Destruction: o retorno do mito ao baixo e vocais
Resenha - Antichrist - Destruction
Por Junior Frascá
Postado em 14 de novembro de 2012
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após anos de ostracismo e diversos problemas internos, em 2000 o DESTRUCTION retornou a suas atividades, com a volta do mito Schmier ao baixo e vocais, lançando "All Hell Breaks Loose". Mas foi em 2001 que a banda mostrou que essa sua nova fase poderia ser tão boa quanto a primeira, com o lançamento do clássico "The Antichrist", um disco excelente, para fazer frente aos álbuns lançados pela banda nos anos 80.
Sem deixar pedra sobre pedra, a banda nos brinda com 11 excelentes faixas (12, na versão especial, que conta com uma regravação para a clássica "Curse the Gods") do mais puro, ríspido e veloz thrash metal alemão, com levadas brutais e insanas, e demonstrando uma técnica muito apurada, judiando do pescoço do ouvinte ao longo de todo o play.
O baterista Sven Vormann tem sua melhor performance à frente da banda, destruindo seu kit sem piedade, e mostrando uma precisão absurda e brutal. Já Mike traz um repertório de riffs de deixar qualquer fã do estilo boquiaberto, sendo o carro chefe do disco, enquanto Schmier continua sendo a alma da banda, com seus vocais rasgados e precisos, transmitindo muita fúria e agressividade.
Então, o que dizer mais sobre um disco que apresenta faixas incríveis como "Dictators of Cruelty", "Thrash till Death", "Nailed to the Cross", "Bullets from Hell" e "The Heretic", que possuem aquela pegada clássica de discos como "Infernal Overkill" e "Eternal Devastation", mas com uma produção bem mais apurada? Simplesmente matador!
Alias, a produção do disco, feita pelo mestre Peter Tagtgren é excelente, realçando ainda mais todo o vigor e o peso da sonoridade da banda, sendo a melhor que os caras já tiveram até hoje. Vale lembrar ainda que, em 2010, a Metal Mind Productions lançou no exterior uma versão digipack do álbum, remasterizada e limitada a 2000 cópias, em que a sonoridade ficou ainda mais impecável e brutal.
É óbvio que o DESTRUCTION possui discos clássicos, principalmente os lançados nos anos 80, mas na opinião deste que vos escreve, "The Antichrist" é o melhor disco da banda, seja pela qualidade das composições, seja pela excelente produção, muito mais apurada que nos discos anteriores do conjunto, sendo um verdadeiro clássico do thrash metal contemporâneo. E para você, qual o melhor disco da banda?
The Antichrist - Destruction
(2001 - Importado)
Formação:
Schmier - Bass, Vocals
Mike Sifringer - Guitars
Sven Vormann - Drums
Track List:
1. Days of Confusion
2. Dictators of Cruelty
3. Thrash til Death
4. Nailed to the Cross
5. Bullets from Hell
6. Strangulated Pride
7. Meet Your Destiny
8. Creations of the Underworld
9. Godfather of Slander
10. Let Your Mind Rot
11. The Heretic
Bonus Track:
12. Curse the Gods
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Dimmu Borgir confirmado no Liberation Festival em São Paulo
A banda que era a "versão brasileira do Iron Maiden", segundo Max Cavalera
Fabio Lione homenageia Andre Matos e alfineta: "ninho de cobra que conhecemos bem"
A música do Led Zeppelin que Brian May considera insuperável na obra da banda
Os melhores discos de 15 gigantes do thrash metal, segundo o Loudwire
Rush volta aos palcos e inicia a turnê "Fifty Something"; confira setlist
A banda que intimidou Robert Smith no palco: "A melhor coisa que eu tinha visto"
O guitarrista que se recusou a ocupar o lugar de Eric Clapton no Cream
Veja a performance completa de Anika Nilles no primeiro show com o Rush
A música que salvou a carreira de Ozzy Osbourne e se tornou um símbolo pop do metal
O hit que deu segurança financeira ao Judas Priest, segundo Ian Hill
O melhor riff de guitarra de todos os tempos, segundo Keith Richards: "Ele disse tudo ali"
A banda brasileira infiltrada entre hits do rock na trilha sonora do novo filme do He-Man
"Sem ele eu estaria na m...", Tarja Turunen fala sobre relação com o marido
Mike Portnoy exalta performance de Anika Nilles em sua estreia no Rush


Ícone do thrash metal, Mille Petrozza não dá muita atenção ao "Big Four"
Schmier (Destruction) só pretende parar "quando cair morto"


