Marillion - Entrevista exclusiva com o tecladista Mark Kelly

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Marillion - Entrevista exclusiva com o tecladista Mark Kelly


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FEITO COM ALMA

Por Thiago Pinto Corrêa Sarkis

Colaboração: Talita Carvalhais Lauar

Conversando há algumas semanas com um leitor e amigo, veio à baila a magnífica frase de Friederich Nietzsche em “Assim falava Zaratustra”: “De todo o escrito só me apraz aquilo que uma pessoa escreveu com seu sangue (...)”. Lendo esta afirmação, tenho a convicção de que o filósofo alemão, como apreciador da boa música, seria um grande fã de Marillion e mais um apaixonado pelo novo álbum do grupo, “Marbles”.

Após “Brave” e “Afraid Of Sunlight”, os ingleses lançaram álbuns que agradaram parte de seus fãs, porém deixaram dúvidas para outra vasta gama, especialmente em termos do direcionamento musical seguido pela banda. Alguns já os qualificavam como um conjunto pop.

A resposta veio imediatamente, com um inquestionável trabalho, “Marbles”, o qual não só colocou o Marillion de volta ao topo das paradas britâncias, como também satisfez os fãs de discos como “Radiation” e “Anoraknophobia”, e os admiradores do progressivo, seja ele de “Misplaced Childhood” ou de “Brave”.

Sem pisar em solo brasileiro há sete anos, o tecladista Mark Kelly conversou conosco, e comentou o sucesso de “Marbles”, o destaque dado pela mídia ao marketing do Marillion, as eras Fish e Hogarth, e também a nova turnê, a qual, lamentavelmente, ainda não tem datas marcadas na América do Sul.



Whiplash! - Como o Marillion está recebendo as positivas críticas e respostas dos fãs para o novo álbum, “Marbles”?

MARK KELLY / As pessoas têm vindo a nós para dizer coisas realmente muito positivas. No geral, parece que “Marbles” é para eles o nosso melhor álbum, ou então nosso segundo melhor, atrás de “Brave” ou “Afraid Of Sunlight”. Ou seja, bem positivo até agora. As resenhas vêm sendo ótimas, com exceção de uma publicada na revista Q Magazine, a qual nos deu uma estrela em cinco. Obviamente o cara ouviu a banda com muito carinho (risos).

Whiplash! - Na sua opinião, “Marbles” é realmente o melhor álbum do Marillion?

MARK KELLY / Para mim, neste momento, acho que “Marbles” é sim o nosso melhor álbum. É difícil dizer, todos os músicos falam isso, porque quando você grava um disco, costuma pensar imediatamente que ele é o melhor. Porém, quando você, então, passa um pouco mais de tempo ouvindo o trabalho, fica mais fácil fazer um julgamento. Não tivemos tempo o suficiente para isso ainda. Todavia, acho que já posso dizer que “Marbles” está no Top 2 ou Top 3 de nossa carreira.

Whiplash! - Primeiramente o álbum foi comparado a “Brave”, inclusive pelo próprio Steve Hogarth. Como você compararia este disco com “Brave” e também com outros trabalhos do Marillion?

MARK KELLY / Refletindo bem não penso que o álbum tenha tanto em comum com “Brave”. Disseram-me algumas semanas atrás, durante a turnê, que “Marbles” soava um disco envolvendo diferentes elementos de todos os outros lançamentos do Marillion. E acho que é uma colocação correta. Há um pouco de “Afraid Of Sunlight”, também de “Seasons End”. Consigo ouvir isso. Quando duas horas de música são gravadas, cobre-se um grande repertório, e vários estilos diferentes, partes de composições. Logo, suponho que não seja uma surpresa o fato de “Marbles” trazer diferentes elementos de nosso passado. Contudo, acredito que em relação a “Brave”, há uma semelhança especialmente na atmosfera do primeiro disco. É bastante sombrio. O segundo disco é mais acessível. Não o chamaria de um álbum “alegre” como algumas pessoas falam, mas não é tão lúgubre quanto a sonoridade de “The Invisible Man” ou “The Only Unforgivable Thing”

Whiplash! - Você não acha que o Marillion ganhou um lado um pouco mais depressivo desde a entrada de Steve Hogarth?

