The End

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The End


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O Petra, a maior banda da história do rock cristão, anuncia seu fim. E esta coluna... também.

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Segue a notícia publicada no site Supergospel:

“Para surpresa de milhares de fãs, o vocalista do Petra anunciou que a banda irá acabar definitivamente. Em um comunicado oficial no site do cantor, John Schlitt explicou aos fãs a decisão:

Esta newsletter é para anunciar e confirmar que o Petra estará se "aposentando" no final deste ano. Depois de mais de três décadas de música e ministério, a banda Pioneira de Rock Cristão está chegando ao fim.

A última turnê nos E.U.A. e na Europa está em fase de planejamento, mas não há nenhum show agendado para depois deste ano.

A decisão sobre o fim da banda foi um acordo mútuo entre John e Bob Hartman.

"Bob e eu fomos abençoados pelo ministério do Petra," diz John. "Tivemos uma boa e longa carreira, e vimos muito. Vimos a mão de Deus trabalhar em nossa música; em cada continente, em todos idiomas. A Música quebra a barreira da língua, e o Senhor usou a música do Petra de um modo incrível. Foi-me dado o privilégio de ser parte deste grupo e eu sou grato por ter tido a oportunidade de levar a palavra de Deus para o mundo. As bênçãos foram incríveis, mas agora é hora de encerrar as atividades da banda. Eu prometo que eu falarei mais sobre esta decisão com todos os Petheads na minha próxima newsletter."

Com a notícia do fim do Petra vieram à tona reações enérgicas dos Petheads, com emoções que variam de dúvida e tristeza à raiva. O fim pode ser doloroso e difícil, especialmente quando não é esperado. Mas onde há um amanhecer, haverá também um pôr-do-sol - e até mesmo quando o sol se põe além do horizonte, há esplendor.

"Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo." Eclesiastes 3:11a

No seu tempo, o Petra proveu para milhares de pessoas muitas recordações belíssimas. Todo mundo tem uma história para contar: uma recordação especial, um canção significante, um contato pessoal com um dos membros da banda - algo que impactou uma vida de alguma maneira. Estas recordações serão compartilhadas e passadas adiante pelos anos que virão. Gerações futuras perceberão a influência que o Petra teve nas vidas de tantas pessoas, e a influência e o impacto da música que a banda teve no gênero rock cristão.

Embora o Petra esteja se aposentando dos palco, o John não está. Ele ainda estará disponível para ir aonde quer que Deus o conduza. O propósito de John, musicalmente, continuará de uma forma ou de outra.

"Não estou certo do que o futuro trará para mim, mas quando Deus escolhe nos mostrar a Sua vontade, então iremos em fé e caminharemos em fé com Ele. Ele nunca nos decepciona e Ele nunca vai nos decepcionar," disse John.

De acordo com Eclesiastes 3:1, "Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo pra todo próposito debaixo do céu."

O tempo do Petra chegou ao fim, mas o propósito do Petra - glorificar a Deus através da música e recordações - se manterá vivo pela eternidade.”



Foram 33 anos de música, 20 álbuns, 7 milhões de discos vendidos, 4 congratulações no Grammy, 10 no Dove Awards, vários outros prêmios e 1.800 shows (diversos no Brasil) para que a banda formada atualmente por John Schlitt nos vocais, Bob Hartman na guitarra, Greg Bailey no baixo e Paul Simmons na bateria, anunciasse seu fim. Perseguições religiosas, preconceito, crises no mercado fonográfico, mudanças de formação...nada impediu que o grupo continuasse seu ministério durante todas estas décadas. Além de precursores, foram os mais amados, influentes e respeitados da história, não há palavras para expressar o significado (em virtude da competência, fidelidade, honestidade, amor, humildade e carisma) da trajetória do Petra, seu legado obviamente servirá de fonte inesgotável de referências para todos que surgirão. Nossas reverências ficam registradas nesta coluna e o que o futuro seja justo para com a dedicação destes mestres. Falando em justiça, menciono abaixo, de acordo com informação retirada do site Petra Rocks My World, todos os integrantes que passaram pela banda nestes anos:

