Resenha - Discografia comentada - Metallica

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Resenha - Discografia comentada - Metallica


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O METALLICA é uma das bandas mais importantes da história do Rock/Heavy Metal, está prestes a completar 30 anos de estrada, tem 10 álbuns de estúdio na bagagem e atualmente é formada por James Hetfield (guitarra e vocal), Kirk Hammett (guitarra), Rob Trujillo (baixo) e Lars Ulrich (bateria). Mas já teve em suas fileiras nomes como Dave Mustaine, Jason Newsted e o falecido Cliff Burton. Com toda essa história nada mais justo que revisitar toda a discografia do grupo.

O texto representa a opinião do autor, não do Whiplash.Net ou de seus editores.

Kill 'Em All (1983)
Produzido por: Paul Curcio

Lançado pouco tempo depois de dispensar o guitarrista Dave Mustaine (que mais tarde formaria o MEGADETH) por abusos com o álcool e recrutar Kirk Hammett para o seu lugar, “Kill ‘Em All” é o álbum de estréia do METALLICA. A principio era para se chamar “Metal Up Your Ass”, mas a gravadora achou muito ofensivo e pediu para que fosse mudado. Então escolheram o atual nome porque era o que tinham vontade de fazer com o pessoal da gravadora, “matar todos”. Além do já citado Kirk Hammett, completavam a banda James Hetfield (guitarra e vocal), Cliff Burton (baixo) e Lars Ulrich (bateria).

“Kill ‘Em All” é um dos álbuns mais agressivos da carreira da banda. Todas as músicas são velozes e furiosas. James, ainda um garoto, gritava as letras ao microfone, enquanto a banda despejava riffs e viradas instrumentais. Era como uma mistura entre a energia e velocidade do Punk Rock com o peso e a técnica do Heavy Metal.

Todas as músicas neste disco têm a mesma qualidade. Mas podemos destacar as clássicas “The Four Horsemen”, “Motorbreath”, “Seek & Destroy”, o hino Thrash “Whiplash” e a velocíssima “Metal Militia”. Além delas, também merece menção “(Anesthesia)-Pulling Teeth”, que se trata de um solo de baixo de Cliff Burton.

Apesar de sua produção mediana, a importância deste álbum é das maiores. Além de ser um dos discos preferidos para muitos fãs da banda, pode ser considerado junto a “Show No Mercy” do SLAYER, lançado quase simultaneamente, como divisor de águas do Heavy Metal, criando um novo estilo que passou a ser chamado de Thrash Metal.

Ride The Lightning (1984)
Produzido por: Metallica

Um ano após o lançamento do primeiro disco, é lançado “Ride the Lightning”, dessa vez produzido pela própria banda. Já de cara percebemos um maior amadurecimento do vocal de James Hetfield, que agora tem maior controle de sua voz e não precisa mais gritar tanto como antes.

Este é um disco com uma veia melódica mais acentuada do que seu antecessor. Mostrando uma evolução por parte da banda, ainda que tudo aqui continue sendo bastante pesado.

Este é um álbum onde é difícil fazer alguma ressalva, portanto escolher músicas a serem destacadas se torna uma tarefa arriscada, podendo fatalmente cometer injustiças. Mas ousaria destacar a faixa-título, “Fight Fire With Fire”, além das clássicas “For Whom the Bell Tolls”, “Creeping Death” e “Fade to Black”. Esta última foi a primeira vez que a banda tentou algo mais lento, próximo a uma balada. Ainda que não possa ser considerada dessa forma, pois têm passagens bastante pesadas, algo similar a “Remenber Tomorrow” do disco de estreia do IRON MAIDEN. Banda que é uma influencia declarada do grupo estadunidense, apesar da rivalidade eterna criada entre elas pelos fãs xiitas.

Neste álbum também está presente a instrumental “The Call of Ktulu” que beira os nove minutos de duração e mostra um pouco mais do lado técnico da banda, com belos solos de guitarra e baixo, além de boas viradas na bateria. Ótima música.

Enfim, outro dentre os melhores álbuns da banda. E pra não dizer que não falei de todas as músicas. “Trapped Under Ice” e “Escape” também são excelentes composições.