MARK KELLY / Acho que sim. Steve é um pouco depressivo realmente, e ele desenvolve este seu lado muito bem na música que faz. É compreensível. A maioria dos escritores fazem isso. As pessoas escrevem, geralmente, quando as coisas vão mal, quando elas têm algo a lamentar, quando querem dizer o quão terríveis as coisas estão no Mundo e em suas vidas, seus relacionamentos. Quando estão felizes preferem, usualmente, curtir a si mesmas.

Whiplash! - Algumas vezes, tenho que lhe dizer, não é fácil escutar algumas músicas do Marillion. As letras mexem bastante, perturbam a mente...

MARK KELLY / Às vezes eu sinto o mesmo. As letras podem ser realmente incômodas. Sinto isso especialmente porque conheço Steve Hogarth e sei que a maioria das coisas escritas por ele é tirada de experiências pessoais, e isso faz com que tudo seja ainda mais difícil. Acho que é complicado fazer o que ele faz. Se eu escrevesse letras, acharia difícil ser tão aberto, rever minhas próprias questões, e tudo em minha vida, exposto ao mundo. Principalmente no palco cantando as letras para tantas pessoas. Acredito que por essa razão ele é o vocalista, e eu não (risos).

Whiplash! - Algo que me admira muito no Marillion é a unidade que o grupo forma. De fato não consigo ver a banda sem qualquer um de seus membros...

MARK KELLY / Obrigado, isso é lindo, muito bom de ouvir. Fico feliz em saber disso. Creio que é apenas um daquelas coincidências químicas que acontecem. Tantas bandas se unem e depois de alguns anos se separam, brigam, não conseguem mais soar bem juntos, ou cansam-se um do outro. Ok, em nossos primeiros anos, rompemos com Fish e ele saiu quando achou que era adequado. Mas, afirmo que a relação vem sendo bastante estável hoje e nos últimos quinze anos com Hogarth. Somos bons juntos, e possuímos uma química especial. Juntos fazemos música melhor do que com qualquer outra pessoa. Não lancei álbuns solos ou trabalhos com outros músicos, mas os outros integrantes da banda o fizeram, e eles provavelmente concordariam com isso que estou lhe dizendo, ou seja, que a melhor música que já fizeram e fazem é com o Marillion. De alguma forma, repito, a química entre nós é algo muito especial.

Whiplash! - Falando de projetos paralelos, você tem planos de lançar disco solo ou iniciar algum projeto? Chegou a ouvir os trabalhos de seus companheiros de banda?

MARK KELLY / Sou bastante lento quando estou trabalhando por conta própria (risos). Mas é apenas uma questão de achar o tempo ideal. É algo que quero fazer, mas ainda não tive a oportunidade. Escutei todos os trabalhos que meus companheiros fizeram; gosto muito de alguns, de outros nem tanto. Porém estes projetos não incomodam qualquer um de nós, em termos de cobrarmos que todos estejam se dedicando somente ao Marillion. Acredito que é parte do processo de estar junto em uma banda, e sermos democráticos.

Whiplash! - Desde o lançamento de “Anoraknophobia”, tive em mente que o Marillion estava no caminho certo para lançar outro ótimo álbum, como “Brave”. Isso realmente aconteceu. E muito deste sentimento que tive veio em razão do trabalho de Dave Meegan. Como está sendo esta longínqua parceria com ele?

