Não há dúvidas perante a importância do Destruction para o Thrash Metal mundial. Junto com Sodom e Kreator, a banda liderada pelo baixista e vocalista Schmier forma a linha de frente do Thrash europeu, que tem como característica o peso peculiar e as tendências mais extremas em relação ao estilo americano.
Nota: 8 







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O início com The Price e o grito introdutório de Schmier, apesar de característico dos anos 80, não soou de forma alguma datado e o refrão pega de cara o ouvinte, além de um solo de guitarra maravilhoso a cargo de Mike.
Devils Advocate se inicia com um soco do baixo para descambar para um riff cavalgado sensacional. A faixa ainda possui uma interessante e pegajosa melodia, além de mais solos thrashers de dar gosto. A cadenciada faixa título mostra mais um grande trabalho das guitarras e uma cozinha pulsante e muito técnica.
Com um ar mais moderno (mas nada que se assemelhe às novas tendências), The Devil Is God tem um ar pesado, mas com uma levada um tanto quanto acessível, guardadas devidas proporções, obviamente. Vale destacar também, o trabalho de bateria de Vaaver, que demonstra muita violência e técnica na maioria das faixas.
O que impressiona neste trabalho é como a banda conseguiu se adaptar aos tempos atuais sem soar modernosa e ainda assim manter a essência da sonoridade característica da banda. A produção não poderia ficar melhor, e o trabalho gráfico é de dar gosto, com um encarte perfeito e uma capa lindamente assustadora, a cargo de Gyula Havancsak.
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Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.
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