Tempestt: respeito e segundo lugar na seletiva para Wacken

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Tempestt: respeito e segundo lugar na seletiva para Wacken


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Um álbum, um bocado de respeito e o segundo lugar na concorrida seletiva para ir ao Wacken. Em estréia no cenário nacional, os paulistas do Tempestt já começam a colecionar os frutos do debut “Bring ‘Em On”, lançado pela Dynamo, que mostra um Hard Rock moderno, com toques de prog e heavy. A banda formada por BJ (vocal), Léo Mancini (guitarra), Paulo Soza (baixo) e Edu Cominato (bateria) já estuda uma turnê de divulgação para o disco e bateu um papo agradável com o Whiplash. BJ, Edu e Paulo nos receberam e contaram um pouco da história da banda, a relação com Jeff Scott Soto e até sobre conjuntos que tocam em formatura. Confira!

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Whiplash: Vocês acabaram de lançar o CD de estréia, “Bring ‘Em On”, e já conseguiram um segundo lugar na seletiva para o Wacken Open Air, que acabou com o Torture Squad como vencedor. Qual foi a importância disso?

JB: A gente achou legal participar da seletiva por causa da credibilidade do evento, de ter essas bandas tipo o Korzus, o Torture, o King Bird, bandas muito legais. Então não era só um festival, era algo interessantíssimo. Ganhamos a etapa de Santos... quase apanhamos lá...

Whiplash: O que houve?

BJ: Tem gente que realmente participa e sabe perder, enquanto outros não, perdem e acham que você é o culpado. E não é assim que funciona. Então foi complicado lá.

Whiplash: Mas isso ocorreu por parte do público ou das bandas?

BJ: De banda, de fã de banda, mas na verdade grande parte do público era ‘from hell’ [refere-se aos mais radicais] e esperava que uma banda de Thrash ganhasse. Mesmo assim, ninguém nos desrespeitou de forma alguma, você percebia alguns descontentes, mas ninguém chegou junto para falar alguma coisa ou botar dedo na cara. Mas ouvi algumas coisas do pessoal mais extremo, que saiu meio cabreiro. Porque eles olham para você, que está vestindo diferente, toca um som diferente, então te taxam de sei lá... pop rock... (risos)

Whiplash: Contem um pouco de como surgiu o Tempestt.

BJ: O Tempestt surgiu de uma banda que fazia covers nos bares de São Paulo e se chamava Riverside. Nós tínhamos um repertório muito legal e com ela angariamos fãs de todos os lados, por tocar muitos ‘lados B’. Então acabamos tendo um respeito. Tivemos vários frutos, demos até uma canja com o Billy Sheehan e nessa época produtores e o pessoal do meio já falava que tínhamos potencial e devíamos fazer som próprio. Foi aí que começamos a pensar nisso e surgiu o Tempestt.

Whiplash: A banda cover era mais uma diversão então?

Edu: Nós tocávamos para tirar uma grana, mas muito mais por diversão, até por não ganhar tanto, tanto que tocávamos músicas que ninguém fazia. Pegava um disco do Skid Row e via “nossa, essa ninguém tocou” então tirava.

JB: E quem é fã pira, ouvir um som que às vezes nem os caras originais tocam. Mas claro que não deixamos de tocar os chavões do Hard também.

Whiplash: Nesse processo todo houve mudanças de formação?

BJ: Nós nunca tivemos um tecladista fixo e da formação original tínhamos outro baixista, mas começamos a ir para um lado mais prog, o que não é a praia dele. Foi quando fomos fazer o show com o Jeff Scott Soto e o Paulinho entrou na banda

Whiplash: Como foi isso de tocar com um dos seus ídolos?

BJ: Aconteceu em 2002. O Jeff veio sozinho e nós fomos sua banda. O convite veio do Carlos, da Animal Records. Ele estava trazendo, ligou e falou “olha BJ, acho que a única banda que tem o estilo e o perfil de tocar com ele é a de vocês. Vocês topam?”. Disse que nem ia precisar falar com os caras, mas conversamos e topamos. Tiramos o repertório, mandamos um som próprio para ele nos conhecer, a “Enemy in You”, que inclusive está no disco e ele gostou.

Edu: Tanto que pediu para tocarmos no dia do show.

