Em 19/03/2007 | Testament - Chuck e Eric comentam futuros shows no Brasil

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Testament - Chuck e Eric comentam futuros shows no Brasil


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A pouco mais de um mês da primeira passagem em 18 anos pelo Brasil, e apenas a segunda na história da banda, o Whiplash! teve a oportunidade de entrevistar o TESTAMENT para saber mais sobre a turnê de três datas por aqui e o novo álbum com o batera Nick Barker (ex-CRADLE OF FILTH e DIMMU BORGIR) e o restante da formação original, formada por Chuck Billy (vocal), Eric Peterson e Alex Skolnick (guitarras) e Greg Christian (baixo). Além disso, está sendo lançada pela ST2 a coletânea “The Spitfire Collection”, com músicas dos últimos cinco lançamentos dos americanos.

Primeiramente, falamos por telefone com o simpático Chuck, que (quem diria) às 8h30 da manhã já estava acordado e voltando da academia. “Você não ia ligar mais tarde? Estou todo suado, pois acabei de malhar. Mas sem problemas, podemos conversar agora!”. Ele garante para quem vai assistir às apresentações da banda em São Paulo, no Rio e Curitiba, que já podem aguardar os tradicionais clássicos e até alguns sucessos do “The Gathering”. Depois, foi a vez de Eric Peterson contar um pouco da sua parceria com Nick Barker nas novas composições, do seu projeto de black metal sinfônico, o Dragonlord, entre outros assuntos.

Chuck Billy:

Whiplash: Bom Chuck, acho que em primeiro lugar, todos querem saber do novo álbum do Testament, após um hiato de oito anos.

Chuck Billy: Bom, estamos com o novo baterista, Nick Barker e ele traz todo um novo elemento na bateria, que acredito estar inspirando Eric. As coisas estão surgindo mais como as do “The Gathering”. Provavelmente vai ser uma combinação do que já fizemos. O “The Gathering” é um material que Eric compôs, e neste novo álbum Alex está ajudando-o e compondo. Isso vai dar um gosto do novo e do antigo também.

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Whiplash: Quais são os planos quanto às gravações e ao lançamento?

Chuck Billy: Vamos lançar ainda este ano. Devemos começar a gravar em junho ou julho. Ainda não sabemos ao certo, porque temos muitos shows marcados. Tentaremos nos ajustar a isso e gravar o álbum entre eles.

Whiplash: Ainda sobre as composições, e aquele lance acústico que vocês fizeram em faixas, como em “Return to Serenity”? Há chances de voltar a acontecer?

Chuck Billy: Não desta vez. Aquilo foi uma vez só. Pediram para fazermos e dissemos "Sim, vamos fazer". Não está bem nos planos do Testament.

Whiplash: Mas vocês se arrependem?

Chuck Billy: Não, não. Mas não encaixa com o que estamos compondo agora.

Whiplash: Quantas músicas já foram feitas para este trabalho?

Chuck Billy: Já temos oito com o Eric e o Nick, mas ainda não há nomes já que estamos num estágio inicial. Ninguém mora perto, Alex em Nova York, Eric em Sacramento, Nick na Inglaterra, então é bem mais difícil se reunir para fazer o disco. Não é fácil como no passado, quando vivíamos na mesma cidade, íamos ao mesmo estúdio. Não é mais assim, então está mais complicado. Mas estamos bem focados para fazer dar certo.

Whiplash: Como tem funcionado esse processo de composição?

Chuck Billy: Nós nos reunimos e trabalhamos nas idéias que cada um traz, fazendo jams. Eric e Nick estão escrevendo juntos, fazendo a maior parte da coisa. É quase isso. Não ouvi as partes do Alex ainda, mas sei que ele tem algumas músicas. O Eric disse que é um material muito, muito bom. É legal saber isso. O que importa é que esse ano vamos ter um CD. Só não vai ser da noite para o dia. Não somos mais uma banda nova, que vai para o estúdio todo dia e ensaia. Nós não vivemos mais assim.

Whiplash: Mas você acha que isso afeta de um modo negativo?