Master of Puppets (1986)
Produzido por: Metallica e Flemming Rassmussen

Lançado dois anos depois de “Ride the Lightning”, “Master of Puppets” é considerado por muitos como o ápice da banda e também uma obra-prima do Thrash Metal. E não é para menos, com a ajuda do produtor Flemming Rassmussen, a banda conseguiu a melhor sonoridade até então. Aqui as guitarras estão mais pesadas do que nunca, mas mesmo assim soam “limpas”. Mas não só por isso, aqui o grupo mostra-se em um nível muito alto como compositores, unindo técnica e peso de uma maneira excepcional.

“Battery” abre o álbum em grande estilo. Um verdadeiro soco nos tímpanos, veloz e pesada, já dando sinais de que se no disco anterior deram vazão à melodia, aqui o negócio era outro, voltaram à agressividade do primeiro álbum. Só que de forma muito mais madura e trabalhada. “Master of Puppets” – a música, “Disposable Heroes” e “Damage, Inc” vão na mesma linha do ataque sonoro começado na primeira faixa. Ainda que a faixa título tenha uma bela quebra rítmica lá pra metade, com solos belíssimos, para depois voltar à agressividade de seu inicio. Simplesmente incrível!

Já “The Thing That Should Not Be” e “Lepper Messiah” são mais cadenciadas, embora extremamente pesadas, outras duas excelentes composições. Enquanto “Welcome Home (Sanitarium)” segue a linha de “Fade to Black” do disco anterior.

“Orion” é outro épico instrumental com mais de oito minutos de duração. Que assim como sua irmã do “Ride the Lightning”, mostra a habilidade dos integrantes com seus respectivos instrumentos.

Este foi o primeiro álbum de Heavy Metal a alcançar a marca de mais de 500 mil discos vendidos. Não é pouca coisa não, e isso sem contar com apoio das rádios ou da TV.

... And Justice For All (1988)
Produzido por: Metallica e Flemming Rassmussen

Depois do grande sucesso alcançado com “Master of Puppets”, quando a banda estava em seu melhor momento, acontece a pior tragédia da trajetória do grupo. Ainda em 1986, durante a turnê do disco anterior, um acidente com o ônibus da banda na Suécia, mata o baixista Cliff Burton. Depois de muito se pensar sobre a continuidade da banda, resolvem seguir em frente. E para o lugar deixado pelo lendário baixista, convocam Jason Newsted da banda FLOTSAN AND JETSAM. Como teste para o novo membro gravam o EP “Garage Days Re-Revisited” em 1987, só com covers.

Somente um ano mais tarde soltam o quarto álbum de estúdio, “...And Justice For All”, que na época foi lançado como disco duplo, devido a sua longa duração. Apesar de ter contado com os mesmos produtores do álbum anterior, este disco tem um som mais abafado. O baixo do novo integrante é praticamente inaudível, bem diferente dos anteriores, onde este instrumento era de fundamental importância no som do grupo. Se isso foi proposital para funcionar como luto ao ex-integrante, nunca saberemos.

Deixando os problemas com a produção de lado. Este é sem dúvidas um grande trabalho. “Blackened”, que abre o disco, é um petardo violento, no melhor estilo METALLICA. A faixa-título é um épico de quase 10 minutos, com ótimos riffs de guitarra e quebras rítmicas, uma das melhores músicas do grupo em minha opinião. “The Eye of the Beholder” e “Harvester of Sorrow” também merecem destaque. A primeira uma música pesada e com um belo refrão e a segunda, com poderosos riffs.

“One” é uma música singular na carreira da banda. Foi a responsável por colocar a banda no mainstream, com seu clipe veiculado aos montes na MTV americana. O fato é que essa é uma das melhores composições do grupo, seu começo suave e belo desemboca numa pancadaria sem precedentes nos minutos finais com direito a passagens fenomenais dos bumbos de Lars.

As demais músicas, ainda que muito boas, acabam passando meio despercebido para muitas pessoas. Pois, mesmo tendo qualidade inegável, a banda já havia feito coisas ainda melhores anteriormente, o que acabou ofuscando-as um pouco, ainda mais colocadas lado-a-lado com as músicas já citadas presentes neste álbum.