BJ: Foi bem legal, logo que ele chegou falou de nós dividirmos uma música do Journey. Nos ensaios eu cantava e quando ele chegou treinamos uma vez só.

Whiplash: E o que você fez durante o show, BJ?

BJ: Eu toquei guitarra, fiz umas bases e dividi o vocal numa música do Journey.

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Whiplash: Como foi essa “escolha” do som para o “Bring ‘Em On”, um Hard, mas bastante moderno e misturado ao prog?

Edu: Na real nós não escolhemos, tocamos o que gostamos e colocamos tudo que nos influencia desde moleques e deu essa mistura até meio esquisita: um Hard Rock, mas também progressivo, e com coisas de Heavy.

Paulo: A gente nunca rotulou o nosso som. Na verdade é rock.

Whiplash: Uma comparação caseira que dá para ser feita é com o Dr. Sin, que também tem essa pegada metal, com muita virtuose, dentro do Hard. Vocês também acham?

Paulo: Eles tem a cara deles e o importante é que nós temos a nossa. Em alguns momentos lembra uma coisa, em outros outra, mas você ainda vai falar que é o Tempestt. A diferença é que as influências no Dr. Sin são mais antigas que as nossas.

Whiplash: Depois de fazer por tanto tempo covers, como foi compor para o álbum?

BJ: Começou com o Léo. A primeira música que fizemos, “Enemy in You”, foi dele e a rearranjamos quando começamos a mexer para o disco. Aí a coisa partiu de começarmos a escrever juntos. Mas não foi muito programado, foi saindo.

Whiplash: E o que as letras retratam?

BJ: O Léo tem uma facilidade bacana nas letras, então fomos meio na dele. O que ele fez foi falar de momentos da vida dele. Não foi nada inventado, ele escreveu sobre coisas da vida pessoal dele, de experiências que passamos junto.

Whiplash: Como foi o processo de gravação? Quanto tempo durou?

BJ: Demoramos mais ou menos um ano e meio porque tivemos vários empecilhos. Tanto de disponibilidade da gente quanto do estúdio que estávamos gravando [estúdio LCM Records]. Até porque não somos uma banda famosa nem nada, estamos buscando nosso momento no cenário, e tinha bandas grandes, como Charlie Brown Jr. ou Roupa Nova, então sempre tínhamos que ceder nosso horário. Quando tínhamos tempo, às vezes calhava de não podermos, porque somos músicos e vivemos de música, então demorou um pouco. E quisemos fazer do jeito que queríamos. Não tem nada que deixamos passar.

Edu: Na verdade nunca fica do jeito que queremos, sempre tem algo que poderia mexer...

BJ: O disco você não acaba, você entrega. Desiste. (risos) Senão não lança nunca.

Whiplash: Uma característica bem marcante ficou pelo baixo, que está bem “alto”?

Paulo: Sim, ele está presente. A proposta do baixo e da banda toda foi aproximar o som para que todos gostassem. Foi assim com o Edu, com a guitarra do Léo, sempre de uma forma coesa. O timbre que eu gosto é o do Queensryche, ardido e na cara. Com a mixagem, obtivemos um bacana, mas o Léo descobriu que no exterior se grava com distorção. Então começamos a testar, porque o baixo tava na cara mas mesmo assim, não dava para sentir. Ele não “ia”. Tentamos jogar de um lado, do outro. Aí botamos a distorção bem pesada e aí que ele “veio”. Mas há faixas sem, principalmente nas baladas.

BJ: Esse era o nosso objetivo: o disco tinha que ficar gringo. E acho que conseguimos, muita gente que ouve pergunta onde gravamos, fala que o som está legal.

Whiplash: A capa foi um trabalho seu Edu, como foi o processo para achar esta imagem, com as mãos cruzadas e as frases? E a escolha do nome?

Edu: A arte da capa saiu meio que sem querer. Eu estava em casa pensando algumas coisas e no que ia fazer. Aí comecei a dar uma olhada nas letras, na essência do disco e achei que tinha que ser algo sombrio, sujo. Só sei que fui fazendo e saiu. O nome foi decidido de última hora. O álbum a princípio se chamaria Tempestt, mas quisemos ter algo mais marcante. “Bring ‘Em On” é a faixa mais pesada, tinha tudo a ver com a capa.

Whiplash: Mas qual a relação que há entre “Bring ‘Em On”, um título que chama, e a as mãos cruzadas?