Chuck Billy: O negativo é que a música não é mais a nossa vida, não somos consumidos pela banda da hora em que acordamos à que vamos dormir. Mas agora sabemos como queremos soar, que tipo de músicas compor e o que precisa ser feito para isso. Além disso, tocamos por um longo tempo. Desde que Greg voltou — e quando Louis estava conosco — sinto que retornei 20 anos, que voltamos a ter aquela sonoridade especial.

Whiplash: Essa volta é algo apenas para um disco ou vocês querem voltar a ser uma banda “normal”, escrevendo, gravando e saindo em turnê?

Chuck Billy: Não, vamos continuar escrevendo, mas não acordo mais e digo “Hey, vou para o estúdio, dar uma volta com os fãs e escrever músicas”. Vamos continuar, mas agora moramos longe, precisamos ter um planejamento, porque é difícil nos reunirmos. Quando tiramos uma semana pra ensaiar, claro que é diferente, mas não é como quando éramos jovens. Acordar, ensaiar, fumar um baseado e tal. Temos nossas famílias, nossas vidas e outras coisas para pensar também.

Whiplash: O Nick Barker será o baterista nessa passagem pelo Brasil? Eu ouvi falar que seria com o Louie Clement.

Chuck Billy: Sim, o Louis viria, mas está com artrite e não pode mais fazer turnês. Ele pode ir, mas, por exemplo, dois dias depois, pode ficar impossibilitado pela doença. Não podemos ir para a estrada e de repente ter que cancelar shows. Não é uma coisa que queremos fazer.

Whiplash: O Nick é conhecido pelo DIMMU BORGIR e pelo CRADLE OF FILTH, bandas que tem um som muito extremo...

Chuck Billy: É isso que o Testament faz (risos).

Whiplash: Mas de um modo diferente? Pois lá ele fazia blast beats e esse tipo de coisa.

Chuck Billy: Ele fará alguns blast beats que deverão estar no novo álbum. Eric é um grande fã de black metal. Sei que ele não vai fazer soarmos como o Dragonlord, mas tenho certeza de que vai trazer elementos do que ele gosta de tocar para as músicas do Testament.

Whiplash: Você gosta de black metal?

Chuck Billy: Gosto da música, mas não de teclados. Odeio teclados (risos)!

Whiplash: E como estão as músicas antigas com Nick?

Chuck Billy: Estão perfeitas. Ele já saiu em tour conosco tocando este set. As coisas antigas soam maravilhosas, ele tem feito um grande trabalho. Já nas novas ele faz o que acha que tem que fazer, e até agora esta incrível. Ele definitivamente está trazendo elementos do black metal, que é sua raiz, nas coisas que está escrevendo com Eric agora.

Whiplash: A satisfação de continuar com o Testament é a mesma que vocês tinham no começo?

Chuck Billy: Por mim é até maior, pois quando éramos jovens a gravadora fazia tours e tours e tours... e nunca íamos para casa. Se você toca 30 ou 40 shows, fica cansado ou a apresentação não fica tão boa. Agora, quando toco só uma semana sinto que minha voz fica bem mais forte para o show, tenho uma melhor performance e canto bem melhor que em outros tempos. Não quero ter 30 shows e pensar, “Vou agüentar? Minha voz vai falhar?” Não quero ter que me preocupar mais com isso.

Whiplash: O que você está esperando da nova visita ao Brasil? Sua primeira visita em 1989 é famosa, com Max Cavalera te apresentando o país, levando você para fazer tatuagens. O que você vai fazer desta vez?

Chuck Billy: Provavelmente mais tattoos (risos). Na última vez, tivemos sorte de ter o Max para nos mostrar São Paulo, indicar onde fazer tattoos. Não sei muito bem o que esperar, faz tanto tempo. Mas me lembro de comer bons frutos do mar aí.

Whiplash: Você gostou do Brasil?

Chuck Billy: Foi muito legal. Eu não me recordo em que álbum estávamos (N.R.: a banda lançou “Practice What You Preach” neste ano), mas acho que vai ser muito legal, pois não vamos ao Brasil há tanto tempo e agora temos o line-up original. Além disso, estamos tocando melhor que nunca, então os fãs vão gostar.

Whiplash: O que você poderia adiantar do set list?