Metallica (Black Album) (1991)
Produzido por: Bob Rock, James Hetfield e Lars Ulrich

Com a ajuda do produtor Bob Rock, a banda conseguiu neste álbum o som mais cristalino até então. Tudo está completamente audível e o som da bateria é referência para muitas bandas até os dias de hoje. O problema é que com toda essa produção, muito do peso das músicas se perdeu. E não foi só a produção que contribuiu pra isso, as próprias composições já não mostram mais a mesma agressividade dos discos anteriores. Ainda que seja um ótimo disco de Heavy Metal clássico, não mais de Thrash Metal.

A faixa de abertura, “Enter Sandman”, tem um riff hipnótico e pode ser colocada ao lado das melhores músicas da banda. Outras grandes composições são “Sad But True”, “Wherever I May Roam”, “Through the Never” e “Of Wolf and Man”.

Neste álbum a banda finalmente cedeu às baladas. A primeira, “The Unforgiven”, é sem dúvidas uma bela música e apesar de lenta, mantém o peso do restante do álbum. Enquanto a outra, “Nothing Else Matters”, desaba de vez na melancolia, uma melodia triste e quase acústica.

Chama a atenção também a evolução de James Hetfield enquanto vocalista. Neste disco, sua voz está bem melhor empostada. Porém, ainda que continue com seu timbre característico, também teve leve perda em termos de agressividade.

O “álbum preto”, como é chamado, está longe de ser um disco ruim, muito pelo contrário, aliás. Mas é gerador de imensas polêmicas. Além da banda ter amansado significativamente seu som, se entregou de vez ao mainstream. Foram gravados vídeos-clipe, para nada menos que cinco músicas e o disco vendeu 10 milhões de cópias em todo o mundo. Mas ainda assim é um grande trabalho do grupo.

Load (1996)
Produzido por: Bob Rock, James Hetfield e Lars Ulrich

Depois de uma imensa turnê mundial do “Black Album”, que durou quase quatro anos. A banda volta a lançar um novo disco somente em 1996. E as polêmicas com “Load” começam cedo. A partir do logo da banda que foi mudado para algo bem menos impactante que o antigo. E infelizmente não paravam por aí. O som do grupo neste disco está totalmente diferente de qualquer outra coisa gravada pela banda até então.

A começar pelas guitarras, que nem de longe lembram aquelas dos discos dos anos 80. Cheias de efeitos de “wah-wah”, e nem metade da agressividade dos velhos riffs da banda. Até mesmo a bateria de Lars Ulrich, não tem mais a mesma força e pegada de outros tempos, e muito menos a velocidade.

Mesmo com um álbum tão aquém do potencial do grupo. Alguns destaques podem ser feitos. E por mais incrível que pareça para uma banda como o METALLICA, as melhores músicas aqui são as baladas. No caso, “Until it Sleeps”, “Hero of the Day” e “The Outlaw Torn”.

Enquanto músicas como “Bleeding Me”, “Cure” e “Ronnie” são totalmente descartáveis, para não dizer chatas e/ou cansativas.

Apesar do enorme sucesso comercial, este pode ser considerado um dos piores álbuns da banda. Foi aqui que muitos dos fãs antigos, começaram a torcer o nariz para uma das mais influentes bandas do Heavy Metal.

ReLoad (1997)
Produzido por: Bob Rock, James Hetfield e Lars Ulrich

Depois de toda a polêmica criada em torno de “Load”, a banda promete voltar às origens, com um álbum mais pesado. É lançado então “ReLoad”.

O novo disco era com certeza mais pesado que seu antecessor. Porém nem chegava aos pés dos quatro primeiros. E mesmo assim estava mais próximo de “Load” do que de qualquer outra coisa lançada pela banda.

“ReLoad” até começa bem nas quatro primeiras faixas. “Fuel” tem bons riffs e um bom refrão. “The Memory Remains” também é uma boa música e conta com a participação da cantora Marianne Faithfull, famosa nos anos 60. “Devil’s Dance” é bem legal e apesar de cadenciada é a faixa mais pesada do disco. E “The Unforgiven II” vai na mesma linha da primeira parte, presente no “álbum preto”, porém é bem mais fraca.

