Arthur Karras, da Beat Magazine australiana, conduziu recentemente uma entrevista com o baixista do JUDAS PRIEST, Ian Hill, que falou sobre o novo trabalho da banda, "Nostradamus".
Sobre o novo álbum, o conceitual “Nostradamus”:
“É um trabalho sólido para nós. Após o 'Angel of Retribution' ficamos gratos de ter Rob Halford de volta à banda depois de uma década fora. Ele é o JUDAS PRIEST. Como banda nós começamos a escrever um material novo quando nosso gerente deu a idéia de um álbum conceitual sobre a vida e os tempos de Nostradamus. Nós todos rimos no começo, mas K.K., Glenn e Rob realmente entraram de cabeça no projeto e foi como vê-los voltar à escola. A pesquisa foi exaustiva".
“Nós não somos devotos desse homem, e eu ainda acho que boa parte disso é provavelmente um monte de besteira, mas como a história de um homem, é algo imenso e musicalmente tem sido um grande desafio e progresso para nós. Após todos esses anos nesse ramo, é ótimo ter esse sentimento. Ah... a propósito, o mundo acaba em 2014, então não se preocupem em pagar nenhuma hipoteca ou débito – vão e aproveitem suas vidas.”
“Há 14 músicas definitivas nos dois álbuns, mas existem muitas pontes e passagens orquestradas, e os discos foram feitos para serem escutados como um corpo de trabalho. Não é um álbum pop com três hits, é um corpo de trabalho massivo feito para ser escutado de uma só vez. Os fãs irão ouvir coisas que não haviam escutado antes com as composições do coral, a orquestração, mas não se preocupem, ainda é uma trabalho do JUDAS PRIEST e, obviamente, será pesado.”
Sobre se é verdade que ele conheceu Rob Halford quando namorava sua irmã:
“Eu realmente estava namorando sua irmã há muito tempo atrás. Ela me disse que tinha um irmão que queria cantar e depois de algumas tentativas sem sucesso, K.K. e eu decidimos conferir esse cara chamado Rob, puramente como um favor à minha garota naquela época. Eu fiz mais do que namorá-la, acabei me casando com ela. Embora estejamos divorciados agora, nós temos um lindo filho com seus 20 anos chamado Alex”.
Sobre o motivo de não se preocupar mais em compor música:
“Eu deixo isso para o trio de escritores. Eu costumava escrever antigamente e algumas de minhas composições acabaram saindo nos álbuns. Eu creio que Glenn, K.K. e Rob se relacionam muito bem para compor e eu não quero incomodar. Mesmo porque nesse projeto eu não me envolvi demais. Eu esperei que eles me dizessem o que eu deveria tocar e assim por diante. Até Halford fingiu estar interessado, mas deixou a maior parte do trabalho para K.K. e Glenn, os quais estavam imersos no projeto.”
Sobre ser parte de uma banda que definiu um gênero e gerou incontáveis imitadores:
“Nós estamos muito orgulhosos do que alcançamos. Quando eu formei essa banda em 1970, eu não tinha grandes planos. K.K. Downing e eu éramos apenas colegas de escola que queriam tocar música. Nós temos uma grande família entre nós e como família nós temos nossos bons e maus dias, mas sem soar nostálgico, sim, é muito bacana o que nós alcançamos.”
A matéria completa (em inglês) está no link abaixo.
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Nasci em 14 de novembro de 1988 e gosto de música como um todo, porém, me empenho mais em conhecer bandas novas dentro do estilo do Metal, desde heavy metal a death/thrash que são os gêneros que mais me agradam. Sou fanático por bandas como Sarcófago, Rotting Christ, Krisiun e Metallica. Gosto muito de traduzir textos e tudo que é relacionado a línguas. Estou cursando o curso de Tradutor e Intérprete na Unifran (Universidade de Franca), por isso colaboro com o site whiplash.
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