MARK KELLY / Dave Meegan nos conhece muito e está muito envolvido no que estamos fazendo, e em nossa música em geral. Ele está sempre trabalhando ao nosso lado em termos de arranjos, e também dando sugestões sobre qual música deveríamos trabalhar, quais partes estão mais interessantes, entre outras coisas. O trabalho dele é mais do que apenas a produção. Ele está conosco por um longo tempo e seria correto colocar a foto dele ao lado do resto da banda no encarte do disco, porque ele é como um membro a mais do Marillion. Se você perguntar aos fãs de Marillion quais são seus álbuns prediletos, estou bem certo que “Brave”, “Afraid Of Sunlight” e agora “Marbles” provavelmente seriam colocados entre os melhores, e não é coincidência o fato de Dave Meegan ter trabalhado em todos estes.

Whiplash! - As coisas mudaram bastante desde a era Fish, e posso ouvir, neste novo álbum, algumas influências que surpreendem os acostumados àqueles tempos, como por exemplo, vários detalhes lembrando as novas bandas de rock britânicas, o brit pop, e por aí vai. Bandas como Radiohead, Coldplay. Vocês realmente ouvem estas bandas e, de alguma maneira, foram influenciados por elas?

MARK KELLY / Sim, nós ouvimos estas bandas. Gosto de escutar Coldplay, Radiohead, Muse. Eu particularmente gosto dos pianos e teclados destes novos grupos. Porém, se você pode ouvir as influências, esteja certo de que não é algo que fazemos conscientemente. Não é intencional, nem estamos tentando copiar o que eles fazem. Quando compomos, simplesmente vamos tocando, fazendo uma jam, então, o que sai disto não é realmente uma coisa cuidadosamente pensada e racional. É simplesmente aquilo que surge no momento. E seria triste se depois de vinte e três anos nós ainda tentássemos soar como a banda de “Script For A Jester’s Tear”.

Whiplash! - Outra influência que chama minha atenção em “Marbles” é a dos Beatles. A música “The Damage” faz-me lembrar muito das músicas deles. Em outras fases da carreira da banda também percebi esta referência. Como é essa influência e relação da música dos Beatles no Marillion?

MARK KELLY / Para ser honesto, não cresci ouvindo muito os Beatles. Posteriormente, e mais precisamente nos últimos anos é que tenho escutado a música deles com mais atenção. Discos como o “White Album”, “Revolver”, com todas aquelas músicas que você conhece sem nem precisar ter os álbuns. Acho que a influência deles é inevitável. A música deles é rock ‘n’ roll, música pop, ou simplesmente rock, seja lá como você queira denominá-los. A verdade é que eles tiveram uma influência imensa em todo tipo de música. Sobre “The Damage”, é uma música com muita energia e funciona muito bem nos palcos. As pessoas gostam quando tocamo-la.

Whiplash! - Vocês já fizeram alguns shows na turnê do novo álbum. Quais músicas do novo vocês incluíram no set list e quais estão dando melhores resultados ao vivo?

MARK KELLY / Bem, as músicas que temos tocado são principalmente da versão single de “Marbles” (N. do E.: Há duas versões de “Marbles”. Uma com dois CDs, e outra com apenas um). Colocamos a maioria destas novas músicas no começo do show, e tocamos cerca de uma hora somente do novo CD. Incluímos “The Invisible Man”, “You’re Gone”, “Don’t Hurt Yourself”, “Fantastic Place”, “Neverland” e “The Damage” no set. Destas, acho que os melhores resultados vêm com “Neverland”, “The Damage” e “The Invisible Man”. Depois desta primeira parte do show, temos um intervalo curto e aí tocamos apenas as músicas antigas. As respostas para a primeira parte são facilmente tão positivas quanto as da segunda, com as músicas antigas. “Marbles” realmente funciona muito bem ao vivo.

Whiplash! - Já há algum tempo vocês deixaram de tocar músicas da era Fish. Isto mudou na nova turnê?

MARK KELLY / Não. Acho que não iremos incluir no restante da turnê também. Não temos qualquer problema em tocar estas músicas, mas já gravamos treze álbuns ao lado de Steve. É compreensível não estarmos com muito espaço no show para tocar músicas da era Fish.