Daí pra frente à coisa descamba de vez, músicas que não acrescentam em nada a carreira da banda. Talvez “Prince Charming” e “Low Man’s Lyric” sejam um pouco melhores, pois tentam trazer novos elementos ao som do METALLICA, de resto nada mais se salva. E provavelmente não são lembradas por nenhum fã nos shows do grupo. Se “Load” é candidato à pior disco da banda, “ReLoad” é seu maior concorrente.

Garage Inc. (1998)
Produzido por: Bob Rock, James Hetfield e Lars Ulrich

Depois dos fracos “Load” e “ReLoad”, o METALLICA volta a cena com “Garage Inc.”, um álbum duplo só com covers de grupos que serviram de influencia para a banda. Algumas gravações foram retiradas do EP de 1987 e novas versões foram gravadas especialmente para este lançamento. Entre as bandas homenageadas neste disco, estão DIAMON HEAD, BLACK SABBATH, MISFITS, MERCYFUL FATE, THIN LIZZY e MOTORHEAD.

Com este disco, a banda deixa claro que ainda são bons no que fazem. Tanto que muitos dos covers aqui encontrados ficaram até melhores que suas versões originais e olha que elas foram gravadas por grandes bandas.

Merece destaque as músicas “Die Die May Darling” e “Last Caress/Green Hell” do MISFITS, “Whiskey in the Jar” que se imortalizou na versão do THIN LIZZY, “Stone Cold Crazy” do QUEEN e a melhor de todas, “Am I Evil?” do DIAMOND HEAD.
Um bom álbum que voltava a dar credibilidade à banda. Mesmo que os fãs continuassem com a pulga atrás da orelha, já que aqui só tem músicas de outras bandas.

S&M (1999)
Produzido por: Bob Rock, James Hetfield, Lars Ulrich e Michael Kamen

Depois do disco de covers, os fãs da banda ansiavam por músicas novas, mas para acalmar um pouco os ânimos e aumentar ainda mais a expectativa por material novo, a banda lança um disco ao vivo gravado com a SAN FRANCISCO SYMPHONY ORCHESTRA, regida pelo maestro Michael Kamen.

O CD duplo, também lançado em DVD, trás 21 músicas que abrangem quase toda a carreira da banda. Chama a atenção o fato de não ter nenhuma composição do primeiro disco, “Kill’Em All”, talvez porque as músicas não ficariam boas acompanhadas da sinfônica. Além disso, “S&M” trás duas composições inéditas, “No Leaf Clover” e “– Human”. A primeira, alterna momentos pesados com outros leves, poderia fazer parte facilmente do álbum “Load”. Enquanto a segunda é uma bela música, não tão pesada, mas que não chega a ser uma balada, não sei se funcionaria bem sem a orquestra, mas com ele ficou boa.

No geral um bom álbum, a linha sinfônica foi muito bem pensada junto às músicas da banda. Dando um resultado bastante satisfatório, uma vez que as partes pesadas foram realçadas pela orquestra e as partes suaves se tornaram muito mais belas.

Vale ainda destacar a instrumental “The Call of Ktulu”, além de “Master of Puppets”, “The Thing That Should Not Be”, que ficou incrivelmente pesada, “Fuel”, “Hero of The Day” e “Battery”.

Ainda que o set tenha sido bem escolhido, eu gostaria muito de ouvir “Fade to Black”, “Welcome Home (Sanitarium)” e “...And Justice For All”, que acho que cairiam como uma luva junto à orquestra.

St. Anger (2003)
Produzido por: Bob Rock e Metallica

Seis anos após o último disco de músicas inéditas da banda, é anunciado o lançamento de “St. Anger”. E junto com ele mais uma vez as promessas de que a banda retornaria ao estilo pesado e agressivo do início de sua carreira.

