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Ozzy Osbourne: vômito no microfone & mijo na cadeira

Postado por Nacho Belgrande | Fonte: Lokaos Rock Show |

O afamado engenheiro de gravação/produtor britânico Max Norman tem servido à indústria musical por mais de três décadas. Sua expertise de estúdio, conjunto de trabalho e contribuições ao rock não têm similar (Bad Company, Ozzy Osbourne, Y&T,Loudness, Megadeth, Malice, Lynch Mob, Fates Warning, Savatage, Lizzy Borden, Coney Hatch, Ian Hunter, Sly, Grim Reaper, 220 Volt, Dangerous Toys, Armored Saint, The London Symphony Orchestra). Dentro de cem anos, o trabalho de Max será comparado a Moisés abrindo o Mar Vermelho. A verdade é, Max Norman instrumenta o desenho de músicas que influenciaram o espírito de gerações de fãs do rock.

Max é um sujeito legal e solícito que tem um grande coração para coisas criativas e um dom fabuloso para o estúdio de gravação. Ele é um gênio. Quando você vê o logo de Max ("On Yer Bike LTD") na contracapa de um disco, é um selo de certificação de primeira classe que aquele material é de foder! Max controlou os botões dos maiores discos de rock da história, como as duas primeiras obras-primas triplatinadas de Ozzy Osbourne (‘Blizzard of Ozz’ e ‘Diary of a Madman’). Aqueles não são apenas discos, são bíblias do rock. Max trabalhou em milhares de shows ao vivo com todo mundo, desde o Uriah Heep até o Motorhead, e ele foi o homem por detrás da cortina nas sessões das infames sessões de ‘Blizzard of Oz’ no Ridge Farm Studios com Ozzy e Randy Rhoads. Vamos encarar a realidade: se o rock puro não tivesse magos como Max Norman, todo seus CDs de Metal soariam como um falante do Drive Thru do McDonald’s.

Atualmente trabalhando majoritariamente na indústria da informática, Max recebeu um jornalista da web radio KNAC de Los Angeles e passou a limpo algumas histórias de seu passado com diversos músicos, dentre eles, o príncipe das trevas. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

KNAC.COM: O Ozzy não vomitou no microfone uma vez enquanto cantava no estúdio?

Norman: Ah sim, ele fazia todo tipo de coisa assim. Se ele queria mijar no meio da tomada, ele fazia ali, bem no chão. Eu lembro que uma vez a banda de Ozzy estava em turnê na estrada e eles vieram ao estúdio por alguns dias pra gravar um lado B. Ozzy estava sentado no aquário em minha cadeira e eu estava na sala de gravação trabalhando em alguns microfones e ajustando algo. Eu voltei pra sala de controle que ficava no topo de um lance de escadas, Ozzy estava descendo e suas calças estavam inteiramente molhadas na frente. Ele estava bem chapado, e ele diz “Tô indo pra cama”. Eu disse “OK, Ozz, te vejo depois”. Eu pensei comigo “Que zona”. Daí eu subi e sentei na cadeira da minha sala de controle e de cara pensei, “Ah, que bom e quente, acho que o Ozzy estava sentado aqui”. Daí ficou GELADO! E eu “Merda”! Eu acho que ele se aliviou nas calças e na cadeira também e eu sentei em cima. Eu tive que me aliviar e ir trocar as calças.

Leia mais sobre as desventuras de Max Norman e o Madman no site do Lokaos:
http://lokaos.net/ozzy-vomito-no-microfone-mijo-na-cadeira/

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande, 33 anos, residente em Marilia - SP, é professor de inglês e francês, apesar de formado em Técnico de Engenharia de Estúdio pelo Recording Workshop de Los Angeles, nos EUA. Suas lembranças musicais mais remotas datam de 1983, com a fervilhante passagem do Kiss pelo Brasil e da alta popularidade do Queen no país. Fã(nático) por Mötley Crüe (de quem tem mais de 100 CDs), segue de perto também o trabalho de Slayer, Krisiun, Guns N´ Roses, Van Halen e Ozzy Osbourne, entre outros.

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