Avenged Sevenfold: Primeiros passos rumo ao estrelato

Resenha - Waking The Fallen - Avenged Sevenfold

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Por Diogo de França Santos
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Nota: 8

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Segundo álbum dos ainda garotos da Califórnia, “Waking The Fallen” mostra um Metalcore mais bem produzido que o álbum de estreia da banda. Lançado em 2003, o segundo e último álbum da banda “surfando” por esse estilo. Com uma sonoridade mais obscura e uma qualidade técnica aprimorada, o Avenged Sevenfold dá os seus primeiros passos rumo ao estrelato.
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Vocal rasgado e riffs violentos, com muita distorção definem esse trabalho do A7X. Com um som completamente diferente dos últimos álbuns lançados. Voltamos aos primórdios da banda que viria a se tornar uma das mais amadas e odiadas do cenário.

“Waking The Fallen”, intro que dá nome ao álbum, te “lança” ao estado de melancolia que virá a seguir. A amada pelos fãs, “Unholy Confessions”, aparece, com seus riffs marcantes e sua sonoridade única. Presente em todos os shows do Avenged, “nua” e “crua”, um dos sons mais marcantes da carreira da banda.

Logo após, “Chapter Four” dá as caras, canção baseada no capítulo da bíblia que deu nome a banda. Seu inicio é um destaque a parte, mostrando a qualidade inquestionável do falecido baterista The Rev, é outro ótimo som do álbum.

“Remenissions” e "Desecrate Through Reverence", com seus ritmos mais cadenciados, te preparam para a “injeção” de adrenalina que é “Eternal Rest”. Que Começa com um solo do guitarrista Syn Gates, seguida pelo vocal e levada frenética características desse som.

Uma das melhores da discografia da banda aparece a seguir, “Second Heartbeat”. Com um refrão que “gruda” na sua cabeça, com o baixo de Johnny Christ “transitando” pelas harmonias da música e o solo espetacular de Syn Gates esbanjando qualidade técnica e felling. Essa é a canção que mais se destaca no álbum.

"I Won't See You Tonight Pt 1” é a balada do álbum, M.Shadows interpreta essa música com o vocal limpo, que viria a se tornar sua marca. "I Won't See You Tonight, Pt. 2" é a mais fraca do álbum. "Clairvoyant Disease" é outra grande “fraqueza” do álbum, parece que foi composta apenas para completa-lo. "And All Things Will End" também não se destaca, mas fecha bem esse bom trabalho da banda.

"Waking The Fallen" é uma ótima pedida para quem é fã da banda e indispensável para quem curte o estilo. Mas peca na falta de qualidade de algumas músicas.

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Sobre Diogo de França Santos

Diogo Santos, 21 anos, estudante de Marketing, paulistano, apaixonado por música, amante do heavy metal e suas vertentes, guitarrista quando lhe convém, frequentador de shows. Thrash metal é vida, ou morte, dependendo da sua visão. "You can't kill the metal, the metal will live on".

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