Vocal

Bob Hartman & Greg Hough 1972-1977
Greg X. Volz 1979-1985
John Schlitt 1986 - Atualmente

Guitarra

Bob Hartman 1972-1995, 2003 - Atualmente
Greg Hough 1972-1978
Rob Frazier 1979
David Lichens 1995-1997
Kevin Brandow 1997-1999, 2000-2001
Pete Orta 1997-2000
Quinton Gibson 2002-2003

Baixo

John DeGroff 1972-1978
Mark Kelly 1981-1987
Ronnie Cates 1988-1997
Lonnie Chapin 1997-2001
Mike Brandenstein 2001
Greg Bailey 2002-Atualmente

Bateria

Bill Glover 1972-1978?
Louie Weaver 1981-2003
Paul Simmons 2003-Atualmente

Teclado

John Slick 1981-1983
John Lowry 1984-1994
Jim Cooper 1994-1997
Kevin Brandow 1997-1999
Trent Thomason 1999
Bryce Bell 2000-2003

Que a turnê de despedida pela Europa e Estados Unidos seja o canto de cisne desta lenda. There will be winters in the seasons of our soul, with a cold and bitter wind that chills our lives, but our faith can be building a fire, that will warm us till springtime arrives…



A Volta do Believer

Tristeza de um lado, comemoração do outro. O maravilhoso Believer, ícones do thrash cristão, responsáveis por clássicos como “Extraction From Mortality” e o originalíssimo “Dimensions”, podem estar lançando novo material. Segundo declaração de Joey Daub, ex-baterista do grupo, em seu site oficial:

“Depois de 11 anos, Kurt Bachman (vocalista) e eu, cruzamos nossos caminhos novamente e voltamos a ter algumas jams juntos, dando origem a novas idéias musicais. Pode ser o surgimento do tão aguardado novo álbum do Believer? Nós esperamos que aconteça”.

Ótimo. Todos os lançamentos desta dupla foram excelentes. E as profecias de um número anterior desta coluna (“O Ano das Voltas”, lembram?) continuam a acontecer...



Entrevista – Divinefire

“Glory Thy Name”, lançado este ano, foi um dos debutes mais avassaladores do metal cristão, pegando todos os headbangers numa agradável surpresa. Esta banda-projeto (esclarecimentos a seguir) do cabeça Jani Stefanovic (bateria, guitarra e teclado), um guerreiro do underground europeu, tem em seu line-up Christian Rivel, conhecido vocalista do Narnia, apresentando o melhor desempenho vocal de sua carreira, além de Torbjörn Weinesjö, guitarrista do Veni Domine e Andreas Olsson, baixista do Narnia. O elenco conta ainda com Pontus Norgren (Talisman & Great King Rat), Thomas Vikström (Brazen Abbot & Candlemass), Fredrik Sjöholm (Veni Domine), Carljohan Grimmark (Narnia), Eric Clayton (Saviour Machine) e Hubertus Liljegren (Crimson Moonlight). Foi para falar sobre o som poderoso e intenso proporcionado pelo Divinefire, esclarecer o propósito da banda e saber o que será deles no futuro que entrevistei o simpático e lacônico mentor Jani Stefanovic no início de fevereiro. O resultado deste bate-papo vocês conferem a seguir:

Whiplash! – Saudações Jeni. O Divinefire está obtendo grande aceitação entre o público cristão brasileiro. Conseqüentemente, esta pergunta se torna natural. Você é cristão? Você considera a banda tendo uma postura cristã?

Jani Stefanovic: Sim, nós somos cristãos.

Whiplash! – Como se deu o seu contato com Christian Rivel e Torbjörn Weinesjö? A idéia desde o início era montar uma banda permanente? Como o estilo de composição dos três se encaixaram?

Jani: Eu encontrei o Christian em 26 de fevereiro de 2004 e assim nos conhecemos. Penso que tudo realmente começou quando enviei para ele um EP da minha banda Renascent, procurando por um contrato. Ele gostou do material mas eu acabei assinando com uma outra gravadora, no entanto, senti que tínhamos nos conectado perfeitamente desde a nossa primeira conversa. No principio achávamos que seria apenas um projeto com o qual iríamos nos divertir, contudo, com o tempo, tudo tomou contornos mais sérios e decidimos que era algo que queríamos levar adiante.