Chuck Billy: Vamos tocar todos os clássicos, como “The New Order”, “The Preacher” e “Burnt Offerings”. E também faremos provavelmente três do “The Gathering”: “D.N.R.”, “Three Days of Darkness” e “True Believer”. Antes, Alex e os outros não estavam tocando coisas deste álbum, pois só queriam tocar músicas que escreveram conosco, mas no último ano os fãs pediram e finalmente eles falaram “está bem, vamos aprender algumas canções”.

Whiplash: E faixas do “Low” ou do “Demonic”?

Chuck Billy: Talvez algum dia, mas não agora. Queremos tocar “Dog Faced Gods” e a música “Low”. Seria legal, mas ainda não colocamos no set.

Whiplash: Há chances de tocarem uma inédita aqui no Brasil?

Chuck Billy: Ainda não. Nós não estamos concentrados nessas faixas.

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Whiplash: Além do novo trabalho está saindo mais uma coletânea, “The Spitfire Collection”, englobando os cinco últimos álbuns, que foram lançados com esta gravadora. O que você achou?

Chuck Billy: Isso é uma droga! A nossa gravadora foi comprada por uma maior, que decidiu fazer essa coletânea. E são todas as faixas que sempre se colocou nesse tipo de CD. É estúpido, nunca falam conosco, nunca avisam, apenas fazem. É um saco...

Whiplash: Chuck, o que você tem achado do cenário americano, com o crescimento do metalcore?

Chuck Billy: Acho ótimo, bom para a música e para o metal. Antigamente só tínhamos o Metallica, como líderes, abrindo espaço. Eles não fazem mais isso, mas outras bandas novas estão conseguindo e é bom ver que algumas delas são fãs do Testament. E é engraçado, porque o que eles têm feito me influencia hoje em dia também. Eles aprenderam comigo e aprendo com eles agora.

Whiplash: Quais bandas desta nova leva você está escutando?

Chuck Billy: Soilwork, alguns trabalhos do Trivium, In Flames, grupos que são assim, meio Thrash.

Whiplash: Os Estados Unidos são o lugar que você mais gosta de tocar?

Chuck Billy: Gosto de ir à Europa. A cena é melhor. Nos EUA, os garotos estão conhecendo mais bandas, mas ainda não há rádios e tal. Na Europa, os fãs vivem para a música, compram os álbuns e escutam. Não têm que se preocupar com o rádio.

Whiplash: E o que aconteceu à banda, que não pode vir à primeira edição do Live N’ Louder, em 2005?

Chuck Billy: O Alex não podia tocar. Ele é um cara muito ocupado, toca em musicais, na Broadway, é por isso que não excursionamos sempre, pois ele não está disponível. Mas este ano, em dezembro, vamos pegar sua agenda para garantir um espaço ano quem vem (risos)! A produção queria que trouxéssemos outro guitarrista e baterista, mas isso é estúpido. Nunca tocaríamos desse jeito para os nossos fãs.


ERIC PETERSON:

Whiplash: Eric, primeiramente gostaria que você contasse um pouco de como tem sido o processo de criação do novo álbum do Testament, após tanto tempo.

Eric Peterson: Nós temos muito material que vínhamos escrevendo durante esses anos e muita coisa aconteceu também: pernas quebradas, câncer, bateristas (risos)... Mas agora temos a formação original de volta, com um novo elemento que é Nick Barker na bateria. Nós dois estamos em estúdio escrevendo e já fizemos oito músicas. Alex tem mais duas ou três e vamos continuar escrevendo até junho, quando começam as gravações. Tudo está soando muito bem, estamos bastante satisfeitos com os resultados.

Whiplash: De onde veio essa força para a banda voltar com os membros originais e tentar meio que começar tudo de novo?

Eric Peterson: Eu e Chuck sempre continuamos e no decorrer deste tempo tivemos grandes músicos conosco. Então tivemos algumas ofertas na Europa, conversamos com todo mundo e houve um grande suporte. Íamos nos reunir mais cedo ou mais tarde e simplesmente aconteceu. Os fãs adoraram, as respostas quando nos viram foi só: “Uau!”

Whiplash: Como você enxerga este retorno, como algo de um álbum só ou uma volta à rotina normal de uma banda?

