Particularmente tenho um grande apreço por bandas mais ocultas do Metal grego, tais como Rotting Christ, Nightfall e Chained And Desperate. Mas, para aqueles que pensavam que apenas o Black/Death Metal imperava no país, aqui vai a resposta. O revival do Thrash também se aportou por lá.
Nota: 8 







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O som feito por Spyros (vocal/guitarra), Panos Tsampras (guitarra), Vaggelis Nanos (baixo/vocal) e Thanos Krommidas (bateria) é insano, veloz e consistente, assim como pede o estilo. As maiores referências vêm do Thrash Metal americano. Não tem como não citar Testament e Sacred Reich como grandes influências.
O diferencial é que o Chronosphere aposta e muito na velocidade. Não há muitas quebradas no andamento das músicas e, mesmo quando elas surgem, é algo rápido e sorrateiro com viradas fenomenais da cozinha. Aliás, aqui o baixo faz a diferença e não segue apenas aquela linha reta. Os riffs são rápidos e os solos bem influenciados pela NWOBHM. Os vocais de Spyros são versáteis e seguem um padrão Chuck Billy.
Difícil destacar uma ou outra faixa, tal o equilíbrio que há entre elas. Arrisco-me a dizer que a nostálgica Hypnosis, ótimo início, ótimos riffs e ótima levada, além da faixa título e suas belas viradas, são os carros chefes. Thrash Metal da melhor qualidade que pode não inovar, mas vem pra somar e muito!
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Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.
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