Whiplash! – É impressionante a intensidade de uma música do Divinefire. Embora percebamos o lado power metal e sinfônico (bem discreto), a bateria é extremamente insana e rápida, a muralha sonora de baixo e guitarra (com timbres densos e ultra-pesados) é bem impactante, semelhante as bandas de death metal, sendo uma combinação muito efetiva. O que o levou a criar algo assim? Existe alguma banda que você considere que pratique um estilo semelhante?

Jani: Eu amo o metal mais pesado e agressivo mas também ouço muitas coisas da vertente mais melódica. Então a idéia de mixar estes elementos veio de forma muito natural pra mim. Tenho muitas idéias para pôr em prática. Procurei por grandes orquestras a exemplo do que faz o Rhapsody mas quis colocar algo muito mais agressivo, logo, desenvolvi todo o material.

Whiplash! – A evolução de Christian Rivel nos últimos tempos foi assombrosa. Seu trabalho no Divinefire é possivelmente o melhor da sua carreira. Carregado de garra, energia, feeling, técnica e intensidade. Como compositor das músicas, você vê a interpretação dele do jeito que imaginaste?

Jani: Eu só havia ouvido o Rivel no Narnia e esperava que ele cantasse algo como aquilo, mas fiquei realmente surpreso quando ouvi os primeiros resultados durante o processo de gravação. O toque mais agressivo que ele imprimiu caiu muito bem para a nossa música. Então só posso dizer que fiquei divinamente impressionado com o bom trabalho que fez.

Whiplash! – Algo que contribuiu para que os trabalhos de vozes ficassem singulares foram as contribuições dos monstros Fredrik Ohlsson do Veni Domine e Eric Clayton do Saviour Machine, já que os dois possuem vozes absolutamente poderosas, atmosféricas e sentimentais. Isso criou um complemento perfeito para as composições. Pretende trabalhar com esse estilo de “coral” em álbuns futuros?

Jani: Nós ainda não decidimos sobre quais pessoas usaremos no próximo álbum, todavia, suas contribuições foram excelentes e pretendo continuar a ter partes diferenciadas como essas.

Whiplash! – Na música do Divinefire, observo referências ao Gamma Ray, Rhapsody e a esse estilo sueco de fazer death metal. Procede a suspeita?

Jani: Eu penso que você poderia traçar alguns paralelos com diferentes bandas, mas a idéia original foi apenas mixar os elementos dos estilos de música que gosto. Melódico, death e black metal misturados com aspectos mais sinfônicos.

Whiplash! – A faixa de abertura (excluindo a introdução), é a poderosa World’s On Fire. Vocês gravaram um vídeo para ela, quem compareceu à gravação? Porque foi escolhida como música de trabalho do álbum?

Jani: “The Worlds On Fire” foi a primeira música que compus e acho que ela mostra claramente o que é o Divinefire. É a típica música que eu quero ouvir: elementos rápidos e agressivos misturados com um coro melódico cativante. O vídeo foi filmado em Estocolmo.

Whiplash! – Seu estilo de tocar bateria é bem extremo e ritmado, me lembrando mestres como Paul Mazurkiewicz do Cannibal Corpse. Suas influências vem mesmo dessa escola extrema do metal?

Jani: Eu certamente fui influenciado por vários deles. Alguns que eu posso citar como meus favoritos são: Nick Barker (ex- Dimmu Borgir), Peter Wildoer (Darkane), Jaska Raatikainen (Children Of Bodom), Tomas Haake (Meshuggah) e Daniel Erlandsson (Arch Enemy), minha inspiração vem principalmente desta escola extrema.

Whiplash! – Suas guitarras também são muito variadas e consistentes. É fácil para você tocar vários instrumentos? Onde você considera que obtém melhor resultado?