Eric Peterson: Por mim, espero que dure muito mais. É o que faço, eu toco música, estou no Testament e também no Dragonlord. Ainda há muito trabalho a fazer e eu espero continuar, ainda mais com a resposta que recebemos do público.

Whiplash: E como tem sido a sua relação com o Nick Barker?

Eric Peterson: É algo bem com a mente aberta. Ele vai fazer tudo o que ele fazia antes, nas outras bandas, acho que menos os blast beats. Esse novo som está saindo meio que uma mistura, algo entre “The New Order” e “The Gathering”.

Whiplash: Você falou sobre o Dragonlord. Você ainda tem tempo para este projeto?

Eric Peterson: Sim, tenho muito tempo até. Como no Testament moramos longe e é difícil nos reunirmos, sempre dá para trabalhar em algo. Agora estou focado no novo álbum do Testament, que deve sair até o outono (primavera no Brasil), mas depois que acabarmos, devo chamar os caras do Dragonlord para gravarmos alguma coisa.

Whiplash: O Dragonlord pode trazer algum tipo de influência para o Testament, você sendo o principal compositor?

Eric Peterson: Com certeza pode influenciar. Talvez fique um Testament mais sombrio...

Whiplash: Como foi este processo de colocar as músicas do “The Gathering” no set da banda, agora que está com a formação quase original?

Eric Peterson: No começo foi difícil, porque os outros caras queriam tocar só os clássicos. O Alex falava que estas faixas mais novas não eram “clássicos”. Mas os fãs estavam pedindo tanto que conseguimos convencê-lo. Quando ele viu ao vivo a reação dos fãs com essas músicas, ficou tipo “Uau!”. Agora ele deve achar clássico (risos)...

Whiplash: Qual a sua expectativa para esses três show no Brasil, em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba?

Eric Peterson: Eu estou bastante entusiasmado com esta turnê brasileira. É legal porque as pessoas por aí tem emoções muito fortes quanto ao metal.

Whiplash: E sobre a outra passagem por aqui?

Eric Peterson: Foi muito legal, nos divertimos muito. Mas não me lembro muito bem... Foi com a formação original?

Whiplash: Foi em 1989...

Eric Peterson: Uau... É, lembro que o Chuck fez algumas tatuagens aí, foi muito legal! O Brasil é como os outros países da América do Sul, como Argentina e Chile, com um público fantástico e uma resposta dos fãs muito boa.

Whiplash: E aquela passagem tão prometida para o Live N’ Louder de 2005 e que foi cancelada pouco antes de o festival rolar?

Eric Peterson: A verdade é que temos um agente melhor cuidando de agendar nossas turnês, fazendo algo muito mais profissional. O antigo responsável agendava as datas sem nem nos consultar, sem nos perguntar. Mas agora melhoramos neste aspecto.

Whiplash: Depois de todo esse tempo na estrada, você sente diferença quando sobe no palco? Talvez pela idade, ou pela experiência?

Eric Peterson: Não sei dizer se seria melhor ou pior. Na verdade, não me sinto pior, com certeza. Ainda conseguimos nos divertir muito com o Testament.

Whiplash: Para fechar Eric, por favor, deixe uma mensagem para os fãs brasileiros, que vão conferir a passagem do Testament por aqui no próximo mês.

Eric Peterson: E aí fãs do metal? Faz tempo que não aparecemos por aí, então compareçam aos shows. Estamos muito animados para voltar ao Brasil. Valeu!

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Sobre Maurício Dehò

Nascido em 1986, é mais um "maidenmaníaco". Iniciou-se no metal ao som da chuva e dos sinos de "Black Sabbath", aos 11 anos, em Jundiaí/SP. Hoje morando em São Paulo, formou-se em jornalismo pela PUC e é repórter de esportes, sem deixar de lado o amor pela música (e tentando fazer dela um segundo emprego!). Desde meados de 2007, também colabora para a Roadie Crew. Tratando-se do duo rock/metal, é eclético, ouvindo do hard rock ao metal mais extremo: Maiden, Sabbath, Kiss, Bon Jovi, Sepultura, Dimmu Borgir, Megadeth, Slayer e muitas, muitas outras. E é de um quarteto básico que espera viver: jornalismo, esporte, música e amor (da eterna namorada Carol).

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