Whiplash! - E vocês ainda têm contato com Fish? Você ouviu os últimos álbuns dele?

MARK KELLY / Tenho de dizer que não tenho escutado muito de seus trabalhos mais recentes, e não falo com ele há mais de um ano. Mas nós temos contato sim. Estou certo de que todos sabem que tivemos problemas desde a saída dele, e não nos falamos por um longo período. Porém, conversamos há alguns anos atrás novamente e superamos o que passou. Nos damos muito bem hoje em dia, é um bom relacionamento.

Whiplash! - Uma curiosidade... “Misplaced Childhood” ainda é o álbum mais vendido do Marillion?

MARK KELLY / Sim, vendemos mais de dois milhões de cópias de “Misplaced Childhood”, e eu o considero um grande álbum. “Kayleigh” impulsionou as vendas também. Não sei se é o nosso melhor disco, mas está entre os três melhores certamente.

Whiplash! - Voltando ao presente, mas ainda com uma menção ao passado. Você se importa com a denominação do Marillion como uma banda “progressiva”? Digo, é algo que vocês se preocupam ou fazem por onde manter?

MARK KELLY / De maneira alguma. Nunca ouvi qualquer pessoa capaz de definir o que significa ser progressivo. É bastante perigoso tentar especificar isto. Você pode dizer, todavia, que somos progressivos em alguns aspectos. As pessoas dizem que “Neverland”, “The Invisible Man” e “Ocean Cloud” são músicas progressivas. E, para mim, a única coisa que todas elas têm em comum é que são bem longas. Não consigo definir o que é ou não uma música progressiva, desde que o que vem definindo isto, há um bom tempo, é o seu tempo de duração (risos).

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Whiplash! - A maior revista brasileira, Veja, publicou em sua edição número 1855, em Maio, um artigo elogiando as estratégias de marketing do Marillion, mas dizendo também que a banda provavelmente não chegaria a receber sequer uma menção na história do rock ‘n’ roll. Não foi a primeira vez que li este tipo de “ironia”. O que você pensa disso e como recebe estas afirmações?

MARK KELLY / O jornalista que escreveu a matéria deveria escrever um capítulo sobre ele mesmo na história do rock ‘n’ roll. Mas bem, talvez seja verdade que não receberíamos uma citação na história do rock ‘n’ roll (risos). É uma daquelas coisas que depende de quem está escrevendo a história. Muito do que escrevem e falam da história da música pop concerne não à música, mas o quão bem-sucedido ou importante você foi, quantos álbuns vendeu, o que não é necessariamente a verdade. Nós vendemos muitos álbuns e estamos aí por vinte e quatro anos agora, recém-feitos. Muitos mais tempo na ativa que a maioria das bandas, de fato. Isto é bastante expressivo e num julgamento real, acho que nos saímos muito bem todo este tempo. Em termos da qualidade da música que fizemos, bem, nem todos os nossos álbuns são tão terríveis assim (risos). Então este repórter deveria repensar seus conceitos sobre nossa música e o lugar que temos na história do rock ‘n’ roll. Porém, outra vez, ele diz uma verdade quando enfatiza o lado dos negócios, pois isto vem chamando a atenção de muitos para o Marillion. As pessoas não estão interessadas apenas em nossa música, mas também em como lidamos com nossos negócios. Acredito que é melhor que falem de nós, bem ou mal. E mesmo que não seja sobre a música. Não temos muitos problemas com estes comentários. Estamos bastante satisfeitos com o álbum e felizes com a resposta de nossos fãs, o que é o mais importante.

Whiplash! - Vou mencionar o nome de algumas músicas da carreira do Marillion e gostaria que você as comentasse, com suas lembranças, o que representam para a banda... Etc.

