Resenha - Dangerously Close - Bloodgood

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+Compartilhar no WhatsApp

Por Hananias Souza Santana
Enviar correções  |  Comentários  | 

Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Imagem
Depois de 12 anos de hiato, um dos ícones do metal cristão, o BLOODGOOD, retornou as atividades em 2006 e desde então fez alguns shows, mas ainda nada de material inédito. Finalmente em 2013 a espera dos fãs terminou, pois em 29 de novembro desse ano foi lançado "Dangerously close", novo disco do grupo, contendo 12 faixas inéditas.
Michael Sweet e John Schlitt: vocalistas em turnê pelo BrasilUSA Today: as 20 maiores bandas de todos os tempos nos EUA

Atualmente a banda conta com Les Carlsen na voz, Michael Bloodgood no baixo, Kevin Whisler na bateria, Paul Jackson na guitarra e desde o retorno em 2006 a banda também conta com a presença ilustre de Oz Foz (STRYPER) na guitarra. O BLOODGOOD foi uma das bandas pioneiras no metal cristão, a qualidade de sua música e a força das apresentações ao vivo fez dessa banda uma referência no cenário. Dessa forma um novo álbum depois de tanto tempo, cria uma grande responsabilidade para os caras, pois eles não poderiam fazer um disco “meia boca” e manchar o legado que tinham construído.

Felizmente, "Dangerously close” é um bom álbum. Desde a primeira faixa, “Lamb of God”, que foi escolhida pra ter um clipe, se percebe mais ou menos como vai ser o álbum, um pouco diferente dos álbuns anteriores, uma sonoridade mais moderna, mas sem fugir do heavy metal. A produção do disco me agradou, gostei de como todos os instrumentos soaram, os músicos como um todo fizeram um bom trabalho, não notei um destaque individual. O grupo está de parabéns pelos arranjos, muito bem feitos. Les Carlsen continua sendo um bom vocalista, foi bem no disco. Um detalhe é que nas baladas principalmente, seu timbre lembrou muito o de John Schlitt, do PETRA, na verdade as baladas desse álbum lembram o PETRA, que é uma ótima banda, mas se eu estou ouvindo o BLOODGOOD não quero que pareça outra banda, até porque a eles sempre tiveram personalidade. As baladas do disco não me agradaram muito, e outra coisa que não gostei foi a falta de músicas mais rápidas, senti muito a falta de músicas velozes e furiosas como “Out of the Darkness”, “Anguish and Pain” e “Crucify”, por exemplo.

É sempre bom ver grandes bandas das antigas na ativa e lançando bons discos. "Dangerously close” não é tão bom como os clássicos dos anos 80 do BLOODGOOD, mas tem várias faixas interessantes, ótimos arranjos, um bom trabalho de harmonia vocal e foi bem produzido. Espero que novos álbuns sejam lançados por eles, vida longa ao BLOODGOOD!

Destaques: “Child on Earth”, “Pray” e “Man in the Middle”.

Tracklist:
1. Lamb of God
2. Run Away
3. Child on Earth
4. I Will
5. Bread Alone
6. Pray
7. I Can Hold On
8. Run the Race
9. Father Father
10. Man in the Middle
11. Crush Me
12. In the Trenches

Quer ficar atualizado? Siga no Facebook, Twitter, G+, Newsletter, etc

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+Compartilhar no WhatsApp

Outras resenhas de Dangerously Close - Bloodgood

Bloodgood: Hard Tradicional oitentista com pitadas de Heavy MetalBloodgood: Mostrando que ainda sabem fazer Metal

Michael Sweet e John Schlitt: vocalistas em turnê pelo BrasilStryper: previsão de lançamento de novos trabalhosTodas as matérias e notícias sobre "Stryper"

Novelas
Outros 10 clássicos do Rock que a Globo popularizou

Stryper
Canção do Black Sabbath é mais cristã que nossas canções

Top 20
Discos recentes de bandas clássicas tão bons quanto os antigos

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

Todas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDsTodas as matérias sobre "Blood Good"Todas as matérias sobre "Stryper"

USA Today
As 20 maiores de todos os tempos nos Estados Unidos

Guns N' Roses
"Axl nunca reunirá formação clássica por dinheiro"

Loudwire
As 10 melhores músicas do Nirvana

Orange.co.uk: site lista os rockstars mais controversosSlipknot: "Coldplay faz música para limpar a bunda"Charlie Brown Jr: Filho de Chorão conta sobre treta com Marcelo CameloMetallica: Jason explica o baixo apagado de And Justice For AllTom Grosset: O mais rápido baterista do mundo segundo o GuinnessEmojis: você consegue adivinhar os nomes das bandas?

Sobre Hananias Souza Santana

Hananias Souza Santana, nascido em 1990, estudante de administração na Universidade do Estado da Bahia, guitarrista, por ser negro, morar na periferia de Salvador e ser cristão batista, tinha tudo para curtir rap, pagode ou gospel, mas como o amor a música foge a rótulos, se tornou headbanger desde a adolescência. Os estilos de sua preferência são o Hard Rock e Heavy Metal anos 70 e 80, mas ouve um pouco de tudo dentro do rock and roll.

Mais matérias de Hananias Souza Santana no Whiplash.Net.

Link que não funciona para email (ignore)

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online