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Chrome Division: Numa linha tênue entre Rock & Roll e Metal

Resenha - 3rd. Round Knockout - Chrome Division

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

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De projeto do vocalista Shagrath (Dimmu Borgir, que aqui assume a função de guitarrista), o Chrome Division virou realidade e das boas. Além de Shagrath, o baixista Nagash (ex-Dimmu Borgir) passou pela banda como baterista e Tony White (ex-Old Man’s Child) é o atual batera, ou seja, músicos oriundos do Metal negro ajudaram e ajudam a consolidar o nome do grupo.
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Apesar de muito pesado, o som feito pelo Chrome Division foge dos padrões do Metal extremo, mas não por completo. A maior referência, sem sombras de dúvidas é o Motorhead, mas algo de Thrash aqui (em alguns riffs), um pouco de Sleaze/Hard Rock ali (nas melodias) e, claro, o Blues Rock, fazem com que o som soe pesado e acessível (mas nem tanto) ao mesmo tempo.
Comparando-se aos seus antecessores a diferença fica por conta dos vocais, já que Shady Blue (Susperia, ex-Vanaheim) substitui Eddie Guz, que gravou os dois primeiros álbuns. Os vocais de Shady são um pouco mais melódicos, portanto nada gritante e, ainda assim, muito agressivos.

O instrumental está um pouco mais melódico, com arranjos mais encorpados, mas nada que tire o clima canastrão e sacana típico das composições da banda. É só ouvir “Fight (Rumble ‘n’ Roll)” que possui até um solinho básico não característico e “Long Distance Call Girl” que tem belos solos e riffs, com boa levada e peso ímpar. A ênfase nos riffs de guitarra cai bem ao som, mas a cozinha dá um toque todo especial ao disco.

Os destaques definitivos do disco vão para a trinca seguida de “Join The Ride” que já começa com um coro ‘tipo’ festa e até possui passagens mais calmas, “Unholy Roller” e sua veia acdciana e “Zombies & Monsters” com uma bela pegada de cozinha e ótima melodia e refrão. Vale lembrar que tudo isso é regado a muito peso.

O disco não foge muito à regra do que foram seus antecessores, mas não soa pior nem melhor que os outros, pelo contrário, mantém a regularidade da banda. Podemos defini-lo como uma linha tênue entre o Rock and Roll e o Metal.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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