Whiplash! - * Easter

MARK KELLY / Foi verdadeiramente a primeira música que compusemos juntos depois da entrada de Hogarth. Na época, tínhamos grandes expectativas para o futuro, e pode-se mencionar “Easter” como nossa primeira ‘tentativa’. Nos mostrou que havia uma química forte entre os quatro membros e Steve Hogarth, que acabava de entrar na banda.

Whiplash! - * Brave

MARK KELLY / Essa música me lembra do “The Chateau” na França, onde gravamos o álbum. É uma dessas composições que são criadas dentro de uma atmosfera e quando a escuto, vejo aquele lugar.

Whiplash! - * Beautiful

MARK KELLY / Quando penso em “Beautiful”, lembro-me do vídeo que fizemos. É um clip realmente maravilhoso e é lamentável não ter alcançado um público maior. É provavelmente o melhor vídeo que fizemos em toda a nossa carreira. Quando você ouve a música, percebe que ela não soa datada, não parece que foi composta há dez anos atrás.

Whiplash! - * Under The Sun

MARK KELLY / Eu nunca gostei muito desta música.

Whiplash! - Verdade? Eu adoro os teclados desta música...

MARK KELLY / Obrigado (risos). Fui visitar meus pais, e minha mãe me disse: “temos um teclado seu na garagem, e se você não levá-lo dessa vez, vou tirá-lo daqui”. Fui até a garagem pegar o teclado e aquela base foi a primeira coisa que veio à minha mente. Compus apenas por divertimento e levei ao estúdio.

Whiplash! - * This Is The 21st Century

MARK KELLY / Provavelmente minha música favorita em “Anoraknophobia”. Foi uma composição que acidentalmente acabou soando da forma que se ouve no disco. Lembro-me que naquele dia estávamos apenas eu, Steve e Dave no estúdio, compondo e passando o tempo. Ou seja, apenas teclado e voz. E dali saiu a estrutura de “This Is The 21st Century”. Porém, se você escutar a versão daquele dia, não acredita muito que é a mesma música. É engraçado como estas coisas acontecem.

Whiplash! - Agora as três músicas do Marillion que você mais gosta...

MARK KELLY - “The Great Escape”, “The Invisible Man” do novo álbum, e “Easter” ou “Afraid Of Sunlight”.

Whiplash! - Vou dizer o nome de duas bandas e você escolhe entre elas...

Whiplash! - * Radiohead ou U2

MARK KELLY / Radiohead

Whiplash! - * Dream Theater ou Genesis

MARK KELLY / Genesis

Whiplash! - * Gentle Giant ou Focus

MARK KELLY / Gentle Giant

Whiplash! - Quais são os planos para a turnê? Há alguma chance de vocês virem à América do Sul?

MARK KELLY / Torço para que possamos ir à América do Sul em Janeiro de 2005. Nós queremos muito tocar aí, e inclusive tentamos agendar algo, conversamos com alguns promotores, mas não acertamos os detalhes para a turnê. Gostaria muito de voltar à América do Sul. A última vez que estivemos aí foi em 1997. Tomara que algum promotor possa fazer com que este sonho aconteça. Tocaremos, no entanto, na América Latina, pois temos show agendado para o México em Setembro.

Whiplash! - Quais as suas lembranças da primeira turnê pela América do Sul?

MARK KELLY / Nós tocamos no Hollywood Rock no Brasil e aquilo foi fantástico. Aquela foi facilmente uma das melhores semanas da minha vida. Tenho lembranças muito positivas daquele tempo, de como fomos tratados aí e de tocarmos todos aqueles grandes shows. Foi realmente como um sonho, honestamente.

Whiplash! - Uma última mensagem para os seus fãs...

MARK KELLY / Há muito tempo não tocamos aí e recebemos muitas mensagens de pessoas do Brasil, Chile, Argentina perguntando quando iremos visitar a América do Sul. Quero que saibam que queremos muito fazer isso. Espero que aconteça logo. Continuem ouvindo nossa música e acredito que em breve tocaremos todas elas ao vivo para vocês.

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