BJ: O lance da mão é meio o que você está sentindo, de dúvida. Quando vimos a imagem, pensamos que podia ser tanta coisa: aleluia, misericórdia, ou algo “tô puto”. É o mesmo com o nome Tempestt. Achamos forte apenas. Tem gente que relacionou com o Joey Tempest, do Europe, mas não tem nada a ver.

Whiplash: Há algum significado?

Edu: Nenhum. Estava definindo, vi a idéia e achei legal . Resolvemos escrever com dois “Ts”. Tempest quer dizer tempestade, então falei “vamos colocar um ‘T’ a mais para não significar nada”. Ficou bacana.

Whiplash: Contem um pouco das participações especiais. O Jeff Scott Soto é um conhecido de vocês e cantou na “Insanity Desire”.

BJ: Conhecemos o Jeff em 2002 e depois ele veio mais duas vezes. A última foi em 2005, quando falamos para ele participar do disco e ele disse “quero fazer um dueto, manda para mim que gravo lá”. Aí fizemos, mixamos e mandamos para ele, até porque se ele não curtisse não íamos colocar, e ele adorou. Inclusive ele vai cantar no show do Talisman, que nós vamos abrir.

Whiplash: O que é possível perceber é que as linhas dele nesta faixa estão mais graves, não?

BJ: A linha de voz já é mais grave, algo mais sombrio.

Paulo: E dá uma destoada nos timbres. O do Jeff é mais encorpado. Na verdade o que percebemos quando ele veio pela primeira vez e estávamos acostumados com ele no Malmsteen, por exemplo, é que ele está cantando numa região completamente diferente e bem mais legal. É alto, mas muito mais encorpado e de bom gosto. Então mudou muito o jeito dele e é mais a nossa cara.

Whiplash: E o convite para o solo de Hugo Mariutti na faixa-título?

BJ: Eu toquei no Henceforth por quase três anos. O Hugo é um amigo pessoal meu e do Edu e além disso é um puta guitarrista. Mas nós não queríamos encher de participações porque ia parecer que queremos usar as pessoas para promover o disco e não tem nada a ver. Chamamos o Jeff por ele ter uma história com a gente, ele nem tinha entrado no Journey ainda, e o Hugo porque é um cara fantástico. Ele chegou lá e arrebentou, gravou de prima.

Whiplash: Com o disco lançado, quais são os planos agora?

Paulo: Conquistar o mundo. (risos)

JB: O Tempestt está rolando muito rápido e nem temos muito controle das coisas. Depois da seletiva para o Wacken, que foi muito boa pra gente, pessoas de fora de São Paulo nos conheceram e a coisa começou a rolar. Então estamos nos organizando para no segundo semestre começar a tour. Com certeza agora nossa prioridade é o Tempestt.

Whiplash: Já houve tempo de recomeçar a compor?

JB: Estamos só pensando agora em divulgar este disco, em fazer a coisa de verdade. O certo para ganhar credibilidade no Brasil é conseguir um contrato lá fora. Antes disso é meio difícil, as pessoas podem até gostar, mas olham com um certo preconceito “ah, é banda nacional...”. Então estamos pensando em fechar contratos lá, até porque cantando em inglês você tem que pensar na carreira internacional.

Whiplash: Vocês acham que o Hard atravessa um momento em que volta a estar em alta, inclusive com a grande quantidade de bandas cover?

JB: Acho que sempre esteve. Aliás, as bandas de cover específico sempre foram na maioria de Hard. Claro que há covers de clássicos, Led Zeppelin, Deep Purple, Iron Maiden, mas a maioria é de Hard. Eu mesmo tocava numa de Bon Jovi, três de nós tocamos no Journey cover, então sempre esteve.

Edu: O estilo mudou muito também. Tem gente com aquela imagem do cabelão e as letras bobas. A concepção mudou demais. Ficou mais pesado, mais moderno e acabou aquela coisa que o Poison fazia.

Paulo: Uma coisa engraçada foi que nós já tínhamos as músicas meio prontas, com aquela roupagem do Hard e um dia ouvimos uma música nova do Europe e falamos “Bicho, está afinado em Ré, eles estão tocando pesado!”. Então começamos a rearranjar tudo. Pegamos como referência isso, que as bandas de Hard estão começando a afinar pra baixo, tocar mais pesado, fazer coisas mais diretas, mas mantendo a melodia, as características de refrão.

