Bloodwork: Death Metal violentíssimo vindo do sul do Brasil

Resenha - Just Let Me Rot - Bloodwork

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Por Fabio Pitombeira
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Nota: 9

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Eu sempre fui muito fã de Metal extremo, e neste quesito o Brasil nunca deixou a desejar, vide os grandes clássicos que exportamos para o mundo, desde os anos 80 através da Cogumelo Records. E aqui, eu lhes apresento, mais um grande nome da nossa cena, que tem tudo pra despontar em pouquíssimo tempo: a banda BLOODWORK.
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Praticantes de um Death Metal violentíssimo, com temáticas splatter, a banda destila seus riffs em andamentos rápidos, e muito bem construídos. Para o leitor se cituar, é como se estivéssemos diante de um híbrido do Cannibal Corpse e Deicide ou Morbid Angel, todos estes nas suas antigas e gloriosas fases. Sendo assim, este “Just Let Me Rot”, que contou com a produção de Sebastian Carsin, é um verdadeiro deleite para os amantes deste estilo, se fazendo desnecessário destacar esta ou aquela música! Acredite, isto não é um clichê, este álbum é pra ser escutado na íntegra.

Mais um importante trabalho vindo do nosso underground e que justifica a aquisição de todo fã do Death Metal, com a típica (e exclusiva) pegada do músico brasileiro. Um relançamento deste disco já está sendo programado pela Eternal Hatred Records com diversos bônus para o ano que vem, então, mãos à obra e o que o céu seja o limite pra esses caras.

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Sobre Fabio Pitombeira

Trabalha desde 2002 com produção de shows em Teresina. Teve a oportunidade de trabalhar com grandes nomes do Heavy Metal e Rock and Roll como Paul Di Anno, Ira!, Hangar, Angra, Shaman, Andralls, Drowned, Clamus, Dark Season, Megahertz, Anno Zero Empty Grace, Mordydia, Káfila, entre outros.

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