Não há dúvidas que o Oligarquia é um dos pilares do Death Metal ‘old school’ de São Paulo. Sem lançar um trabalho oficial desde há 7 anos (o último foi o split “Enslave By Light”, ao lado da banda Opus Draconis).
Nota: 8 







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“Distiling Hatred” se difere dos excelentes “Nechropolis” (2000) e “Humanavirus” (2004) já pela mudança de vocal, pois Max Hideo assume os microfones aqui e as diferenças de timbres e estilos são latentes. Enquanto o antigo vocalista possuía um timbre homogêneo e mais tradicional do estilo, Max é mais agressivo e variado. O instrumental também partiu para um lado mais agressivo e cru, portanto a mudança na sonoridade já não é tão latente. Algumas influências novas foram adicionadas, como o Grindcore e Thrash Metal.
Podemos destacar várias composições entre as 11 existentes no trabalho, dentre elas “When The Hate Dominate” que abre o disco de forma brutal e com o baixo tinindo, a tradicionalíssima “Until The Next Day” que cairia muito bem em “Nechropolis” e “Owner Of The World” que expele grandes riffs aliados a uma cozinha brutal. A forma como toda a estética do trabalho foi lançada também ficou muito legal. Para baratear os custos e não fazer com que os fãs sofram para adquirir o trabalho, a banda lançou o disco em uma embalagem bem simples de papelão que ficou muito legal.
Um trabalho que mantém o Oligarquia com o status de uma das mais importantes bandas de Death Metal de São Paulo, mas com um passo a frente.
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Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.
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