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Resenha - Amaranthe - Amaranthe

Tendo iniciado suas atividades na Suécia de 2008, o Amaranthe seguiu o mesmo caminho da maioria das bandas, liberando uma demo e alguns singles. Mas tirou a sorte grande ao estrear com um disco batizado simplesmente como “Amaranthe” e sair em uma turnê apoiando o Kamelot, o que possibilitou que arrebatassem fãs por toda a Europa. E nem mesmo as consideráveis críticas negativas da mídia especializada impediu que o público aumentasse a ponto de se estender para outros continentes...

Nota: 8

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash.Net ou de seus editores.

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E o que faz do Amaranthe algo tão especial para ser amado e odiado por aí? Simples: a banda é formada por músicos competentes – e vários deles já conhecidos na cena – que mesclam as características de algumas importantes bandas contemporâneas que são sucesso comercial. E, independente deste debut deixar transparecer claramente cada uma de suas influências, os suecos souberam como trabalhar tudo com propriedade e não soar como mera cópia descartável.

As principais referências estão no Death Metal Melódico do Soilwork e na emoção que o Nightwish sempre explorou tão bem em sua faceta Power Metal. Assim, ainda que não inovem em absolutamente nada, não há como ignorar a habilidade de seus instrumentistas em injetar muita velocidade e distorção que beiraria a música extrema se não fosse tão acessível (pode parecer confuso, mas é assim...), como é o caso de “Leave Everything Behind”, “Hunger” e “Amaranthine”.

Além disso, outro ponto importante no Amaranthe é a presença de três vocalistas – uma garota e dois caras dividindo as vozes limpas e guturais – que conseguem aumentar ainda mais o apelo que sua música já possui, trabalhando tão bem o campo vocal que fica difícil não sair cantarolando esses refrões após a primeira audição. E esta característica, a de soar ‘grudento’, é algo que os grupos suecos já provaram ser eficientes há décadas, diga-se.

É claro que a velha geração, geralmente tão apegada às raízes do Heavy Metal, simplesmente irá abominar a modernice ultra-melódica deste disco. Compreensível... Mas também temos um público que foi se renovando para assimilar e encontrar muita satisfação no Amaranthe, podendo inclusive adquirir o álbum, que está aportando no Brasil através da Hellion Records. Muito bom!

Formação:
Elize Ryd - voz
Andy Solveström - voz gutural
Jake E - vozl limpo
Olof Mörck - guitarra e teclado
Johan Andreassen - baixo
Morten Løwe Sørensen - bateria

Contato:
http://www.amaranthe.se
http://www.myspace.com/amaranthemetal

Amaranthe – Amaranthe
(2011/ Spinefarm Records – 2012 / Hellion Records – nacional)

01. Leave Everything Behind
02. Hunger
03. 1.000.000 Lightyears
04. Automatic
05. My Transition
06. Amaranthine
07. Rain
08. Call Out My Name
09. Enter The Maze
10. Director’s Cut
11. Act Of Desperation
12. Serendipity

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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