Ainda na fase de composição e gravação das músicas, o grupo tem sua segunda baixa na carreira e mais uma vez com o baixista. Dessa vez, Jason Newsted deixa a banda (ou é chutado dela) alegando divergências musicais. Para seu lugar foi recrutado o excelente Robert Trujillo (SUICIDAL TENDENCIES, OZZY OUSBORNE). Entretanto, ele não participou das gravações do novo álbum. O baixo ficou a cargo do produtor Bob Rock.

E tal como anunciado anteriormente o novo disco é pesado e agressivo. Aqui não temos baladas, no máximo algumas passagens leves em algumas músicas. Porém, o maior problema aqui é a produção, que deixou tudo com um som estranho. As guitarras estão baixas e a bateria, além de muito alta, parece um latão de lixo. Outro grande erro está na ausência de solos de guitarra. Aliás, muito estranha a decisão da banda de tirá-los das músicas, sendo que Kirk Hammet sempre foi muito bom nisso. Dessa forma, muitas das músicas (todas têm entre cinco e oito minutos de duração) fiquem muito repetitivas. Já que não têm solos, pelo menos, poderiam ser mais curtas.

Contudo, “St. Anger” está muito longe de fazer frente aos clássicos discos do grupo. As composições não têm o mesmo requinte de antigamente. Aquelas músicas não eram apenas pesadas. Eram compostas por riffs e solos inspirados. Bateria veloz e técnica. Sem falar no baixo. Aliás, onde está o baixo em “St. Anger”?

Ainda assim, podemos citar alguns bons momentos do disco. “Frantic” tem um ritmo veloz e intenso. A faixa-título, se não fosse tão repetitiva, poderia ser uma das melhores músicas da banda em muitos anos. E também as faixas, que já decaem um pouco, “Dirty Window” e a arrastada e esquisitona “The Unnamed Feeling”.

Death Magnetic (2008)
Produzido por Rick Rubin

Nada mais do que cinco anos após o lançamento do polêmico “St Anger”, o METALLICA lança o muito aguardado (com ar de desconfiança) “Death Magnetic” e mais uma vez sob promessas e esperança de um retorno aos tempos áureos da banda. E o resultado aqui encontrado é deveras satisfatório e acredito que tenha suprido, pela primeira vez em muitos anos, as expectativas dos fãs.

“Death Magnetic” não soa exatamente como os discos dos anos 80 da banda, mas tem muito do que se ouvia neles. As músicas são fortes, muitas vezes agressivas e rápidas como aquelas de antigamente, mas principalmente consistentes. Os velhos riffs estão de volta, com peso e melodia, tal como devem ser. Os solos também voltam a dar as caras por aqui e só mostram que nunca deveriam ter deixado de estarem presentes nas músicas do grupo. As composições são de muito bom gosto e mostram aos ouvintes uma mistura da qualidade e força de “Master of Puppets” e a inovação de “Load”. Uma autentica volta ao thash metal, porém sem soar datado ou nostálgico. Um álbum mais METALLICA seria impossível.

A banda mostrou que pode e sabe sim fazer um som pesado e de qualidade, como nos velhos tempos. Talvez o que estivesse os atrapalhando era o produtor Bob Rock, aqui substituído pelo competente Rick Rubin, que, diga-se de passagem, fez um excelente trabalho, deixando os instrumentos limpos sem que perdessem o peso.

Como destaques podemos citar a veloz “All Nightmare Long”, “Cyanide”, a semi-balada “The Day That Never Comes”, a pesadíssima “My Apocalipse”, e a melhor de todas “That Was Just Your Life”. Vale também uma menção honrosa à volta das faixas instrumentais, com a forte “Suicide and Redemption”.
Com tudo “Death Magnetic” deixa claro que o METALLICA ainda tem muita lenha pra queimar e merece estar no topo do cenário Rock/Metal.

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Sobre Carlos Eduardo Garrido

Jornalista formado. Descobriu o Heavy Metal aos 15 anos de idade e desde então, não vive mais sem esse estilo de música. Suas bandas preferidas são Metallica, Iron Maiden, Savatage, Angra, Blind Guardian, dentre muitas outras. Através do jornalismo conseguiu unir suas duas paixões: escrita e música. Além de colaborar com o Whiplash, mantém o blog ociocomcafe.blogspot.com.

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