Jani: Eu tenho tocado bateria e guitarra durante mais de 10 anos e o melhor resultado deixo para as pessoas decidirem (risos). Não consigo escolher um. Eu amo tocar os dois igualmente.

Whiplash! – Considerando que você foi o responsável pela bateria, por grande parte das guitarras e pelos teclados, quem ficará a cargo de todos estes instrumentos nos shows ao vivo? Vocês pretendem efetivar outras pessoas na banda ou trabalharão com colaboradores?

Jani: Para as turnês do futuro teremos que conseguir músicos que atendam às expectativas. Os que certamente me apoiarão são o Carl-Johan Grimmark, guitarrista do Narnia e o Andreas Olsson, baixista, também do Narnia. Estou viabilizando o contato com outros músicos.

Whiplash! – “Pay It Forward” é a típica canção “mid-tempo” que serve para dar equilíbrio a um álbum. A ordem em que aparece na gravação foi proposital? Qual seu sentimento com relação á ela?

Jani: Eu compus esta música porque tive vontade de fazer algo mais lento com um sentimento refinado e para dar ao álbum um bom equilíbrio com músicas de diferentes tempos e feelings. “Pay It Forward”, na minha opinião, é uma ótima e bela música.

Whiplash! – Como ocorreu a participação de Pontus Norgren e Thomas Vikström no Divinefire? São seus velhos conhecidos? Que colaboração você reservou para eles? Em que faixas aparecem?

Jani: Pontus e Thomas são velhos amigos e Christian sugeriu que usássemos os dois nas gravações. Thomas Vikström fez backing vocals e Pontus Norgren a guitarra principal nas faixas “Never Surrender”, “The Sign”, “Out Of The Darkness”, “Live My Life For You” & “Free Like An Eagle”.

Whiplash! – A produção de “Glory Thy Name” é cristalina e perfeita em todos os pontos. O quesito produção é algo que a Suécia já alcançou uma excelência há muito tempo. Parece-me impossível algum álbum sair daí tendo uma produção ruim. Em que estúdio e com qual produtor trabalharam? Pretendem continuar no mesmo lugar?

Jani: Foi gravado em vários estúdios diferentes porque todos nós moramos a distâncias consideráveis uns dos outros e tínhamos que ajustar as gravações de modo que ficasse agradável para os participantes. Teremos que trabalhar da mesma forma no próximo registro.

Whiplash! – Vocês entrarão em estúdio em maio. O processo de composição do novo trabalho já está adiantado? Haverá alguma grande mudança quanto ao debut? O que quer tentar dessa vez? Quando ele será lançado?

Jani: O material já está pronto para o próximo álbum. Ele terá guitarras mais trabalhadas e teremos ainda mais solos! Será lançado provavelmente no final de 2005.

Whiplash! – Todos os membros do Divinefire tem suas bandas principais, o Christian e o Andreas são do Narnia além de participarem em outras bandas e você tem o Renascent. Não lhe preocupa que a falta de tempo e os muitos compromissos atrapalhem o futuro do Divinefire e deixe a banda durante longos períodos?

Jani: Não, tudo é muito organizado e nós temos certeza que todas nossas composições e membros tem o tempo que precisam fazer um belo trabalho.

Whiplash! – “The Spirit” não só é a música mais longa do álbum, como também a melhor. Backing vocals tipicamente death e black pontuam uma composição intensa e muito trabalhada, com solos virtuosos e riffs cortantes, além de elementos sinfônicos. Parece-me que deu muito trabalho para gravá-la...:) O que buscou passar em sua essência? Quanto tempo levou para finalizá-la?

Jani: Quando comecei a compor o álbum, já sabia que queria uma canção longa com muitas partes diferentes: lenta, rápida, com solos e assim por diante. Tendo isto em mente, a execução da idéia foi fácil, pois tinha plena consciência do que iria fazer. Gravei a música inteira em poucos dias.

Whiplash! – Fica claro que o mercado alvo para o Divinefire é o Japão (além da Europa obviamente), mercado muito favorável para esse estilo de metal. Há planos de lançamento dos trabalhos da banda nos outros cantos do mundo, como nas Américas do Norte e Latina? Isso está nos objetivos de vocês?

