Iron Maiden e Deep Purple, mas o que revolucionou minha forma de perceber a música foi a primeira vez em que ouvi o álbum "2112" do Rush, embora eu já conhecesse algumas músicas da banda, foram os acordes de "Overture" que colocaram tudo em uma nova perspectiva. Foi assim que aos 14 anos de idade coloquei o mundo que me cercava em cheque. Meu gosto por literatura, então, encontrou sua contra-parte de forma bastante harmônica e ambos são essenciais em minha vida. Atualmente moro em Florianópolis e estudo piano e faço o curso de letras. "We've taken care of everything / The words you hear the songs you sing".
Mais informações sobre Silvio Somer
Mais matérias de Silvio Somer no Whiplash.Net.
QUEM SOMOS | RSS | FACEBOOK | TWITTER | NEWSLETTER | APPS | ANUNCIAR | ENVIAR MATERIAL | FALE CONOSCO
Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria. Os textos não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será retirado do site.
Em abril de 2012 Whiplash.Net teve 1.078.971 visitantes únicos, 2.974.068 visitas e 10.616.661 pageviews. Ver stats.