Uma das noites mais loucas da trágica estrela do THE DOORS, JIM MORRISON, raramente é contada – porque o estrago que ele causou quando destruiu um estúdio de gravação foi rapidamente encoberto.
O grupo estava gravando seu álbum de estréia auto-intitulado em 1966 no Sunset Sound em Hollywood quando o roqueiro tomou ácido após uma longa sessão de estúdio e voltou para apagar fogo imaginário.
O engenheiro Bruce Botnik contou à revista Mojo, "Ele ficou fora de si. Ele voltou ao estúdio, achando que ainda estávamos lá, mas não conseguiu chegar à sala de controle. Ele revirou latas de lixo, então esvaziou o extintor de incêndio porque achou que elas estavam pegando fogo."
O presidente da Elektra Records, Jac Holzman, encobriu o custo do estrago rapidamente porque ele não queria que a notícia se espalhasse sobre seus rebeldes novos contratados.
E o manda-chuva da música admite que esse foi o primeiro de muitos incidentes que ele foi forçado a arrumar para Morrison.
Ele explica, "O Jim era um cara que testava os limites. Ele sempre estava procurando fazer coisas absurdas e escapar ileso. Infelizmente, ele fez muitas coisas absurdas."
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Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, Black Sabbath, Metallica, Led Zeppelin e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.
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