Deus Otiosus: Inovando, mas mantendo a essência

Resenha - Sis Mortuus Mondo - Deus Otiosus

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

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E os prolíficos dinamarqueses do Deus Otiosus retornam em pouco mais de um ano do lançamento de seu terceiro álbum “Rise” (2014). Neste EP os caras trazem dois sons, e é impressionante como eles conseguem inovar mantendo a essência da banda intacta.
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Uma dessas composições é Greater Horror, uma faixa inédita que será regravada para o próximo disco da banda que tem previsão de lançamento para 2016. A música mostra um Death Metal mais solto, com uma levada insana e tem um leve toque de Death ‘n’ Roll (nada exagerado).

A outra composição, Seperatio Leprosorum, foi composta em 2008 e para o EP foi totalmente rearranjada. Sua linha é mais ‘old school’, com um andamento mais cadenciado e um clima soturno. Destaque para o trabalho simples, mas muito eficiente nos riffs.

Com cara de que foi lançado para manter o nome da banda em voga (nome este que merece mais atenção dos brasileiros), “Sis Mortuus Mondo” acaba saindo melhor que a oferta. Afinal, mostra uma banda cada vez mais coesa, além de um vocalista (Anders Bo Rasmussen) que está urrando cada vez melhor.

http://www.deus-otiosus.com/
https://www.facebook.com/deusotiosus.dk

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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