Jani: O álbum foi lançado pela King Records no Japão e pela Rivel Records na Europa. Estamos tentando licenciá-lo para a América do Norte e do Sul. De qualquer forma, ele pode ser encomendado facilmente através da Rivel.

Whiplash! – Poderia citar alguns álbuns que foram importantes na sua vida e que você tenha um carinho especial?

Jani: Claro, eu tenho alguns favoritos que foram importantes para mim:. O “Comboys From Hell” do Pantera e o “Chaos A.D.” do Sepultura simbolizaram o começo da minha entrada no metal extremo no início dos anos 90. O “Images&Words” e o “Awake” do Dream Theater me inspiraram principalmente por causa da bateria de Mike Portnoy. Mas acho que o meu favorito atualmente é o “Slaughter of The Soul” do At The Gates, um álbum que surpreendeu o mundo todo e provavelmente um dos melhores já feitos, e também o “The Gathering” do Testamente é um dos que mais gosto em todos os tempos.

Whiplash! – Jani, muito obrigado pela entrevista, desejo uma carreira longa e de sucesso para o Divinefire! Estarei acompanhando! O espaço está aberto para suas considerações finais.

Jani: Espero que vocês apreciem o álbum. Desejo que traga algumas bênçãos em suas vidas.
Se cuidem e que Deus os abençoe.

Site Oficial: www.divinefire.net



Comunicado

Saudações. Venho anunciar que esta coluna chega a seu fim. Não melancólico, triste, resignado, mas um fim, simplesmente um fim. E isto acontece porque as convicções de seu mantenedor não o permitem continuar escrevendo algo sob a alcunha de "Christian's Voice". Ele se auto-intitula um "lato-niilista" e as bases de sua filosofia podem ser encontradas em seu artigo "Para Além do Niilismo" (disponível neste link).

Não há nenhum processo repentino nesta decisão, nenhuma mudança brusca de pensamento, mas uma paulatina transformação que culminou em algo irrevogável.

Manter este espaço sem explanar isto a vocês seria falso comigo mesmo e com meu público. E não posso me aliar a algo que combato, a hipocrisia.

Não me tornei inimigo do cristianismo ou algo parecido, não jogarei fora os álbuns de bandas cristãs que tenho, pois a música está acima de qualquer coisa e as convicções alheias não me incomodam a este ponto.

Antes de tudo, sou um jornalista. E como tal, permanecerei entrevistando, pesquisando, noticiando e resenhando toda e qualquer banda/assunto que quiser, pois esta é minha natureza.

Ratifico que estarei sempre publicando coisas relacionadas ao metal cristão, considerando que é uma área carente de cobertura e a qual tenho propriedade e experiência para falar. Estou a disposição, como sempre estive, do chamado "white metal". O fim desta coluna trata-se somente de honestidade.

Tenho profunda gratidão a todos que me acompanharam, a meus leitores ocasionais, os curiosos, os que me mandaram emails, trocaram idéias, opiniões, manifestaram apoio, desagrado, deram sugestões, enfim, a todas as pessoas que tiveram algum contato, direto ou indireto, com a minha pessoa nos últimos tempos.

É impossível representar aqui o quão importante vocês são para que um autor se sinta estimulado a continuar seu trabalho. E podem acreditar, esta frase não é uma hipérbole. Recomendo a todos que criem a cultura de se manifestar quanto às coisas que gostam/lêem/se relacionam, é de importância imensurável.

O email [email protected] está oficialmente desativado. Quem quiser entrar em contato comigo pode usar o endereço [email protected]

Seguirei minha jornada. Um grande abraço a todos,

Maurício Gomes Angelo

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Sobre Maurício Gomes Angelo

Jornalista. Escreve sobre cultura pop (e não pop), política, economia, literatura e artigos em várias áreas desde 2003. Fundador da Revista Movin' Up (www.revistamovinup.com) e da revrbr (www.revrbr.com), agência de comunicação digital. Começou a escrever para o Whiplash! em 2004 e passou também pela revista Roadie Crew.

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