Whiplash: O Refrão que é um dos fortes no CD. Vários grudam na cabeça na primeira ouvida...

BJ: A essência do Hard é essa, mas não pensamos em fazer um refrão chiclete, ele sai.

Edu: Nós ouvimos bastante, então também está no sangue...

Whiplash: Eu gostaria que o Léo estivesse aqui para responder, mas gostaria de saber de vocês como ficou a situação com a entrada dele neste novo Shaman, liderado pelo Ricardo Confessori.

BJ: Nós não invadimos privacidade de ninguém e o Shaman é um problema dele, não nosso. O Edu também tem uma banda de rock moderno e não tem nada a ver com o trampo do Tempestt, então não influencia muito. É um lance que pintou pra ele, com outro tipo de som, não entrou muito em pauta.

Whiplash: BJ, além do rock, você é um cantor profissional, participando de big bands que tocam em convenções e formaturas. Como é essa experiência?

BJ: Isso foi a maior escola que tive na minha vida.

Edu: Foi aí que nos conhecemos.

BJ: É fantástico, eu era colunista da revista “Canto” e um dos meses era pra falar como é ser um cantor de baile e foi a melhor coisa que escrevi. É uma experiência em que aprendi demais na minha carreira musical. Não vou dizer pra você que aprendi cantando sertanejo, eu aprendi cantando coisas mais pop, nacionais, MPB, com uma pegada e um jeito de cantar diferente. Eu só tinha cantado rock até então. Foi uma escola incrível. E para cantar um Sinatra não pode ser qualquer um.

Edu: Além de tudo é o seu trabalho.

BJ: É o que bota o dinheiro no bolso no fim do mês, afinal o rock n’ roll não sustenta ninguém.

Whiplash: Mas com certeza vocês tiveram que tocar muita coisa ruim...

BJ: Tive que cantar bastante coisa horrível. O pior é o pagode, o “pagonejo”, axé... é foda. (risos) Mas uma coisa que eu escrevi na matéria é que se você não se divertir, você não vai ganhar a grana. Tem que entrar e tirar sarro do que você está fazendo. Aí é mais legal ainda. Vários caras que eu conheço da cena do rock, que me cruzaram em formatura, me viam e davam risada, se divertiam comigo, porque percebiam que eu estava tirando a maior onda.

Whiplash: Vocês disseram que vivem de música. O que fazem além do Tempestt?

BJ: Eu toco numa big band ainda, em convenção e tal. É isso que me garante.

Edu: Eu trabalho como músico de suporte do KLB, que também é o que me sustenta.

Paulo: E eu trabalho em uma banda de pop com o Léo, tocamos na noite paulista, fazendo pop/rock. E faço suporte numa banda de forró, que é o Circuladô de Fulô. Uma coisa importante de acrescentar é que se eu sou baixista, o que eu gosto é tocar baixo, então independente de não ser o som que você mais curte, você está fazendo o que gosta e ainda ganha com isso.

Whiplash: Obrigado pela entrevista e, por favor, deixem uma mensagem para os leitores do Whiplash.

BJ: O que gostaria de falar é que a gente chegou para conquistar um espaço. Não o de ninguém, só queremos o nosso e estamos muito felizes com a repercussão de tudo. Não esperávamos tanto e gostaríamos de agradecer às pessoas que de alguma forma ajudaram a gente a fazer o nosso CD, que é a nossa essência, a veia do Tempestt. E esperamos fazer isso por muito tempo!

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Sobre Maurício Dehò

Nascido em 1986, é mais um "maidenmaníaco". Iniciou-se no metal ao som da chuva e dos sinos de "Black Sabbath", aos 11 anos, em Jundiaí/SP. Hoje morando em São Paulo, formou-se em jornalismo pela PUC e é repórter de esportes, sem deixar de lado o amor pela música (e tentando fazer dela um segundo emprego!). Desde meados de 2007, também colabora para a Roadie Crew. Tratando-se do duo rock/metal, é eclético, ouvindo do hard rock ao metal mais extremo: Maiden, Sabbath, Kiss, Bon Jovi, Sepultura, Dimmu Borgir, Megadeth, Slayer e muitas, muitas outras. E é de um quarteto básico que espera viver: jornalismo, esporte, música e amor (da eterna namorada Carol).

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